Pré, Proto-História (246mil a.e.c.)
Idade Antiga (4000 a.e.c. - 476 d.e.c.)
Idade Média (476 - 1453 d.e.c.)
Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
Idade Contemporânea (1789 - 1946 d.e.c.)
Era da Informação (1946 - Presente)
O que faz o Brasil, Brasil? -  | 1997 |
Mais belas histórias da antiguidade clássica 1 - Os mitos da Grécia e de Roma | 1996 |
Piramides - A Verdadeira Historia -  Por Tras Dos Mais Antigos Monumentos Do Egito | 2005 |
Batalhas na Bíblia - 1400 A.C - 73 D.C | 2010 |
História da Antiguidade Oriental -  | 1969 |
Primeira Guerra Mundial -  | 2009 |
Pré, Proto-História
FATOS A.E.C.
FATOS DA Pré, Proto-História
8500
Período Neolítico
a.e.c.
Pré, Proto-História
A China no período Neolítico
7000
Período Neolítico
a.e.c.
Pré, Proto-História
A caminho da Civilização
TEXTOS
Psicologia Evolucionista
A Pré-história e o início das produções culturais

Para compreender a evolução dos hominíneos e do homem, além dos registros fósseis que nos permitem conhecer a estrutura anatômica dessas espécies, os registros de ferramentas, sobretudo os utensílios de pedra, que, por sua natureza, não são tão perecíveis como os de madeira e outros materiais orgânicos, fornecem pistas muito importantes. As ferramentas encontradas junto aos sítios onde se encontram os ossos fósseis informam sobre o estilo de vida, o comportamento e a relação com o meio ambiente e com a sobrevivência desses indivíduos e grupos sociais.

Pré, Proto-História
Os primeiros americanos

A partir da década de 1930, os cientistas se debruçaram sobre a existência dos paleoamericanos, um tema por muito tempo negligenciado em favor dos estudos consagrados às civilizações pré-colombianas. Em 1932, pontas de flechas de sílex datadas de cerca de 12.000 antes de nossa era, associadas a ossadas de mamutes, foram desenterradas perto da localidade de Clovis (Novo México). O local deu então o nome àquela que por muito tempo seria considerada a primeira cultura lítica do continente, originada, segundo os descobridores, de populações locais originais. Utensílios idênticos foram encontrados em diversos outros sítios arqueológicos que pontilhavam a América do Norte e a América Central. Uma ideia instalou-se então no espírito da maioria dos pesquisadores da pré-história: há cerca de 13 mil anos, beneficiando-se da redução do nível dos mares e da criação de uma estreita passagem por terra através do estreito de Bering em decorrência da última glaciação, caçadores vindos da Sibéria teriam seguido suas presas ao longo da Beríngia (a faixa de terra ligando a Ásia à América).

Todos Pré, Proto-História
Todos Textos
CIVILIZAÇAO
Pré-História | Ciências
Técnicas na Pré, Proto-História

Disse-se mais Atrás que a utensilagem de pedra constituía o mais claro do testemunho para os períodos anteriores a 40.000 antes da nossa era e que a evolução dos tipos de ferramentas servia de algum modo de fio condutor na cronologia.

O Paleolítico Antigo. - Para o Paleolítico Antigo, o dos Australantropos da África ou o dos seus equivalentes europeus (que continuam ainda por descobrir), o leque técnico é muito pouco aberto; aquilo que os pré-historiadores denominaram a pebble-culture ou "cultura dos seixos" oferece, independentemente de numerosas lascas sem forma determinada, dois objetos um dos quais e cortante, o chopper (seixo em que algumas lascas em linha fizeram nascer uma borda afiada), e o outro, o poliedro (massa do tamanho de um punho tomada esférica sumariamente), é contundente. Pode ver-se no primeiro um utensílio para usos múltiplos, que fazia intervir o gume longitudinalmente (cortar) ou transversalmente (raspar). Para o poliedro, estamos reduzidos a hipóteses das quais a mais corrente é a que assimila as bolas da America do Sul: duas ou três bolas, reunidas por correias de couro, são projetadas por rodopio e vão atingir a presa. Esta hipótese está muito longe de estar demonstrada.

Numa fase um pouco mais tardia do Paleolítico Antigo aparece o biface, espécie de larga amêndoa de pedra, que pode atingir mais de 20 cm, talhada em ambas as faces, que devia ter como função principal cortar. Utensílio característico do Acheulense, o biface não é o seu testemunho exclusivo, porque não só se encontram com ele numerosas lascas que foram utilizadas sem outro arranjo, mas ainda o encontramos sobrevivente ate ao Paleolítico Médio.

Certos locais do Paleolítico Antigo forneceram grandes quantidades de ossos fraturados para fins primordialmente alimentares. Perante o caráter estereotipado dos fragmentos, foi formulada a hipótese de uma verdadeira utensilagem de osso. Tais vestígios não apresentam em geral nenhum vestígio de arranjo para uma finalidade técnica objetiva e não se diferenciam dos resíduos alimentares informes do Paleolitico Superior em que o osso serviu realmente de materia-prima para objetos trabalhados (punções, pontas de azagaia...), de maneira que parece difícil afirmar que os homens do Paleolítico Antigo possuíram verdadeiramente uma industria óssea. Mas não se exclui, particularmente nas regiões em que há falta de pedra, que se tenha tirado partido técnico das lascas de ossos fragmentados para deles extrair a medula.

Sobre os outros meios de fabricação do Paleolítico Antigo não se sabe praticamente nada; o trabalho da maneira ou das peles e das fibras deve ter tido um lugar importante nas técnicas, mas será preciso esperar que as escavações de habitats se multipliquem para poder estabelecer, por dedução, conjecturas seguras.

O Paleolítico Medio. - O Paleolítico Médio, que, por volta de pelo menos 100.000 antes da nossa era, se vai implantando progressivamente, é um pouco menos avaro em informações e a sua utensilagem de pedra é notavelmente mais diversificada. Independentemente das ferramentas cortantes características deste período (raspador, ponta triangular, lasca levaloisense), encontram-se utensílios cuja função especial foi raspar ou esgravatar matérias duras, ações que só podem envolver a madeira ou as matérias ósseas. Para estas ultimas, poderia supor-se que, se a utensilagem óssea sobre lascas culinárias do Paleolítico Antigo tivesse realmente existido, o Paleolítico Médio teria com certeza, como aconteceu com o sílex, aperfeiçoado o seu trabalho. Nada disso se verifica; continuamos a encontrar, dos milhares, testemunhos da fragmentação do osso sem indícios de trabalho indiscutível, a não ser muito excepcionalmente. Existem, contudo, nas proximidades do Paleolítico Superior, no Mustierense, raros utensílios de osso, punções, trabalhos com um domínio já perfeito da técnica. Por outro lado, descobriram-se, desde os Paleolíticos Antigo e Médio, armações de cervídeos (veado ou rena) cujos chifres pequenos ou hastes foram serrados, o que permite pensar que as partes que faltam puderam servir de ferramentas, nomeadamente para escavar o solo. Seja como for, perante a carência praticamente completa de trabalho das matérias ósseas, há que atribuir ao trabalho da madeira a ação dos utensílios cujo gume atesta que eram usados para raspar matérias duras. É infelizmente impossível reconstituir a natureza dos objetos fabricados, a não ser talvez para os propulsores de armas de arremesso, chugos ou azagaias, que muito provavelmente existiram.

O Paleolítico Superior - No Paleolítico Superior, durante os períodos que, na Europa ocidental, se denominaram Chatelperronense, Aurinhacense, Gravetense, Solutrense e Madalenense, de 35.000 a 8.000 mais ou menos, manifesta-se uma verdadeira mutação técnica, cujos primeiros indícios aparecem no último período do Paleolítico médio, mas que adquire o seu caráter decisivo na altura em que o homo sapiens sapiens ganha, na Europa, uma importância exclusiva. A utensilagem de sílex aligeira-se consideravelmente nas suas formas e diversifica-se nas suas funções. Ao lado dos utensílios de cortar, multiplicam-se os utensílios de raspar, de burilar, de furar. O trabalho das matérias ósseas ganha uma extensão considerável e justifica a variedade da utensilagem. O osso, o chifre de rena, o marfim de mamute são trabalhados sob a forma de pontas de azagaias, de punções, de cunhas para fender, de polidores, de espátulas, que testemunham eles próprios a existência de operações técnicas em outras matérias para além da pedra ou das matérias ósseas.

Este testemunho indireto da existência de técnicas aplicadas a madeira, as cascas, as fibras, as peles, não permite, infelizmente, clarificar com muita precisão a natureza e a extensão dessas técnicas. São conhecidas, a partir de cerca de 1.500, finas agulhas com buraco feitas de osso ou de marfim que, associadas às sovelas de osso, demonstram a existência da arte da costura e indiretamente da arte de preparar e de amaciar peles finas. Pode, sem grande risco de inverosimilhança, postular-se o emprego de recipientes de casca de arvore cosidos com punção. Não se exclui que a cestaria tenha sido praticada, mas a demonstração, para esta técnica que não requer utensilagem característica, está por fazer. No estado atual dos conhecimentos, os homens do Paleolítico Superior dispunham do mesmo leque de técnicas de fabrico que os povos recolectores recentes do mundo setentrional, dos Lapões aos Siberianos, aos Esquimós e a uma parte dos índios da América, ou seja, de uma muito ampla escolha de técnicas da qual estavam no entanto ainda ausentes o metal, a cerâmica e verossimilmente a tecelagem.

Mesolítico e Neolítico. - Ao passo que a Europa setentrional, e a França em particular, prolonga a economia de recolecção durante o Mesolítico, de 8.000 até cerca de 6.000 e muito mais tarde em certas regiões, o Médio Oriente mediterrânico sofre uma transformação que, a partir de 7.000, dá inicio à passagem para a economia de produção agrícola e pastoricia. Do ponto de vista das técnicas de fabricação, a passagem muito progressiva do Paleolítico ao Neolítico traduz-se pelo aparecimento de uma utensilagem pesada para o trabalho da madeira: autênticos machados ou enxós de pedra lascada ou polida manifestam a presença de técnicas novas e, em particular, da carpintaria. A sedentarização, mesmo relativa, traduz-se pelo aparecimento de aglomerações construídas como Çatal-Huyuk na Anatólia, Mureibet na Síria ou Nea-Nicomédia na Macedônia. Anteriormente a 6.000, no Próximo Oriente e na Grécia, tais aglomerações, como Jericó, precedem o aparecimento da cerâmica (Neolítico pré-cerâmico), o que mostra que a arte do oleiro é uma conseqüência relativamente tardia da sedentarizarão.

As informações sobre as técnicas que tratam dos materiais perecíveis são ainda pouco numerosas, mas em Çatal-Huyuk, graças a condições favoráveis de conservação de objetos carbonizados, temos o testemunho de recipientes de madeira, de cestaria e de tecidos já muito elaborados.

Relativamente às técnicas de fabrico, a muito longa história da humanidade anterior ao metal poderia resumir-se em três patamares de altura desigual. Dos inícios que se situam para além de dois milhões de anos até cerca de 35.000, conhece-se uma utensilagem de pedra essencialmente cortante e uma eventual utilização do osso em bruto. No Paleolítico Superior, o equipamento de fabricação enriquece-se com uma utensilagem de matérias ósseas própria para o trabalho apurado das peles e das cascas de arvore assim como, em caso de necessidade, para pontas vulneráveis para a caça. A cestaria pode eventualmente ter aparecido nesta época. Nos tempos ulteriores, entre 7.000 e 46000, manifesta-se progressivamente a utensilagem pesada para a madeira, a cerâmica e a tecelagem. A partir de 4.000 a primeiríssima metalurgia começa a aparecer no Próximo Oriente; no entanto, ela não se vulgarizara de fato antes de 2.000 na Europa ocidental.

Possuidores de um equipamento técnico cada vez mais eficaz, os Antropianos que se sucederam, do Australopiteco ao homo sapiens, fizeram incidir os seus meios sobre o meio natural. Mamíferos fundamentalmente sociais, tiveram de manter constantemente o equilíbrio entre o grupo, os seus meios de exploração e o meio que os rodeava. A pré-história pode explicar bastante bem o fenômeno muito generalizado da evolução do homem e das suas ferramentas, mas em que medida poderá ela levar a um conhecimento mais imediato dos pormenores da organização econômica e social das culturas e das civilizações desaparecidas?

Poderíamos falar em "ciência" do homem pré-histórico? Um interessante estudo intitulado "A Paube de la science: Les Temps Pre-historiques" publicado em recente Historia Geral das Ciências, leva-nos à convicção de que realmente os tempos pré-históricos viram a aurora de muitos ramos das ciências modernas. Ao procurar, em camadas do subsolo, o sílex, o homem pré-histórico fazia prospecção; ao determinar a posição do mesmo, adquiria conhecimentos de geologia; e ao explorá-lo em galerias subterrâneas, praticava a arte de minas. Os homens da Idade do Metal revelavam ciência metalúrgica ao prepararem o cobre. As pinturas de animais nas paredes rochosas indicam certos estudos de zoologia descritiva e constituem verdadeiros atlas rupestres repletos de gravuras e pinturas. A necessidade de caçar os animais para sua nutrição levou os pré-históricos a atentas observações dos hábitos e da adaptação dos ditos animais, o que vem a ser ecologia. A perfeição dos desenhos de animais são seguros indícios de conhecimentos de anatomia. Crânios do Neolítico provam a existência de hábil cirurgia. Matemática rudimentar e conhecimentos práticos de astronomia indispensáveis para a agricultura faziam também parte do patrimônio cientifico do homem pré-histórico. Curioso é notar como já em épocas remotíssimas os homens haviam aprendido a tirar partido da lei da gravidade na construção de diversos engenhos de caça. Lips observa: Por mais estranho que possa parecer, nós sabemos agora que os quatro principais princípios de emprego de forças, largamente utilizados na tecnologia moderna, foram descobertos e postos em pratica por inventores desconhecidos do período glaciário os quais viveram sobre a terra milhares de anos antes de nos.

Todos Textos
GUERRAS
A incrível jornada humana - Ep. 03
Duração: 57m33s Audio: Legenda:
Europa
MAIS DE Pré, Proto-História
6 Documentários
Todos os vídeos

 

IMAGENS Pré, Proto-História
Homo Herectus
Europeu Antigo
Pedras gravadas com 6 mil anos no México
Fóssil de grão de cevada foi encontrado em escavação
Grãos de 12 mil anos podem mudar história do surgimento da agricultura
Caçadores Pré-Históricos
Templo do Fogo, Peru
Pré, Proto-História
Todas Imagens

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Todas
ULTIMAS ATUALIZAÇOES
Psicologia
O lugar do ser humano na natureza e na evolução
O modo tradicional de concluir os livros sobre a evolução humana é discorrer sobre as maneiras nas quais nosso passado evolucionário é impor­tante para a compreensão do mundo atual. Isso não é tão difícil se o livro for como o African Genesis, de Ardrey, cujo tema - a evolução de um macaco assassino para um humano assassino - tornava fácil a defesa da ideia de que é importante entender o aspecto violento da natureza humana. No caso de muitos dos livros de antropologia mais tradicionais, essa argumentação seria impossível, uma vez que eles, com frequência, afirmam que o principal padrão verificado na evolução humana é o de que os humanos vêm gradualmente se libertando do jugo da seleção natural, e que os efeitos do meio ambiente sobre eles vêm se reduzindo. Se os humanos moldam sua evolução mais que a evolução molda os humanos, o papel do passado teria algum interesse mas pouca importância.
História
Guerras Púnicas
As Guerras Púnicas marcaram um período crucial na história de Roma, quando passou de potência puramente italiana, em 265, a força dominante no Mediterrâneo, em 146, um processo que a História de Polibio tem como propósito explicar. Nesta altura, estavam já criadas seis províncias ultramarinas: Sicília, Sardenha e Córsega, Hispânia Citerior, Hispânia Ulterior, África e Macedônia. A exceção desta última, todas foram adquiridas através do conflito com Cartago. Em finais do século, foram criadas
Antropologia
Evolução humana: Por que a África?
A evolução é sempre associada ao tempo. Afinal, a evolução é um processo que ocorre ao longo do tempo, e são os extraordinariamente longos períodos de tempo em questão que despertam nossa imaginação. Dinossauros que existiram por cem milhões de anos ou hominídeos que evoluíram ao longo de sete milhões de anos, são essas as coisas que tornam a evolução diferente dos demais ramos da ciência ou da vida cotidiana. A pergunta sobre se haveria períodos de tempo geológico mais interessantes que outros ocorre com facilidade.
Antropologia
Quando nos tornamos humanos?
Uma pesquisa de opinião realizada recentemente nos Estados Unidos, com o fim de avaliar o conhecimento científico da população, mostrou o resultado ligeiramente alarmante de que 60% das pessoas pensavam que os humanos foram contemporâneos dos dinossauros. Não há duvida de que essa situação, em parte, se deve a filmes como Dois bilhões de anos a.C, que mostrava Rachel Welch como uma garota das cavernas no meio de dinossauros pesadões, mas ela revela também uma generalizada falta de compreensão da dimensão temporal da história. Embora possa fazer pouco sentido conhecer a cronologia evolucionária exata, e tampouco saber que a Batalha de Hastings ocorreu em 1066, e não em 1067, é importante ter alguma noção da escala geral. Se a espécie humana tivesse apenas dois mil anos, isso teria implicações extremamente diferentes quanto a várias questões, do que se ela tivesse dois milhões de anos (mais próximo da resposta correta), ou duzentos milhões de anos (mais próximo dos dinossauros). Parte do problema, sem dúvida, reside na dificuldade que qualquer pessoa tem de compreender períodos de tempo muito vastos. Se a Batalha de Hastings, ocorrida há menos de mil anos, parece totalmente remota, o quão mais difícil não será entender um período de mais de um milhão de anos.
Antropologia
Seres humanos: macacos ou anjos?
No auge do debate sobre a evolução, foi perguntado a Benjamin Disraeli se ele achava que o homem era um macaco ou um anjo. Ele respondeu, ao que parece com convicção: “Agora, estou do lado dos anjos”. A maioria das pessoas não tem tanta certeza. Embora muitos fundamentalistas religiosos e uns poucos darwinianos empedernidos espelhem a certeza de Disraeli, para a maior parte das pessoas a questão continua sendo um grande imponderável. A compaixão inspirada pela humanidade latente que espreita nos olhos de um gorila é testemunho das estreitas afinidades que os humanos têm com os macacos. E, no entanto, é bem fácil perceber a magnitude da distância, ao compararmos as rudes vocalizações de um chimpanzé com a poesia de Shakes­peare. Macaco algum poderia aspirar à tecnologia do mundo da informática, ou à complexa organização social até mesmo de uma pequena comunidade humana, com sua trama de parentesco, amizade ou de maquinações políticas.