Pré, Proto-História (246mil a.e.c.)
Idade Antiga (4000 a.e.c. - 476 d.e.c.)
Idade Média (476 - 1453 d.e.c.)
Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
Idade Contemporânea (1789 - 1946 d.e.c.)
Era da Informação (1946 - Presente)
Civilização Romana -  | 2009 |
A Invenção da Cultura -  | 2012 |
Introdução a História da Antiguidade -  | 2009 |
Brasil - Uma História -  | 2010 |
Primeira Guerra Mundial -  | 2009 |
Historical Atlas of Ancient Egypt - Penguin | 1996 |
Pré, Proto-História
FATOS A.E.C.
8500
a.e.c.
Pré, Proto-História
A China no período Neolítico
7000
a.e.c.
Pré, Proto-História
A caminho da Civilização
6000
a.e.c.
Neolítico
Idade dos Metais
6000
a.e.c.
Neolítco
Proto-História na Mesopotâmia
45000
a.e.c.
Civilização Egípcia
O Egito pré-histórico
200000
a.e.c.
Paleolitico
Descoberta do fogo
12000
a.e.c.
Pré, Proto-História
Os primeiros agricultores, a formação da civilização
FATOS DA Pré, Proto-História
8500
a.e.c.
Pré, Proto-História
Período Neolítico
A China no período Neolítico

A China é uma das regiões do mundo em que é mais antiga a presença do homem, como comprova o achado de centenas de sítios arqueológicos paleolíticos e depósitos de fósseis. Um grande número de utensílios de pedra e fragmentos de ossos permitiu traçar os passos da evolução desde os primeiros hominídeos descendentes do Australopithecus. O Homo sapiens surgiu durante a última era glacial, há cerca de 40 mil anos, uma enorme distância cronológica de seus antepassados mais remotos, o Homem de Yuanmu (aproximadamente 1,6-1,7 milhões de anos), o de Lantian (700-600 mil anos) e o Homem de Pequim (500-400 mil anos). Entre o décimo e o nono milênio a.e.c. teve início uma mudança radical em suas condições de vida. A paulatina melhoria do clima tinha levado ao desaparecimento dos glaciares, à formação de férteis vales fluviais e ao afastamento da linha costeira devido ao forte recuo do mar, criando um ambiente adequado para assentamentos estáveis. Foi quando as comunidades de caçadores- pescadores-coletores, até então nômades, se organizaram em povoados sedentários e começaram a se dedicar a agricultura, a criação de animais domésticos e a fabricação de utensílios de cerâmica, dando início à Revolução Neolítica. Um grande número de sítios comprova o surgimento na China das primeiras culturas, batizadas pelos arqueólogos com os nomes dos locais onde foram feita as principais achadas e classificadas principalmente pela tipologia das cerâmicas. Freqüentemente é difícil reconstruir as relações de precedência entre os diferentes assentamentos e sua seqüência no tempo, tendo coexistido diferenças regionais e elementos comuns, indicando uma rede de intercâmbio e uma continuidade evolutiva

7000
a.e.c.
Pré, Proto-História
Período Neolítico
A caminho da Civilização

Depois da descoberta e da ampla difusão da agricultura e da criação de animais domésticos, surgiram diferentes tipos de povoados no Oriente Médio. Em alguns casos eram pequenas comunidades agrícolas, que se distinguiam das predecessoras pela utilização crescente da cerâmica, apesar de as formas cotidianas de vida permanecerem praticamente imutáveis

TEXTOS
Psicologia Evolucionista
A Pré-história e o início das produções culturais

Para compreender a evolução dos hominíneos e do homem, além dos registros fósseis que nos permitem conhecer a estrutura anatômica dessas espécies, os registros de ferramentas, sobretudo os utensílios de pedra, que, por sua natureza, não são tão perecíveis como os de madeira e outros materiais orgânicos, fornecem pistas muito importantes. As ferramentas encontradas junto aos sítios onde se encontram os ossos fósseis informam sobre o estilo de vida, o comportamento e a relação com o meio ambiente e com a sobrevivência desses indivíduos e grupos sociais.

Pré, Proto-História
Os primeiros americanos

A partir da década de 1930, os cientistas se debruçaram sobre a existência dos paleoamericanos, um tema por muito tempo negligenciado em favor dos estudos consagrados às civilizações pré-colombianas. Em 1932, pontas de flechas de sílex datadas de cerca de 12.000 antes de nossa era, associadas a ossadas de mamutes, foram desenterradas perto da localidade de Clovis (Novo México). O local deu então o nome àquela que por muito tempo seria considerada a primeira cultura lítica do continente, originada, segundo os descobridores, de populações locais originais. Utensílios idênticos foram encontrados em diversos outros sítios arqueológicos que pontilhavam a América do Norte e a América Central. Uma ideia instalou-se então no espírito da maioria dos pesquisadores da pré-história: há cerca de 13 mil anos, beneficiando-se da redução do nível dos mares e da criação de uma estreita passagem por terra através do estreito de Bering em decorrência da última glaciação, caçadores vindos da Sibéria teriam seguido suas presas ao longo da Beríngia (a faixa de terra ligando a Ásia à América).

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CIVILIZAÇAO
Mesolítico | Introdução
O tempo dos Pré-Historiadores
O tempo absoluto, idêntico ao da historia, só existe há menos de uma geração, graças ao desenvolvimento das medidas da radioatividade de certos corpos cuja duração de desintegração natural é conhecida (carbono 14 em particular). Anteriormente, nenhum método permitira fazer recuar as fronteiras do tempo absoluto para mais de uma dezena de milhares de anos, o que representa apenas a parte ultima dos tempos glaciares. A deteção de isótopos radioativos nos restos de vegetais ou de animais fósseis
Mesolítico | Religião
Crenças pré-históricas
Entre as fontes de informação sobre as praticas religiosas do homem da Idade da Pedra figuram os talismãs, as pinturas, as gravuras e as esculturas que ornam as profundezas das cavernas, lugares secretos onde se desenrolam os ritos cerimoniais, mágicos e religiosos, dessas longínquas épocas. Com esses rituais misteriosos e estranhos, os pré-históricos procuravam conciliar o auxilio de forças sobre-humanas. Muitos santuários do Paleolítico Superior são guarnecidos por feras e monstros tais como
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GUERRAS
A incrível jornada humana - Ep. 03
Duração: 57m33s Audio: Legenda:
Europa
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IMAGENS Pré, Proto-História
Homo Herectus
Europeu Antigo
Pedras gravadas com 6 mil anos no México
Fóssil de grão de cevada foi encontrado em escavação
Grãos de 12 mil anos podem mudar história do surgimento da agricultura
Caçadores Pré-Históricos
Templo do Fogo, Peru
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ULTIMAS ATUALIZAÇOES
História
O casamento romano e os costumes no século de ouro
É impossível saber, como é natural, o que foi a realidade diária do casamento durante os primeiros tempos de Roma. Relatos dignos de fé apenas começam a lançar alguma luz sobre este domínio, como sobre outros, a partir do século III a.e.c. e. ainda assim, trata-se geralmente de testemunhos que se referem apenas a famílias da aristocracia. Nas diver­sas classes sociais, e quando não se seguiam as tradições patriarcais, a situação real devia apresentar diferenças consideráveis. Todavia, a partir da unificação da cidade, quando patrícios e plebeus passaram a gozar sensivelmente dos mesmos privilégios, as tradições dos primeiros pare­cem ter exercido uma espécie de atração sobre os costumes das famílias dos segundos. Por outro lado, segundo pensamos, as principais diferen­ças, a partir do século III, ocorrem mais em função da fortuna e da res­ponsabilidade política do que de qualquer outro fator. A cidade é go­vernada, nessa altura, por um regime estritamente oligárquico: há as fa­mílias cujos homens se sentam no Senado, assumindo, a intervalos regu­lares, as grandes magistraturas do Estado, e há a massa dos outros cida­dãos, que só vão às assembleias para legitimar as decisões preparadas pelos senadores e eleger os candidatos que lhes são propostos e que escolhem de acordo com o prestígio dos homens que se apresentam como seus garantes. No resto do tempo, são “clientes” destes grandes senho­res. Naturalmente, o casamento não tem a mesma importância para uns e para outros. Temos muito pouca informação sobre a maneira como estas uniões se realizavam na massa do povo, temos um pouco mais quando se trata das outras classes.
Mitologia
Os oito presságios de Montezuma
Os dez anos que antecederam a chegada dos espanhóis ao México foram férteis de maus presságios, suficientes para ins­talar o pânico na alma de Montezuma, o último soberano inde­pendente dos astecas. Bernardino de Sahagún reproduziu no Códice Florentino os oito presságios: Primeiro presságio: “línguas de fogo” cortaram os céus de Tenochtitlán, vindas do oriente. Largas na base e estreitas na ponta, elas assemelhavam-se a um cometa. O espetáculo impressionante começava à meia-noite e se estendia até o amanhecer, quando as chamas desapareciam sem deixar rastro. As pessoas assustadas "se daban palmadas en los lábios”, ao mesmo tempo em que lançavam gritos de medo e apreensão. Em outras fontes se dão outras formas à língua de fogo, tais como uma mixpantli (“ban­deira de nuvens”), uma coluna de pedra, uma planta incandescida no alto de uma montanha, à maneira da "sarça ardente” bíblica, e até mesmo uma pirâmide de fogo - prodígios mais próprios do Apocalipse de São João que da mentalidade local indígena. Segundo presságio: o segundo presságio ocorreu sob a forma do incêndio do santuário de Huitzilopochtli, no Templo Maior. Em uma época em que os deuses eram tudo, qualquer incidente ocorrido em um templo virava necessariamente um presságio, normalmente funesto. Sahagún diz que "por sua própria conta” o santuário incendiou-se. Quando tentaram apagar o fogo, lan­çando-lhe água, em vez de se apagarem as flamas reavivaram-se ainda mais. “Del todo ardió”, diz o frade.
História
O casamento romano no período arcáico
Historiadores e poetas afirmam que o casamento foi, durante muitos séculos, uma das instituições mais sólidas e respeitadas da cidade roma­na. Rivalizam no elogio da pureza dos costumes antigos, do tempo em que uma mulher que tivesse ficado viúva não mais consentiria em voltar a casar, em que, por maioria de razão, nunca se levantava a questão do divórcio. Pelo contrário, lamentam o relaxamento progressivo de uma relação que, durante o Império, se tornara de uma extrema fragilidade, enquanto nos bons velhos tempos o seu respeito era considerado a garantia mais firme da grandeza romana e a marca mais incontroversa de uma saúde moral a toda prova. Hoje ainda, muitos historiadores fazem-se eco destas queixas, considerando que uma das razões profundas da decadência de Roma reside no abandono deste velho ideal por onde se orientaram anteriormente os severos camponeses do Lácio. Antes de nos interrogarmos por que razão o casamento romano per­deu a sua solidez ao longo do tempo, convém, decerto, examinar a pró­pria instituição. A instituição do casamento é uma daquelas a que os juristas romanos não só dispensaram maior cuidado, mas também a que se dedicaram a definir e fixar com a mais extraordinária minúcia as consequências legais. O conjunto dos textos que a ela se referem ocupa um lugar considerável nas compilações jurídicas, o que prova a impor­tância atribuída a um ato de que esperavam, em primeiro lugar, a sobre­vivência, mas também, e talvez mais ainda, a estabilidade do Estado.
Mitologia
A infância de Lancelot
Liberal e magnifico, o rei Artur distribuía benefícios e pre­sentes a todos os seus súditos. Seu poder e sua fama eram gran­des. No entanto, ele se via constantemente obrigado a combater seus vizinhos, os saxões. os pictos e os scots. Artur triunfava sem­pre, graças a seus cavaleiros, entre os quais alguns se sentavam em torno da Távola Redonda, em que havia um lugar vago, reser­vado para quem conseguisse reconquistar o Graal. Aqueles eram tempos de grandes aventuras. Onde havia pe­rigo, viam-se cavaleiros em suas montarias, desafiando os traidores, protegendo os fracos, recuperando os bons sentimentos dos maus. Certo dia, o rei Artur passeava por Camalot e ficou sabendo que um gigante estava devastando a Pequena Bretanha. Ninguém via o monstro, e dizia-se que ele se escondia em um rochedo cer­cado pelo mar. É o atual monte Saint-Michel, na França. Quando menos se esperava, o tal monstro chegava aterrorizando os habi­tantes da região, que acabaram indo se esconder nas florestas. O rei então chamou seu senescal.
Mitologia
O príncipe predestinado
Havia em tempos um rei do Egito que não tinha um filho e herdeiro. Então sua majestade (vida, força e saúde) pediu aos deuses do seu tempo que lhe dessem um. Os deuses resolveram conceder-lhe o que ele tanto desejava, e ele dormiu, nessa noite, com sua esposa, e esta ficou grávida. Quando a mulher cumpriu os meses do nascimento deu à luz um rapaz. Ao seu nascimento assistiram as [Sete] Hathores, que se reuniram em volta do pequeno príncipe para lhe preverem o futuro. Então as Hathores disseram: «Nasceu em um mau dia, mau, mau, mau. Morrerá por causa de um crocodilo! E se não for por um crocodilo, será por causa de uma serpente! E se não morrer por causa do crocodilo nem por causa da serpente, será com certeza por causa de um cão!»