Pré, Proto-História (246mil a.e.c.)
Idade Antiga (4000 a.e.c. - 476 d.e.c.)
Idade Média (476 - 1453 d.e.c.)
Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
Idade Contemporânea (1789 - 1946 d.e.c.)
Era da Informação (1946 - Presente)
Fogo Persa - O Primeiro império mundial e a batalha pelo ocidente | 2008 |
Um Estudo Crítico da História Vol. I -  | 2001 |
História da Antiguidade Oriental -  | 1969 |
No começo eram os deuses -  | 2011 |
Historical Atlas of Ancient Egypt - Penguin | 1996 |
Dos Sumérios a Babel - A Mesopotâmia - Historia, Civilizaçao, Cultura | 2003 |
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História - Idade Antiga - Antiguidade Oriental - Civilização Babilônica - Civilização Assíria - Hurritas - Civilização Hebráica
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Idade Antiga - Antiguidade Oriental
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390 - 476d.e.c.
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ULTIMAS ATUALIZAÇOES
História
Primeira Guerra Mundial - A derrota britânica em Galípolli e a expulsão dos aliados do estreito de Dardanelos
No outono de 1914, depois que a “Corrida para o mar” levou ao início da guerra de trincheiras, Winston Churchill passou a defender o uso decisivo do poderio britânico em torno da periferia da Europa como uma alternativa a destinar mais recursos à frente ocidental. Na condição de primeiro lorde do almirantado, no inverno de 1914 para 1915, ele elaborou um plano em que uma coluna de navios de guerra Aliados faria pressão no Dardanelos e atacaria Constantinopla. A ousada manobra talvez compelisse o Império Otomano a solicitar a paz, abrindo o estreito turco como rota de abastecimento entre os Aliados ocidentais e a Rússia. No mínimo, calculava Churchill, forçaria os turcos a concentrar suas forças na defesa de sua capital, aliviando a pressão não apenas sobre os russos no Cáucaso, mas também sobre os britânicos no Egito. O melhor de tudo, ele insistia, era o fato de que a operação poderia ser executada apenas com a força naval.
Psicologia
Os prazeres provenientes da dor, dos exercícios e da aceitação social no Sistema Nervoso
O exercício físico sustentado, seja correr, nadar, pedalar ou alguma outra atividade aeróbica, tem benefícios bem conhecidos para a saúde, inclusive melhorias no funcionamento dos sistemas cardiovascular, pulmonar e endócrino. O exercício voluntário também é associado a melhorias de longo prazo no funcionamento mental e é a melhor coisa que pode ser feita para reduzir o declínio cognitivo que acompanha o envelhecimento normal. O exercício tem um acentuado efeito antidepressivo. Ele amortece a resposta do cérebro ao estresse físico e emocional. Um programa regular de exercícios produz grande número de alterações no cérebro, inclusive novo crescimento e ramificação de pequenos vasos sanguíneos e aumento da complexidade geométrica de alguns dendritos neuronais. Exercícios físicos são associados a uma série de alterações bioquímicas inter-relacionadas, inclusive aumento do nível de uma proteína-chave chamada BDNF (fator neurotrófico deriva­do do encéfalo). Atualmente não se sabe muito bem quais dessas alterações morfológicas ou bioquímicas fundamentam os efeitos benéficos do exercício voluntário no funcionamento cerebral, mas trata-se de uma área que vem sendo ativamente pesquisada.
História
Os corsários alemães da Primeira Guerra Mundial
Os cruzadores de batalha britânicos Invincible e Inflexible, já não mais necessários no Atlântico Sul, partiram de volta para casa quatro dias depois de destruírem a esquadra de Spee. Os navios que eles deixaram para trás se concentraram em perseguir o Dresden, que tinha retornado para o Pacífico depois de sobreviver à Batalha das Malvinas com a intenção de chegar às Índias Orientais. O Dresden conseguiu afundar apenas um navio mercante Aliado antes que problemas com o motor e a falta de carvão levassem seu capitão a solicitar internação em Más a Tierra (ilha Robinson Crusoé), nas ilhas Juan Fernandez, a 640 km da costa chilena. Em 14 de março de 1915, o Kent e o Glasgow o encontraram e abriram fogo, ignorando a internação, o que levou o capitão do Dresden a afundar seu próprio navio.
Psicologia
Comportamento sexual, prazer e o sistema nervoso
Nosso comportamento humano em relação a drogas ou comida, sugere que basicamente somos iguais aos outros mamíferos. Apesar de termos um neocórtex maior do que o de um camundongo ou um macaco e, dessa forma, maior capacidade de neutralizar nossos impulsos subconscientes com controle cognitivo, na essência nossas reações a comida e substâncias psicoativas são as mesmas que as dos nossos parentes mamíferos distantes. O mesmo não se aplica ao nosso sistema reprodutivo. Como a sua gata bem sabe, os seres humanos são, em termos relativos, muito diferentes nessa área. Na maioria dos outros mamíferos, a fêmea anuncia sua fertilidade com sinais claros: gestos e chamados sexuais distintivos, odores, intumescência, e assim por diante. Machos e fêmeas normalmente não se aproximam um do outro para fazer sexo fora desses períodos férteis. Por outro lado, fêmeas humanas ocultam a ovulação, de forma que não há indicativos claros do ciclo ovulatório de uma mulher. Com efeito, apesar de as mulheres poderem se treinar para detectar a própria ovulação, não há evidência de conhecimento instintivo da ovulação em seres humanos. Uma consequência disso é que a maior parte do sexo humano, até a relação sexual peniana-vaginal mais humana, é recreativa: ela não se restringe aos períodos férteis. Ela chega a ocorrer em situações nas quais a concepção é completamente impossível, como durante a gravidez ou depois da menopausa.
Mitologia
A Desgraça de Quetzalcoatl
A lenda de Quetzalcoatl, rei de Tula, é a mais controversa do arsenal mítico pré-colombiano. Mistura magistralmente confusa de história e mito, é uma dessas criações que, sendo antiquíssimas, parecem também saídas das páginas modernas de Mareei Schwob ou Jorge Luis Borges. Com seu enredo intrincado e seu jogo permanente de máscaras - Quetzalcoatl atua sob a forma de dois reis sucessivos (um deles utilizando uma máscara de verdade), o mesmo ocorrendo com seu rival Tezcatlipoca, que se utiliza dos disfarces mais variados para destronar o seu rival -, a saga da Serpente Emplumada já foi definida de quase todas as maneiras, desde mito ameríndio genuíno até uma engenhosa patranha piedosa inventada pelos frades espanhóis para combater a prática dos sacrifícios humanos.