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Sacrifícios humanos maias
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História - Idade Antiga - Antiguidade Americana - Civilização Maia - Sacrifício Humano - Ritual de sacrifício humano
 
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Mitologias do Mundo - Histórias das | 2011 |
Mitologias do Mundo
Histórias das
Américas Antigas - As grandes civilizações | 2005 |
Américas Antigas
As grandes civilizações
A Civilização Maia -  | 1987 |
A Civilização Maia

O povo maia acreditava que a função do ser humano na terra era venerar os deuses. Sem o homem para realizar os rituais adequados, os deuses morreriam, o que acarretaria o desaparecimento do universo. Por conta disso, na vida cotidiana eles se dedicavam à realização das mais diferentes cerimônias, nas quais, para alimentar e apaziguar os deuses, eram comuns as oferendas, como flores, frutas e alimentos, que chegavam a ser preparados. Mas o ritual mais importante eram os sacrifícios de animais e de seres humanos. Os deuses, pensavam os maias, precisavam de sangue - a energia vital e sagrada. Todas as cidades possuíam um centro cerimonial onde eram realizados os rituais de adoração aos deuses. Grandes cerimônias públicas, realizadas em todo o império, estavam relacionadas com o calendário - eram festejadas datas como o Ano Novo, por exemplo - e incluíam os rituais de fertilidade, iniciativos, de adivinhação e curandeirismo, além dos referentes aos ciclos da vida: gravidez, nascimento, infância, puberdade, casamento e morte. Nos rituais de sacrifício, as vítimas eram escravos, inimigos capturados ou mulheres virgens.

 

JOGO MACABRO

Um dos principais ritos de sacrifício humano era uma espécie de jogo de bola, simbolizando a luta de contrários cósmicos. Esses contrários podiam ser o sol e a lua, as forças do dia contra as da noite. O jogo sempre estava relacionado com a luta sagrada de princípios astrais para a manutenção da vida.

Era precedido por uma procissão, seguida da decapitação de um prisioneiro ou escravo. Sua cabeça era usada como bola, simbolizando o astro que era venerado. Tinha início então o jogo, que imitava os movimentos do astro no céu. Ao realizá-lo os maias acreditavam que abasteciam o universo de magia, e assim garantiam a continuidade da vida.

Os sacrifícios humanos se intensificaram na cultura maia no período denominado pós-clássico (depois do ano 900), quando recebeu forte influência dos toltecas. As práticas mais comuns eram extrair o coração da vítima, executá-la com flechadas ou mesmo afogá-la em um canal ou rio.

 

A VIDA APÓS A MORTE

Os funerais eram muito importantes para preparar os indivíduos para a última grande passagem da vida. Crentes na imortalidade da alma, os maias cuidavam para que a viagem do morto até seu destino final - que variava de acordo com sua conduta em vida - fosse bem-sucedida. Segundo a tradição religiosa, durante essa última viagem o morto precisava ser alimentado e tinha de levar consigo os objetos que usara em vida. Por isso, as sepulturas de grandes senhores eram abastecidas com jóias, uma máscara que servia de identificação e um punhado de jade na boca para preservar o espírito. Os luxos incluíam ainda a presença, nos túmulos, de acompanhantes: escravos e mulheres eram sacrificados durante os ritos funerários.

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Referências Bibliográficas
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História
19/12/2014 | 13:44h
A Civilização Zapoteca
A civilização zapoteca foi uma das mais precoces da Mesoamerica em termos de feitos culturais. Situados na rica região do vale do Oaxaca, região centro-sul do Mexico, os zapotecas criaram sua própria capital política, chamada Monte Alban. Por mais de mil anos entre 500 a.e.c. e 750 d.e.c., a civilização zapoteca desabrochou, desenvolvendo uma escrita primitiva e um sistema matemático baseado em hieróglifos, construindo um estilo arquitetônico diferenciado e mantendo relações superpoderosas com a grande cidade de Teotihuacan.
Mitologia
12/12/2014 | 20:26h
As peregrinações Astecas
Os astecas demoraram-se tanto na sua peregrinação que, ao chegaram ao vale de Anahuac, no altiplano central mexicano, não foram mais reconhecidos nem mesmo pelas tribos com as quais haviam começado a peregrinação (a maioria delas já havia se estabelecido e prosperado na região). "O povo cujo rosto ninguém conhecia" assim ficou conhecida, na crônica pré-hispânica, a parcela dos nahua que, sob as ordens de Huitzilopochtli, desceram das vastidões áridas do norte para se estabelecer, por volta de 1280, nas cercanias do lago Texcoco.
Antropologia
16/11/2014 | 22:19h
A Pré-história e o início das produções culturais
Para compreender a evolução dos hominíneos e do homem, além dos registros fósseis que nos permitem conhecer a estrutura anatômica dessas espécies, os registros de ferramentas, sobretudo os utensílios de pedra, que, por sua natureza, não são tão perecíveis como os de madeira e outros materiais orgânicos, fornecem pistas muito importantes. As ferramentas encontradas junto aos sítios onde se encontram os ossos fósseis informam sobre o estilo de vida, o comportamento e a relação com o meio ambiente e com a sobrevivência desses indivíduos e grupos sociais.
História
10/11/2014 | 01:05h
O Colapso da União Soviética
O colapso da União Soviética e o ressurgimento da Rússia foram eventos marcantes, mas difíceis de descrever com profundidade. As linhas princi­pais são claras, já que grande parte da sua queda ocorreu em público sob escrutínio intenso da população soviética e russa, de jornalistas estrangeiros e dos governos do mundo. Porém, muitas decisões cruciais foram tomadas a portas fechadas e são demasiado recentes para serem objeto de estudo dos historiadores. Muitos dos principais acontecimentos da época já sumiram da memória, e outros foram provavelmente exagerados em relatos popu­lares e nas poucas tentativas acadêmicas de análise. Fontes reais são escas­sas, e autobiografias sensacionalistas e fragmentos de informação não são um bom material historiográfico. Para complicar as coisas, percepções dos eventos fora da Rússia e entre os russos e a maioria das antigas populações soviéticas diferem profundamente. A única coisa que é possível fazer é um esboço dos acontecimentos e de algumas das tendências sociais, políticas e econômicas mais óbvias de um quarto de século de reviravoltas, prestando alguma atenção na compreensão desses eventos e tendências por parte dos russos que os viveram.
História
09/11/2014 | 18:22h
A Guerra Fria
Guerra Fria estendeu-se pela totalidade dos últimos 46 anos da história soviética. Foi um confronto épico que varreu o mundo inteiro, de Berlim a Pequim, às regiões mais remotas da África e da América Latina. Durante a maior parte desse período, a União Soviética parecia ter uma boa chance de "vencer" de alguma forma, e de fato os seus adversários mais histéricos estavam convencidos de que ela era imensamente poderosa. Na realidade, a União Soviética saiu atrasada nessa corrida e nunca chegou perto de derrotar seu novo inimigo, os Estados Unidos. Durante a maior parte dessa época, ela lutou só para acompanhá-lo e sobreviver com seu poder recém-adquirido mais ou menos intacto.
Psicologia
07/11/2014 | 15:32h
A linhagem do Homem: Cérebro e comportamento dos Hominíneos
O sistema nervoso humano, decorrente de sua ancestralidade primata, é dotado de um sistema visual e de um cerebelo particularmente bem desenvolvidos. Em contrapartida, os bulbos olfatórios, relacionados ao sentido do olfato, reduziram-se de modo acentuado nos primatas e mais ainda nos humanos. Em relação aos grandes símios, como chimpanzés e gorilas, o cérebro humano revela lobos parietais relativamente grandes e lobos occipitais relativamente pequenos. As regiões pré-frontais (incluindo as áreas supraorbitais) desenvolveram-se ao máximo no Homo sapiens. Suas conexões fundamentais parecem ser com os lobos temporais e occipitais através dos feixes longitudinais associativos e com estruturas subcorticais como os núcleos da base e partes do sistema límbico.
História
02/11/2014 | 16:46h
A Cultura Soviética
Após a destituição de Kruchev, a nova liderança agiu rápido para pôr fim à campanha antirreligiosa e permitiu que as igrejas continuassem com uma existência modesta e fortemente vigiada que durou até os anos 1980. Lysenko finalmente perdeu seu monopólio do poder na Biologia, seu trabalho foi repu­diado e a genética ressurgiu como disciplina reconhecida. Até o fim da União Soviética, a relação das autoridades com a comunidade científica foi polida e colaborativa, mas não sem tensões sob a superfície. Para os escritores, todavia, o novo regime foi menos positivo.
História
20/10/2014 | 01:39h
A União Soviética na Segunda Guerra Mundial
Logo desde o início, a liderança soviética esperava uma invasão mais cedo ou mais tarde. Essa convicção provinha da situação efetiva da União Sovié­tica desde a revolução, da experiência de intervenção e hostilidade de quase todos os outros Estados e também da sua análise do mundo. Afinal, eles esperavam não só um ataque contra o seu próprio país, mas também uma guerra entre as potências ocidentais, e julgavam provável que a guerra no Ocidente viria primeiro. Sua análise do mundo derivava da visão de Lenin do estado mais atual do capitalismo, que ele estimava ser o período do im­perialismo. Ele acreditava que a Primeira Guerra Mundial fora resultado da concentração crescente do capital nas mãos de um pequeno número de enormes empresas e bancos semimonopolistas, o que levava, por sua vez, a uma competição exacerbada por mercados e recursos. O resultado foi a divisão do mundo entre grandes impérios e o desejo dos retardatários nesse processo, a Alemanha em particular, de redividir o mundo. Portanto, mes­mo sem a existência da URSS, outra guerra era inevitável. Stalin e a elite soviética aceitaram essa concepção do mundo sem nenhuma dúvida, e sua própria experiência histórica na Primeira Guerra Mundial, bem como sua observação das diversas rivalidades no mundo após 1918, somente reforça­ram sua convicção. Por outro lado, eles perceberam que as diferenças (“contradições”) entre as potências capitalistas poderiam ser temporariamente ignoradas numa aliança anticomunista ou que uma ou mais potências oci­dentais poderiam ser poderosas o bastante para atacá-los individualmente. Até 1933, a principal ameaça parecia vir do Império Britânico, a potência aparentemente hegemônica da época. O Exército Vermelho formulou seus planos de guerra presumindo que um ataque viria da Polônia e da Romênia com apoio - ou mesmo participação - dos britânicos (e talvez dos franceses). Os acordos militares defacto com a Alemanha de Weimar foram concebidos em part
Psicologia
15/10/2014 | 09:52h
Evolução Filogenética de algumas estruturas do Sistema Nervoso
Neste texto, são abordadas algumas estruturas e sistemas presentes no cérebro dos animais vertebrados para mostrar como diferentes partes e subsistemas do sistema nervoso central se transformaram ao longo da evolução filogenética. Serão apresentadas uma estrutura responsável pela postura, pelo equilíbrio e pelo movimento (cerebelo), outra responsável pela memória e pelo aprendizado (hipocampo), outra pelo processamento complexo das informações (córtex cerebral) e ainda uma outra estrutura recente só presente nos mamíferos placentários, responsável pela integração de informações entre os hemisférios cerebrais (corpo caloso). Por fim, expõem-se aspectos evolutivos de alguns importantes sistemas de transmissão da atividade neuronal dependentes de mecanismos químicos, os chamados neurotransmissores.
História
09/10/2014 | 13:27h
A estabilização do Partido Comunista e os primeiros passos da União Soviética
O fim da guerra civil apresentou à liderança soviética uma série de novos problemas, alguns imediatos e outros a longo prazo. Mesmo os Exércitos Brancos tendo sido derrotados, o descontentamento interno crescia rapidamente, nutrido pela situação econômica catastrófica e pelo ressentimento contra a ditadura do partido. Em 1920, na província de Tambov, na Rússia central, estourou uma grande revolta do campesinato, em grande parte apolítica mas nem por isso menos fervente. Foram necessárias forças importantes do Exército sob o comando de Tukhachevskii para reprimi-la.
Psicologia
08/10/2014 | 10:15h
Qual a função do choro e das lágrimas?
Enquanto tanto já se conhece sobre outros comportamentos, curiosamente pouco se sabe sobre os mecanismos cerebrais do choro, talvez porque ele seja tão facilmente acompanhado de soluços. O problema é que a ressonância magnética funcional, o método mais usado para visualizar dentro do cérebro as estruturas cuja ativação está relacionada com os mais variados comportamentos, exige perfeita imobilidade do voluntário cujo cérebro é estudado. Um pouco de emoção funciona – algo que dê certa tristeza ou coloque um sorriso no rosto, por exemplo. Mas os estímulos usados não podem levar os voluntários a gargalhadas ou a soluços. Portanto, nada de cócegas ou lágrimas.
História
07/10/2014 | 22:52h
Revolução Russa de 1917, distúbios econômicos, políticos e sociais
A participação da Rússia na Primeira Guerra Mundial não foi um acidente. Depois da Guerra Russo-Japonesa, a política externa da Rússia voltou-se para o oeste. Em 1907, a Rússia concluiu um tratado com sua rival de longa data, a Grã-Bretanha, para estabelecer um domínio conjunto sobre o Irã. Os russos tomaram controle da parte setentrional do país até Teerã, e os britânicos do Sul. Esse compromisso pôs fim à competição imperial anglo-russa na Ásia e fez que a Rússia se tornasse um aliado efetivo da Grã-Bretanha, bem como da França. Os únicos inimigos imagináveis eram a Alemanha e a Áustria. O acordo sobre a Pérsia armou o palco para os eventos de 1914, mas foram as rivalidades imperiais nos Bálcãs que proporcionaram a fagulha para a explosão. Ali, a Rússia enfrentava um Império Otomano ressurgente, aliado com a Alemanha e a Áustria, seguidas pela Bulgária. Nesse ponto, o único aliado da Rússia era a diminuta Sérvia, que estava exatamente no caminho da expansão austro-alemã no Sul. Uma série de crises nos Bálcãs nesses anos mostrou repetidamente a fraqueza da Rússia na região: ela não tinha aliados formais além da Sérvia, nem o poder informal derivado dos laços comerciais estabelecidos pelos alemães e austríacos, bem como os franceses e britânicos. Quando Gavrilo Princip assassinou o arquiduque austríaco em Sarajevo em 1914, Viena lançou um ultimato à Sérvia e a Rússia teve de apoiar a resistência sérvia. A credibilidade básica da Rússia estava em jogo, e o resultado foi a guerra. Ela não havia buscado a guerra, mas desviado em direção à crise, tal como estava fazendo em muitas outras áreas.
Psicologia
07/10/2014 | 14:30h
Pelo prisma da ansiedade
Não é preciso ter depressão para acordarmos numa manhã qualquer e, sem motivo específico, nos sentirmos sem esperança no futuro e incapazes de lembrar eventos gratificantes. Uma simples falta de ânimo já é o suficiente para acionar uma espécie de filtro que faz nossa mente captar e recordar apenas informações negativas. É dessa forma que a ansiedade atua: direcionando a atenção para estímulos específicos (em geral negativos).
História
03/10/2014 | 00:45h
A Revolução Russa de 1905
O quarto de século do assassinato de Alexandre II até a Revolução de 1905 foi de estagnação política. A reação do novo governo ao assassinato foi interromper o processo de reforma, afirmar publicamente a necessidade da autocracia e formular planos de contrarreformas. Estes últimos não resultaram em nada, mas o governo aproveitou toda possibilidade de bloquear a crítica, a discussão política e a organização entre o público. Apesar de retomar o patrocínio do desenvolvimento econômico nos anos 1890 sob o ministro das Finanças Sergei Witte, ele recusou-se a reconhecer as implicações da modernização continuada da sociedade, que resultava em parte das suas próprias medidas. O isolamento crescente do governo e sua própria falta interna de coordenação levaram a uma tentativa malograda de imperialismo moderno na Manchúria, tentativa que levou a uma guerra malsucedida com o Japão, que quase derrubou a monarquia.
Psicologia
02/10/2014 | 17:43h
Metacognição, pensar sobre o pensamento
Crenças e opiniões moldam nossa vida de maneira surpreendente. O problema é que, muitas vezes, aquilo que pensamos pode dificultar a tomada de decisões saudáveis e trazer bastante sofrimento emocional e físico. Diversas descobertas recentes, porém, sugerem que o treinamento metacognitivo é capaz de ajudar a amenizar transtornos de ansiedade e até reduzir sintomas psicóticos.
História
02/10/2014 | 11:46h
Ucrânia: mãe de todos os conflitos
A destituição do presidente Viktor Ianukovich acarretou, no último mês de março, a ocupação da Crimeia, república autônoma no seio da Ucrânia, por tropas russas. Desde então, os conflitos entre separatistas pró-Rússia no oeste do país e as tropas oficiais se acirraram e, mesmo com a tentativa de estabelecer um plano de paz desde junho, a solução do impasse parece distante. Esses acontecimentos nos fazem lembrar da importância estratégica dessa região (de maioria russófona) para a Rússia. E, como acontece cada vez que as relações entre os dois países se tensionam, ressurge a questão do estatuto da península da Crimeia. Esse episódio lançou luzes também sobre a situação paradoxal da Ucrânia: o país é, alternadamente, periferia da Europa ocidental e barreira defensiva da Rússia. Não é à toa que esse vasto território (603.000 km²) sempre foi disputado por vizinhos poderosos (a Polônia, o grão-ducado da Lituânia, a Rússia...).
Psicologia
02/10/2014 | 09:56h
O que é um psicopata?
O termo “psicopata” caiu na boca do povo, embora na maioria das vezes seja usado de forma equivocada. Na verdade, poucos transtornos são tão incompreendidos quanto a personalidade psicopática. Descrita pela primeira vez em 1941 pelo psiquiatra americano Hervey M. Cleckley, do Medical College da Geórgia, a psicopatia consiste num conjunto de comportamentos e traços de personalidade específicos. Encantadoras à primeira vista, essas pessoas geralmente causam boa impressão e são tidas como “normais” pelos que as conhecem superficialmente.
Psicologia
01/10/2014 | 22:58h
Drogas e doces e o sistema de recompensa
Inúmeras evidências científicas demonstram que o comer compulsivo e o consumo de drogas envolvem circuitos cerebrais com funcionamento semelhante. Essa constatação tem oferecido nova compreensão da obesidade e aberto caminhos para possibilidades de tratamento. Mas, afinal, que circuitos do cérebro são ativados pela adicção - seja de comida ou de substâncias tóxicas?
Psicologia
01/10/2014 | 16:54h
Como ocorre um insight
É provável que o insight mais famoso da história seja a situação que envolve o grito "Eureca!" de Arquimedes. A lenda conta que o antigo matemático grego foi desafiado a descobrir se a coroa que o rei Hieron II de Siracusa havia encomendado era feita de ouro maciço. Enquanto preparava seu banho, Arquimedes descobriu como medir o volume de um objeto e, portanto, sua densidade, depois de perceber o deslocamento da água ao entrar na banheira. Não sabemos se o fato aconteceu mesmo, mas ele permanece na história porque ilustra perfeitamente como ocorre um insight.
Psicologia
29/09/2014 | 10:57h
Como os conceitos de Freud se popularizaram?
Setenta e cinco anos após a morte do psicanalista Sigmund Freud, conceitos e frases que ele criou estão hoje profundamente arraigados na cultura popular. Como o jargão freudiano se popularizou dessa forma? Existe o Freud da literatura médica - o homem barbudo que fundou a psicanálise. O Freud que é constante fonte de debate entre acadêmicos. Depois existe o outro Freud, o Freud da mesa de bar. Aquele que você talvez mencione quando falar de um sonho, ou de um ato falho, ou de alguém que é meio apegado à mãe. Complexo de Édipo. Negação. Id, ego e superego. Libido. Retenção anal. Mecanismo de defesa. Símbolo fálico. Projeção. Não é só a terminologia de Freud que se espalhou pelo léxico popular - o próprio nome Freud virou um adjetivo.