Portal   História   Mitologia   Filosofia   Biblioteca   Login
   
   
   
Cidades Civilização Guerras Mapas Governantes Personalidades Vídeos Filmes Épicos
A verdade é, muitas das vezes, a mentira que melhor cai bem... Odsson Ferreira
Pré, Proto-História Convenção das Datas Idade antiga Idade Média Idade Moderna Idade Contemporânea
Tweeter
06:12h  
Introdução Fontes Administração Agricultura Artes Ciências
Cotidiano Direito Economia Educação Esportes Família
Filosofia Força Militar Geografia Lazer Política Religião
Sacrifícios humanos maias
Religião
História - Idade Antiga - Antiguidade Americana - Civilização Maia - Sacrifício Humano - Ritual de sacrifício humano
Comentários | Referências bibliográficas | Como citar essa página?
Versão para impressão

O povo maia acreditava que a função do ser humano na terra era venerar os deuses. Sem o homem para realizar os rituais adequados, os deuses morreriam, o que acarretaria o desaparecimento do universo. Por conta disso, na vida cotidiana eles se dedicavam à realização das mais diferentes cerimônias, nas quais, para alimentar e apaziguar os deuses, eram comuns as oferendas, como flores, frutas e alimentos, que chegavam a ser preparados. Mas o ritual mais importante eram os sacrifícios de animais e de seres humanos. Os deuses, pensavam os maias, precisavam de sangue - a energia vital e sagrada. Todas as cidades possuíam um centro cerimonial onde eram realizados os rituais de adoração aos deuses. Grandes cerimônias públicas, realizadas em todo o império, estavam relacionadas com o calendário - eram festejadas datas como o Ano Novo, por exemplo - e incluíam os rituais de fertilidade, iniciativos, de adivinhação e curandeirismo, além dos referentes aos ciclos da vida: gravidez, nascimento, infância, puberdade, casamento e morte. Nos rituais de sacrifício, as vítimas eram escravos, inimigos capturados ou mulheres virgens.

 

JOGO MACABRO

Um dos principais ritos de sacrifício humano era uma espécie de jogo de bola, simbolizando a luta de contrários cósmicos. Esses contrários podiam ser o sol e a lua, as forças do dia contra as da noite. O jogo sempre estava relacionado com a luta sagrada de princípios astrais para a manutenção da vida.

Era precedido por uma procissão, seguida da decapitação de um prisioneiro ou escravo. Sua cabeça era usada como bola, simbolizando o astro que era venerado. Tinha início então o jogo, que imitava os movimentos do astro no céu. Ao realizá-lo os maias acreditavam que abasteciam o universo de magia, e assim garantiam a continuidade da vida.

Os sacrifícios humanos se intensificaram na cultura maia no período denominado pós-clássico (depois do ano 900), quando recebeu forte influência dos toltecas. As práticas mais comuns eram extrair o coração da vítima, executá-la com flechadas ou mesmo afogá-la em um canal ou rio.

 

A VIDA APÓS A MORTE

Os funerais eram muito importantes para preparar os indivíduos para a última grande passagem da vida. Crentes na imortalidade da alma, os maias cuidavam para que a viagem do morto até seu destino final - que variava de acordo com sua conduta em vida - fosse bem-sucedida. Segundo a tradição religiosa, durante essa última viagem o morto precisava ser alimentado e tinha de levar consigo os objetos que usara em vida. Por isso, as sepulturas de grandes senhores eram abastecidas com jóias, uma máscara que servia de identificação e um punhado de jade na boca para preservar o espírito. Os luxos incluíam ainda a presença, nos túmulos, de acompanhantes: escravos e mulheres eram sacrificados durante os ritos funerários.

Referências Bibliográficas
Versão para impressão
Como citar essa página?    
 
 
   
Introdução Fontes Administração Agricultura Artes Ciências
Cotidiano Direito Economia Educação Esportes Família
Filosofia Força Militar Geografia Lazer Política Religião
Mitologias do Mundo
Histórias das
Mitologias do Mundo - Histórias das | 2011 |
Nano Gardin
272 Páginas
2011 / 1ª Edição
Editora Texto & Grafia
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
A Civilização Maia
A Civilização Maia -  | 1987 |
Paul Gendrop
110 Páginas
1987 /
Editora Zahar
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Américas Antigas
As grandes civilizações
Américas Antigas - As grandes civilizações | 2005 |
Nicolas J. Saunders
240 Páginas
2005 / 1ª Edição
Editora Madras
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
  Todas as notícias
Ritual de Sacrifício humano

Ritual de sacrifício humano maia.

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Ritual de sacrifício humano

Gravura representando ritual de sacrifício humano.

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
  Banco de Imagens Todas as notícias
O Behaviorismo de Watson
Psicologia - História da Psicologia
A bonita e jovem aluna do curso de pós-graduação segurava o bebê enquanto o psicólogo segurava o martelo. Vagarosamente ela abanava sua mão no ar para manter a atenção do bebê de modo que ele se ligasse nela e não virasse sua cabeça e olhasse para outro lugar. Assim, a criança distraida, não vê o bastão de metal de 1,2 m de comprimento por 2 cm de largura, pendurado no teto. Ele não viu o homem que leva...
Personalidade e Psique segundo Jung
Psicologia - Psicologia Analítica
O Termo Psique tem origem no latim e significa originalmente espirito, alma e principio de vida. Nas últimas décadas, passou a significar mente e em alguns segmentos do conhecimento como a psicologia, a ciência da mente. Jung usava a palavra Psique para denominar a personalidade como um todo, pois para ele uma pessoa é, antes de qualquer coisa, um “todo” e não uma união de pedaços. Dessa forma, ela abra...
Os feitos e a natureza de Dioniso
Mitologia - Mitologia Grega
Por ordem de Hera, os titãs capturaram Dionísio, filho recém-nascido de Zeus, uma criança dotada de chifres, coroada com serpentes, e, apesar de suas transformações, eles o reduziram a pedaços, os quais ferveram numa caldeira enquanto uma romã brotava do solo onde havia caído seu sangue. Mas, resgatado e reconstituído por sua avó Réia, ele retornou à vida. Perséfone, a quem Zeus encarregara de tomar con...
Os limites da raiva e do perdão
Psicologia - Psicologia do Comportamento
A emoção faz parte da vida huma­na e sem ela provavelmente a vida não teria muito sentido. Na verdade, é uma experiência subjetiva ligada ao jeito de ser de cada um, como personalidade ou temperamento. Ela sempre é motivada por alguma coisa, boa ou má, que nos afeta diretamente. Neste contexto, pode-se dizer que a emo­ção provoca reações. Esta situação pode ser observada facilmente com os comportamen­to...
Chantagem Emocional
Psicologia - Psicanálise
Você tem medo de ser reprovado ou tem medo do outro? Você sente que deve a alguém uma obrigação, mesmo quando se trata de algo que você não deseja fazer ou que é ruim para você? Você se sente culpado quando não cede às solicitações do outro? Situações deste tipo fazem você se sentir que não é uma pessoa boa? De acordo com a autora Susan Forward, se você respondeu sim a qualquer destas pergun­ tas, exist...
Fios, seduções e olhares: os primórdios 'psi' nas terapias para corpos e mentes perturbados
Psicologia - História da Psicologia
Viena, último quarto do século XVIII. A mansão da Landstrasse número 261 recebe músicos famosos no teatro montado no jardim; nas reuniões são servidas as mais sofisticadas iguarias, enquanto os convidados passeiam entre as estátuas, apreciam a piscina circular de mármore e sobem o pequeno morro para avistarem o Danúbio. Trata-se da casa de Franz Anton Mesmer (1734-1815), um alemão enriquecido pelo matri...
Behaviorismo: As influências anteriores
Psicologia - História da Psicologia
Hans, o Esperto, foi o cavalo mais famoso de toda a história da psicologia. Naturalmente, ele foi o único cavalo na história da psicologia, mas isso não diminui suas realizações extraordina­riamente brilhantes. No início da década de 1900, praticamente toda pessoa culta da Europa e dos Estados Unidos já ouvira falar a respeito de Hans, o cavalo prodígio. Ele foi o cavalo mais esperto do mundo e conhecid...
Papiro que fala da esposa de Jesus não é falso, diz pesquisa
História - Civilização Egípcia
Um pedaço de papiro antigo que contém uma menção à esposa de Jesus não é uma falsificação, de acordo com uma análise científica do controverso texto, declararam nesta quinta-feira pesquisadores americanos. Acredita-se que o fragmento seja proveniente do Egito e contém escritos na língua copta, que afirmam: "Jesus disse-lhes: 'Minha esposa...'". Outra parte diz ainda: "Ela poderá ser minha discípula". ...
Comparação e genealogia na psicologia inglesa no século XIX
Psicologia - História da Psicologia
A obra de Charles Darwin (1809-1882) marcou de maneira incontornável a concepção do vivo no século XIX e os cinquenta anos que sucederam a publicação de Origem das espécies (1859) podem ser chamados de era darwiniana não só na psicologia, mas na biologia e nas ciências sociais (Jacquard, 1986). Ao final de sua obra marco, Darwin “visualiza novos campos que se estendem para pesquisas ainda mais important...
Funcionalismo Fundação e Evolução
Psicologia - História da Psicologia
Ele foi um dos homens mais famosos do mundo; contudo, frequentemente andava pelas ruas de Londres usando protetores de orelha para proteger seus pensamentos de interferências externas. Sempre que sons o perturbavam, seu dia estava arruinado. Charles Darwin o chamava de "nosso filósofo", e, frequentemente, era possível vê-lo va­gando sem rumo "sem conseguir se concentrar, escrever ou mesmo ler” (Coser, 1...
Wilhelm Wundt e o estudo da experiência imediata
Psicologia - História da Psicologia
ilhelm Wundt (1832-1920) é normalm ente considerado, na historiografia da psicologia, como o fundador da psicologia científica, tí­tulo este que está diretamente relacionado ao fato de ter criado, em 1879, o Laboratório de Psicologia na Universidade de Leipzig, na Alemanha. Além disso, é um dos autores mais citados e mencionados nos manuais de história da psicologia. Entretanto, apesar de toda essa fama...
300 anos dos Romanov
História - Rússia
Em 11 de Julho de 1613, um novo czar foi coroado na Ca­tedral da Assunção, em Moscou. Seu nome era Miguel Feodorovich e nele eram depositadas grandes esperanças. O inexperiente Estado russo tinha acabado de sair de um período de quinze anos de guerras externas e revoltas inter­nas, chamado Tempos Difíceis, e esperava-se que o jovem de dezesseis anos, Miguel Feodorovich, trouxesse para a Rússia dias melh...
A psicologia no recurso aos vetos kantianos
Psicologia - História da Psicologia
Para entender os rumos da psicologia, especialmente na Alemanha do século XIX. é necessário em primeiro lugar entender as críticas a que foi submetida desde o final do século XVIII. E o mais notável de todos os seus críticos foi Imannuel Kant, considerado o inaugurador da filosofia contemporânea. A ele caberá a colocação dos novos parâmetros para o conhecimento ocidental....
Paranóia - um rascunho pré-psicanalítico (FREUD 1894)
Psicologia - Psicanálise
Na psiquiatria, as idéias delirantes situam-se ao lado das idéias obsessivas como distúrbios puramente intelectuais, e a paranóia situa-se ao lado da loucura obsessiva como um psicose intelectual. Se as obsessões já foram atribuídas a uma perturbação afetiva e se encontrou prova de que elas devem sua força a um conflito, então a mesma opinião deve ser válida para osdelírios, e também estes devem ser con...
Transiberiana, a mais longa ferrovia do mundo
História - Rússia
Para aqueles que tiveram o privilégio de percorrê-lo, ele é bem mais do que uma experiência. Uma referência, um mito. Impossível esquecê-lo. Basta evocar o rolamento do caminho de ferro na imensidão siberiana – caleidoscópio de paisagens diversas – para despertar a curiosidade. A ferrovia mais longa do mundo – quase 10 mil quilômetros, um quarto da circunferência da Terra na altura do Equador – ainda in...
O espaço infantil no mundo pós moderno
Psicologia - Psicologia do Desenvolvimento
A sociedade européia medieval, até por volta do século XII, não retratava as crianças, o que, para Philippe Áries, significa que a criança ainda não tinha um espaço definido na sociedade. Alguns séculos depois, o pintor espanhol Diego Velásquez, retratista oficial da corte espanhola em 1623, reproduzia imagens de crianças, como seus netos ou a Princesa Infanta Margarida, filha do Rei Felipe, mas nessas...
Ideias Psicológicas na cultura Luso-brasileira, do séc. XVI ao XVIII
Psicologia - História da Psicologia
As instituições superiores de ensino são criadas no Brasil somente no século XIX, o que faz com que a psicologia percorra outros caminhos em sua história entre nós. Indica-se a reconstrução de conhecimentos e práticas psicológicas presentes no contexto de culturas e sociedades específicas, expressivos das diversas “visões de mundo” que as caracterizam. Entende-se por visão de mundo aquele conjunto de as...
Estudo comparativo das paralisias (Freud 1888-1893)
Psicologia - Psicanálise
Na época em que, em 1885 e 1886, fui aluno de M. Charcot, ele teve a grande amabilidade de me confiar a tarefa de efetuar um estudo comparativo das paralisias motoras orgânicas e histéricas, baseado nas observações do Salpêtrière, na esperança de que tal estudo pudesse revelar algumas características gerais da neurose e proporcionar melhor visão da sua natureza. Por motivos fortuitos e pessoais, durante...
Um caso de cura pelo Hipnotismo (Freud 1893)
Psicologia - Psicanálise
Já havia vários anos que eu conhecia a senhora a quem pude, desse modo, proporcionar atendimento numa fase importante de sua existência, e ela permaneceu sob minha observação, posteriormente, por vários anos. O distúrbio do qual foi aliviada pela sugestão hipnótica tinha surgido, pela primeira vez, algum tempo antes. E havia em vão lutado contra ele e, devido a tal problema, tinha sido forçada a uma lim...
Neurônios e Processos sinápticos
Psicologia - Neuropsicologia
O sistema nervoso funciona como um dispositivo capaz de perceber variações energéticas do meio externo ou interno no organismo, analisar essas variações quanto à sua qualidade, intensidade e localização para, finalmente, organizar comportamentos que constituam uma resposta adequada ao estímulo que foi apresentado ao indivíduo. Este ciclo de atividades é normalmente referido como arco reflexo. As variaçõ...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

>