Pré, Proto-História (246mil a.e.c.)
Idade Antiga (4000 a.e.c. - 476 d.e.c.)
Idade Média (476 - 1453 d.e.c.)
Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
Idade Contemporânea (1789 - 1946 d.e.c.)
Era da Informação (1946 - Presente)
História da vida privada - Do império romano ao ano mil | 2009 |
O Islã - E a formação da Europa de 570 a 1215 | 2009 |
FATOS D.E.C.
305
d.e.c.
Civilização Romana
Ascensão de Constantino e a tolerância ao cristianismo
337
d.e.c.
Civilização Romana
Os sucessores de Constantino
476
d.e.c.
Civilização Romana
Queda do Império Romano do Ocidente
527
d.e.c.
Império Bizantino
O governo de Justiniano
553
d.e.c.
Império Bizantino
A reconquista da Itália romana pelo império bizantino
603
d.e.c.
Civilização Persa
Khosrau II, Imperador Persa, declara guerra ao Império Bizantino
613
d.e.c.
Civilização Persa
Os Sassanidas atacam o Império Bizantino
678
d.e.c.
Império Bizantino
Constantino IV defende constantinopla do avanço muçulmano
691
d.e.c.
Império Bizantino
O Concílio de Trullo
691
d.e.c.
Império Bizantino
A guerra dos símbolos
717
d.e.c.
Civilização Árabe
Novo fracasso árabe na tentativa de conquistar Constantinopla
754
d.e.c.
Lombardos
A invasão dos lombardos e a consolidação do poder papal e dos francos pepinídeos
TEXTOS
Civilização Árabe
A origem do Islã e os primeiros conflitos com o ocidente
Civilização Romana
O Império Romano não acabou em 476
Todos Império Bizantino
Todos Textos
CIDADES
Baixo Egito
Fundada em: 304 a.e.c.
Heraklion
Cerca de 45km a ocidente de Alexandria fica Abu Sir, a antiga Taposiris Magna, importante cidade do período ptolomaico, que tem um templo inacabado em estilo egípcio. O muro da vedação é de calcário, em vez do tradicional tijolo, mas as técnicas de construção são as do tijolo. O lado oeste do muro de vedação tem a forma de um pilone de entrada. O templo não tem inscrições e não pode, portanto, ser datado com precisão. Ali perto encontrava-se uma vasta necrópole de animais, o que constitui mais
Baixo Egito
Fundada em: 332 a.e.c.
Alexandria
A megalomania de Alexandre fez com que construísse cerca de trinta cidades em sua própria honra, algumas chamadas Alexandrópolis, mas, a maioria, tendo o nome de Alexandria. No final de sua marcha, após a morte de seu amado cavalo Bucéfalo, antes de dar meia volta e iniciar a navegação rumo à Babilônia, onde morreria, Alexandre fundou a única cidade de sua expansão cujo nome não era em sua homenagem: Bucefália, em nome de seu cavalo. Segundo Plutarco, que é muito verossímil, aliás, a construção
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Z
CIVILIZAÇAO
Vikings | Economia
O comércio dos vikings com bizâncio e o oriente
Império Bizantino | Religião
Ícones cristãos no governo de Justiniano I
Todos Textos
GUERRAS
IMAGENS Império Bizantino
Mosaico de Jesus
Islã
A moeda de Justiniano II
Ataque do Islã contra Constantinopla
Todas Imagens

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ULTIMAS ATUALIZAÇOES
Mitologia
O mago Merlin
Era uma vez, na Bretanha, uma moça que deu à luz um bebê tão peludo como nunca se tinha visto igual. Ela pediu às pessoas que ajudaram seu parto que o levassem imediatamente à igreja para ser batizado. - Que nome quer lhe dar? - O nome de seu avô materno - respondeu a moça. O bebê então recebeu o nome de Merlin. Ora, o pai de Merlin era um diabo, mas isso a mãe não tinha coragem de contar para ninguém. Um dia, embalando o menino nos braços, ela o beijou, apesar de sua feiúra, e disse: - Já que não posso contar quem é seu pai, meu querido, vou dizer que você é uma criança sem pai. Conforme a lei, vou ser condenada à morte, mesmo sem merecer. - Certamente você não vai morrer por causa do meu nascimento. Merlin tinha então só nove meses. Sua mãe ficou tão assustada ao ouvi-lo falar que o deixou cair. O menino começou a chorar, chamando a atenção de todos os vizinhos, que quiseram saber a causa daquele barulhão. Por acaso a mãe de Merlin esta­va querendo matá-lo? A quem lhe perguntava, a moça dizia: - Imagine que Merlin fala como adulto! Querendo ouvi-lo, algumas pessoas puseram-se a provocá-lo: - Ah, para sua mãe melhor seria que você nunca tivesse nascido. - Calem-se - gritou o bebê de repente, vermelho de raiva. - Deixem minha mãe em paz. Enquanto eu viver, ninguém ousa­rá fazer-lhe mal ou julgá-la, a não ser Deus.
História
Cultos sagrados da fertilidade, sexo e amor em Roma - do falo a Vênus
Os Romanos, que gostavam de se dizer o mais “religioso” dos povos e que reconheciam e honravam divindades em número superior a qualquer outro [com exceção talvez dos hititas], não podiam deixar de ser sensíveis ao carácter sagrado deste instinto amoroso, capaz de transformar os seres, de arrancá-los a si mesmos e cujo poder, igualmente sentido pelos homens e por tudo o que vive, submete às suas leis toda a natureza. Não surpreende verificar que o amor tinha as suas divindades, os seus ritos, a sua magia. O culto que se prestava às primeiras, a observância religiosa de práticas cuja origem se perdia na noite dos tempos, tudo isso tinha por finalidade, umas vezes, desenvolver ao máximo ou exaltar as forças criadoras do ato de amor e, outras, controlar ou disciplinar o que nelas se descobria de anárquico e colocá-las ao serviço do bem da cidade.
História
Ollamaliztli, o jogo de bola asteca
O jogo de bola que Huemac e Tlaloc disputaram era uma das práticas rituais mais importantes da civilização asteca. Longe de praticarem apenas um desporto, os jogadores encenavam uma representação cósmica e mística, culminando eventualmente no sacrifício humano do perdedor. O significado simbólico do jogo variava de povo para povo. Entre os astecas, por exemplo, ele era visto como uma alegoria do eterno duelo entre Huitzilopochtli (o Sol) e as forças noturnas da destruição; já entre os maias quichés, o simbolismo estava centrado na luta entre a vida e a morte, temática central do Popol Vuh, o livro sagrado dos maias (as canchas seriam espécies de portais místicos que davam acesso ao Xibalba, o inframundo maia). Ao mesmo tempo, havia nessas partidas um aspecto profano indubi­tável, já que durante a sua realização a plateia divertia-se e empolgava-se como em qualquer jogo de futebol moderno, realizando apostas elevadíssimas que podiam incluir a esposa, os filhos e a própria liberdade do apostador. O epílogo sangrento também devia ser muito apreciado pela maioria da plateia, sequiosa de barbárie, tal como acontecia nos autos de fé medievais, nos enfor­camentos do velho oeste ou nas touradas que, ainda hoje, fazem o deleite da parcela menos esclarecida da humanidade.
Mitologia
Verdade e Mentira
Parece que em alguma ocasião Verdade havia tomado uma faca emprestada a seu irmão e, quando chegou o momento de a restituir, descobriu que a havia perdido. Explicou o fato, com muitos pedidos de desculpas à Mentira, prometendo reparar tudo com outra faca. A substituição foi rejeitada por Mentira que com absurda fúria disse à Enéade que a faca desaparecida era única: «A lâmina era a montanha de Ial, o cabo era feito de madeira de Copto, a bainha era o túmulo do deus e as correias eram do gado de Kal.» Resolvido a exigir do irmão o que considerava uma justa retribuição, Mentira insistiu em um julgamento legal e fez Verdade comparecer perante um tribunal presidido pela assembleia dos nove deuses da Enéade. Os motivos que teve para tomar tão severa providência eram inspirados por um ódio profundo. A verdade é que Mentira esperava não apenas uma retribuição pelo prejuízo que tivera com a perda da faca, mas também ferir Verdade de uma maneira tão profunda que ele nunca mais criasse problemas no futuro.
História
As mulheres e a fundação de Roma
Se é verdade que as lendas de um povo ou de uma raça nos revelam os traços mais profundos e as aspirações da sua alma, as de Roma, pelo lugar que concedem às histórias de amor, sugerem que os duros conquis­tadores do mundo dissimulavam em si uma ternura mais exigente do que eles mesmos se permitiram confessar. A história da sua cidade começa com um romance de amor: a paixão súbita do deus Marte pela “vestal” Reia Sílvia. Mas, se formos mais atrás ainda, até ao tempo em que, sob as muralhas de Tróia, se decidiu a sorte do mundo futuro, foi ainda um romance de amor que determinou o desenrolar dos destinos e no fim do qual começa a fortuna de Roma. Este romance dos primeiros tempos é contado por um Hino Homérico.