Pré, Proto-História (246mil a.e.c.)
Idade Antiga (4000 a.e.c. - 476 d.e.c.)
Idade Média (476 - 1453 d.e.c.)
Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
Idade Contemporânea (1789 - 1946 d.e.c.)
Era da Informação (1946 - Presente)
Historical Atlas of Ancient Egypt - Penguin | 1996 |
O Egito dos Grandes Faraós - Historia E Lenda | 2007 |
História da Psicologia Moderna -  | 2009 |
História da Antiguidade Oriental -  | 1969 |
Os Russos -  | 2012 |
Biblioteca de Alexandria - As Histórias da Maior Biblioteca da Antiguidade | 2010 |
FATOS A.E.C.
FATOS D.E.C.
FATOS HISTORICOS
1915
Século XX
d.e.c.
Primeira Guerra Mundial
Primeira Guerra Mundial - A derrota britânica em Galípolli e a expulsão dos aliados do estreito de Dardanelos
1914
Século XX
d.e.c.
Primeira Guerra Mundial
Primeira Guerra Mundial - As batalhas de Champagne, Ypres e Artois
TEXTOS
Primeira Guerra Mundial
Os corsários alemães da Primeira Guerra Mundial

Os cruzadores de batalha britânicos Invincible e Inflexible, já não mais necessários no Atlântico Sul, partiram de volta para casa quatro dias depois de destruírem a esquadra de Spee. Os navios que eles deixaram para trás se concentraram em perseguir o Dresden, que tinha retornado para o Pacífico depois de sobreviver à Batalha das Malvinas com a intenção de chegar às Índias Orientais. O Dresden conseguiu afundar apenas um navio mercante Aliado antes que problemas com o motor e a falta de carvão levassem seu capitão a solicitar internação em Más a Tierra (ilha Robinson Crusoé), nas ilhas Juan Fernandez, a 640 km da costa chilena. Em 14 de março de 1915, o Kent e o Glasgow o encontraram e abriram fogo, ignorando a internação, o que levou o capitão do Dresden a afundar seu próprio navio.

Mitologia Asteca
Os céus e os submundos astecas

Diz a lenda que ele se originou de parte do monstro Cipactli, um crocodilo gigante que foi esquartejado pelos deuses. Parte dele se converteu na Terra e parte no céu, que foi erguido por quatro deuses ou gigantes e sustentado por pilares, a fim de não tornar a se juntar à Terra. Cipactli foi homenageado no calendário mágico (tonalpohualli) como o primeiro dos vinte signos do "zodíaco" asteca.  Mas que forma passou a possuir a Terra após essa gênese violenta? Jean Marcilly diz que, para os astecas, a Terra é um disco chato, cruzado pelos pontos cardeais, sendo o ponto de confluência de duas pirâmides, cujos vértices principais se tocam. A pirâmide de cima são os céus; a de baixo, os inframundos. A de cima recebe as horas do dia; a de baixo, as horas da noite.

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CIDADES
Mesopotâmia
Fundada em: 3000 a.e.c.
Quich
Era a casa do deus Enlil, e tinha a similitude de uma “capital federal” que acolhia delegados de todas as cidades para a eleição do “lugal”, em época de guerra. As cidades em geral tinham um deus protetor. Em Quich era Zababa ou Ninurta, o deus da guerra.
Alto Egito Meridional
Fundada em: 690 a.e.c.
Philae
Os egípcios atribuíram uma etimologia ao nome Philae ilha do tempo [de rá], o que implica que este local recriava o mundo primordial quando o deus-sol reinava sobre a Terra. Na vizinha ilha de Biga encontrava-se o Abaton, ou morro puro, um dos muitos túmulos de Osíris do país. Chegava-se a este túmulo atravessando o pequeno templo de Biga, em frente de Philae. O templo de Ísis constituiu o zénite arqutetônico de Philae e, assim, o mais importante par de divindades daquele período tinha uma
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Civilização Egípcia
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CIVILIZAÇAO
Civilização Asteca | Religião
A eternidade da alma Asteca

Como os astecas concebiam o surgimento da vida? E o destino do homem após a morte?

Existem várias interpretações, segundo a escatologia asteca. Para Alfredo López Austin, a geografia do mundo asteca está dividida em três planos - subterrâneo, terreno e celestial -, todos ligados pela árvore cósmica de Tamoanchán, chamada Xochtlicacín (De Onde Brotam as Flores). O plano subterrâneo, onde estão fincadas as raízes da árvore, se chama Chicnauhmictlín (O Nono Lugar do Inframundo). O plano terrestre, ocupado pelo tronco da árvore, se chama, por sua vez, Tlalticpac (A Superfície da Terra), e se compõe de quatro planos. E, finalmente, onde estão esparramados os galhos mais altos, situa-se o Chicnauhtopin (Os Nove Lugares Celestiais).

No começo dos tempos, por dentro do tronco, fluíam as energias do céu e do inframundo, enroscadas, mas não misturadas. Com o pecado dos deuses, entretanto, rompeu-se o tronco e as duas seivas, superior e inferior ou "quente e fria”, segundo a terminologia mítica -, misturaram-se, dando origem ao caos mortífero da vida terrena.

Mas de onde se origina a vida do homem?

Seu ponto de partida se dá sob a forma simbólica de uma “semente” (ochlachtli) originária do nível mais inferior do inframundo. Essa semente - às vezes chamada de “coração” -, desprovida de qualquer pecado ou impureza, é colocada no Tlalocan, o paraíso do deus Tlaloc, onde aguarda o chamado da vida. Quando as duas forças, superior e inferior, se conjugam na semente, ela é trazida, então, à vida no Tlalticpac terreno, onde nasce sob a forma de uma criança.

Ao ingressar na Terra, contudo, a criança é envolvida pelas energias inferiores do inframundo, tais como a morte, o sexo e o pecado, o que a obriga a ser submetida, logo após o nascimento, a um ritual de purificação, semelhante ao do batismo cristão. Com o passar dos anos, dependendo da pessoa e dos seus esforços, pode acontecer de ela conseguir eliminar quase que totalmente estas “forças frias”, a ponto de se tornar algo semelhante a um iogue ou um santo cristão. (Esse processo de aquisição de forças divinas, adverte López Austin, ocasiona a perda da sexualidade, o que representa um bem, já que o sexo é visto no esoterismo asteca como um dos elos da cadeia nefasta que conduz à degeneração e à morte.)

Finalmente, quando o homem morre, o seu “coração” ou “semente” é recambiado de volta para o nível mais profundo do inframundo, sofrendo no caminho um demorado processo de "eliminação das impurezas”. (Esse processo estaria retratado na árdua viagem de quatro anos que os “mortos comuns” devem empreender antes de alcançar o último nível do inframundo).

Mas, e depois dessa purificação, o que acontece ao morto?

Na hipótese mais conhecida, o morto simplesmente desaparece após uma estadia de quatro anos no último nível do Mictlán. (O que não deixa de ser um contrassenso: se o destino é desaparecer para sempre, para que esta “prorrogação” da vida, trabalhosa e absolutamente inútil?)

Numa segunda hipótese, quase tão aflitiva quanto a primeira, o morto, transformado novamente em semente “limpa" e completamente despersonalizada, fica pronto para retornar ao Tlalticpac (a Terra), numa espécie de "reencarnação asteca”. (Matos Moctezuma compara a descida aos nove níveis do inframundo como uma gestação às avessas, na qual o morto retrocede à condição de semente, estando pronto para recomeçar o ciclo de uma nova vida terrena.) López Austin acrescenta que um dos termos aplicados ao inframundo -Ximoayan -, que deriva do verbo “polir”, pode ser uma indicação de que o inframundo é o local onde se procede à “purificação” da semente para uma posterior reutilização.

Finalmente, numa terceira e última hipótese, o morto deve executar algum tipo de trabalho retributivo no Além, celestial ou subterrâneo - conforme tenham predominado em seu coração as energias do “alto” ou de “baixo” antes de ir gozar (presume-se que para sempre) das delícias da Árvore Celestial.

Civilização Asteca | Religião
Os céus e os submundos astecas

Além da geografia horizontal, os astecas também possuíam uma vertical: um universo escalonado, composto por 22 níveis, divididos em 13 céus e 9 inframundos. A Terra, chamada de Tlalticpac ("Sobre a Terra"), era considerada o primeiro piso - ou a "capa" do inframundo.

Tlalticpac, o mundo terreno.
Diz a lenda que ele se originou de parte do monstro Cipactli, um crocodilo gigante que foi esquartejado pelos deuses. Parte dele se converteu na Terra e parte no céu, que foi erguido por quatro deuses ou gigantes e sustentado por pilares, a fim de não tornar a se juntar à Terra. Cipactli foi homenageado no calendário mágico (tonalpohualli) como o primeiro dos vinte signos do "zodíaco" asteca.
Mas que forma passou a possuir a Terra após essa gênese violenta? Jean Marcilly diz que, para os astecas, a Terra é um disco chato, cruzado pelos pontos cardeais, sendo o ponto de confluência de duas pirâmides, cujos vértices principais se tocam. A pirâmide de cima são os céus; a de baixo, os inframundos. A de cima recebe as horas do dia; a de baixo, as horas da noite.
Ao redor do Tlalticpac (Terra) está um rio chamado Chicunauhapín ("A Corrente dos Nove").

A REGIÃO CELESTE
Do topo para baixo, são estes os céus astecas, em grau de importância:

13° céu: Omeyocín. ("Região da Dualidade"). Morada do deus supremo Ometeotl, "O Senhor da Dualidade", que se compõe de duas divindades: Ometecuhtli (masculino) e Omecihuatl (feminina). Ambos são os criadores de todos os demais deuses e de tudo quanto há no universo;

12° céu: Teteocín ("Morada dos Deuses"). A região onde os deuses vivem e assumem as mais diversas aparências;

11° céu: Yayauhtlín ("Região Vermelha"). Região do Sol no crepúsculo;

10° Céu: Cozauhquitlín ("Região do Amarelo"). Região da divindade amarela (teotlcozauhca);

9° Céu: Iztlín ("Região Branca"). Região da divindade branca (teotliztaca);

8° Céu: Iztlacoliuhqui ("Região Onde se Chocam as Lâminas de Obsidiana"). Essa região celeste é assim chamada porque nela se dão as tempestades. Tezcatlipoca comparece ali, junto com Tlaloc, disfarçado de deus do frio (Iztlacoliuhqui);

7° céu: Ilhuicatl Xoxouhqui ("Aquele que Mostra seu Rosto Durante o Dia"). É o céu do deus nacional asteca Huitzilopochtli, cujas cores são o azul e o verde;

6° Céu: Yayauhco ("Região Celeste Verde e Negra"). O céu dominado por Tezcatlipoca (verde e negro são as suas cores características). É a região onde nasce a noite;

5° Céu: Ilhuicatl Mamoloaco ("Lugar Onde as Estrelas Fumegam"). É a região celeste por onde transitam os cometas e as estrelas errantes. Quando os cometas possuem "cauda" se chamam Citlalmim; quando possuem "cabeleira"se chamam Xihuitli;

4° Céu: Ilhuictlal Huitztlín ("Onde se Move Vénus"). Ali habita a maior das estrelas, conhecida entre nós como Vénus e chamada pelos astecas de Hey Citlalin ("A Estrela Maior e mais Brilhante"). Está associada ao deus Quetzalcoatl como estrela da manhã e da tarde. A deusa do sal (ou das águas salgadas) Huixtocihuatl também vive ali, juntamente com as aves;

3° Céu: llhuicatl Tonatiuh ("Onde se Move o Sol"). Habitado por Tonatiuh, o Quinto Sol asteca;

2° Céu: llhuicatl Citlaco ("Onde se Movem as Estrelas"). Nesse céu, as estrelas estão divididas em dois grupos: as Estrelas do Norte (Centzon Mimixcoa) e as Estrelas do Sul (Centzon Huitzinahua). Além delas, temos também a Via Láctea (Citlaltonac) e a constelação da Ursa Maior e de Escorpião. Também ali vivem, segundo algumas versões, as tzitzimime, "mulheres de mau agouro" feitas só de ossos e encarregadas de devorar a humanidade no final dos tempos;

1° Céu: llhuicatl Meztli ("Onde se Move a Lua"). O mais próximo do Tlalticpac (Terra), é o céu, como o próprio nome diz, onde estão situadas a Lua (Meztli) e as nuvens. Entre as divindades habitantes desse primeiro céu estão, além de Meztli (ou Tlazolteotl, em sua "versão lunar"), Tlaloc, deus da chuva, e Ehecatl, deus do vento.

Iinframundo asteca.
Chamado genericamente de Mictlín, era uma espécie de "campo de provas" sobrenatural para o qual as pessoas iam após morrer (o destino estava vinculado ao tipo de morte sofrida, e não à conduta: todos quantos sofressem uma morte considerada natural deviam percorrer as regiões do Mictlín). Com uma pedra de jade enfiada entre os dentes, que funcionava como uma espécie de "coração de troca", o morto estava pronto para enfrentar uma longa viagem de quatro anos que o levaria até o nível mais profundo do inframundo, onde encontraria o repouso e a desaparição final.

A região subterrânea
Da Terra em direção às profundezas, são estes os nove níveis do inframundo asteca:

Apanohuaia ("Onde Passa o Rio"): situado na superfície da Terra, era o local onde corria o rio Chicunauhapín ("A Corrente dos Nove"), espécie de Aqueronte asteca que os mortos deviam atravessar com a ajuda de um cão (o local também era chamado de Itzcuintlín, "Lugar do Cão"). Normalmente, sacrificava-se o cão que pertencera ao morto para servir de guia ao seu dono. Tinha de ser cinza ou vermelho, pois o branco se recusaria a entrar nas águas pútridas do rio, a fim de não se sujar, e o preto para não desbotar (ou porque, misturado à treva, se tornaria invisível);

Tepectli Monanamictlín ("Lugar Onde as Montanhas se Chocam"): consistia de duas montanhas flutuantes que estão sempre se chocando (aqui não há como deixar de evocar os Rochedos Flutuantes da Odisseia). Esses rochedos, na verdade, seriam uma espécie de portas ou batentes os quais era preciso atravessar para se ingressar no Micilín propriamente dito;

Iztepetl ("Montanha das Navalhas"): era uma montanha incrustada de navalhas de obsidiana que o morto devia escalar em direção às profundezas (a contradição é apenas aparente: o Mictlán é um mundo invertido, sendo preciso subir, portanto, para se chegar ao subterrâneo.);

Itzehecayín ("Lugar do Vento de Obsidiana"): aqui a sovada metáfora do "vento cortante como uma navalha" se torna a mais pura realidade: ao chegar ao topo do monte Iztepetl o morto se depara com um vento glacial, feito de lâminas geladas de obsidiana. Desviar-se delas é tarefa que o ocupará suficientemente até conseguir ingressar no inframundo seguinte;

Paniecatlacayín ("Lugar Onde os Corpos Flutuam como as Bandeiras"): ali, como o próprio nome diz, os corpos dos mortos flutuam pelos ares, carregados pelo vento. Quando estão próximos de abandonar o local, um novo pé de vento os atira de volta ao redemoinho. (Alguns dizem tratar-se de um lugar "embandeirado", interpretando ao pé da letra o nome do lugar.);

Temiminaloyín ("Lugar do Flechamento"): lugar onde todas as flechas perdidas nas batalhas terrenas são reutilizadas contra os mortos por um arqueiro misterioso. Escapar à obstinação do flechador sobrenatural é a tarefa do morto;

Teocoyolcualoya ("Onde as Feras Devoram os Corações"): nesse local há uma fera - um jaguar, um coiote, ou mesmo um crocodilo, dependendo do exegeta - que se dedica a comer o coração do morto que ali ingressa. Segundo a crença, seria esta a razão de o morto levar entre os dentes uma pedra de jade, que ofertaria à fera no lugar do coração;
Yzmictlín Apochcaloca ("Onde se Perde a Visão no Caminho da Névoa"): também chamado de Apanhuiayo ("Laguna das Águas Negras"), é o local onde o morto, despido de toda a matéria, mergulha numa laguna de nove correntes, ingressando num sono profundo. A essa altura, exausto e reduzido a quase nada, já não teme nem deseja mais coisa alguma;

Chicnauhmictlín ("O Nono Lugar do Inframundo"): assim como há no topo dos treze céus um casal celestial, também aqui, no último nível do inframundo, há um casal ínfero: Mictlantecuhtli e sua esposa Mictlancihuatl. Espécie de contrafação macabra do casal celestial, eles são os anfitriões da última morada. Aranhas sobem e descem pelos seus corpos descarnados, enquanto morcegos se aninham nos seus cabelos brancos e ressecados. Diante da perspectiva de vir a tornar-se hóspede perpétuo deste casal abominável, o morto reencontra finalmente a paz de espírito, aceitando com gratidão a ideia de sua extinção definitiva nas trevas do Mictlín.

 

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3000 - 600a.e.c.
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1510 - 162a.e.c.
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1200 - 600a.e.c.
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605 - 562a.e.c.
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490 - 490a.e.c.
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Primeira Guerra Mundial - A derrota britânica em Galípolli e a expulsão dos aliados do estreito de Dardanelos
No outono de 1914, depois que a “Corrida para o mar” levou ao início da guerra de trincheiras, Winston Churchill passou a defender o uso decisivo do poderio britânico em torno da periferia da Europa como uma alternativa a destinar mais recursos à frente ocidental. Na condição de primeiro lorde do almirantado, no inverno de 1914 para 1915, ele elaborou um plano em que uma coluna de navios de guerra Aliados faria pressão no Dardanelos e atacaria Constantinopla. A ousada manobra talvez compelisse o Império Otomano a solicitar a paz, abrindo o estreito turco como rota de abastecimento entre os Aliados ocidentais e a Rússia. No mínimo, calculava Churchill, forçaria os turcos a concentrar suas forças na defesa de sua capital, aliviando a pressão não apenas sobre os russos no Cáucaso, mas também sobre os britânicos no Egito. O melhor de tudo, ele insistia, era o fato de que a operação poderia ser executada apenas com a força naval.
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Os prazeres provenientes da dor, dos exercícios e da aceitação social no Sistema Nervoso
O exercício físico sustentado, seja correr, nadar, pedalar ou alguma outra atividade aeróbica, tem benefícios bem conhecidos para a saúde, inclusive melhorias no funcionamento dos sistemas cardiovascular, pulmonar e endócrino. O exercício voluntário também é associado a melhorias de longo prazo no funcionamento mental e é a melhor coisa que pode ser feita para reduzir o declínio cognitivo que acompanha o envelhecimento normal. O exercício tem um acentuado efeito antidepressivo. Ele amortece a resposta do cérebro ao estresse físico e emocional. Um programa regular de exercícios produz grande número de alterações no cérebro, inclusive novo crescimento e ramificação de pequenos vasos sanguíneos e aumento da complexidade geométrica de alguns dendritos neuronais. Exercícios físicos são associados a uma série de alterações bioquímicas inter-relacionadas, inclusive aumento do nível de uma proteína-chave chamada BDNF (fator neurotrófico deriva­do do encéfalo). Atualmente não se sabe muito bem quais dessas alterações morfológicas ou bioquímicas fundamentam os efeitos benéficos do exercício voluntário no funcionamento cerebral, mas trata-se de uma área que vem sendo ativamente pesquisada.
História
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Psicologia
Comportamento sexual, prazer e o sistema nervoso
Nosso comportamento humano em relação a drogas ou comida, sugere que basicamente somos iguais aos outros mamíferos. Apesar de termos um neocórtex maior do que o de um camundongo ou um macaco e, dessa forma, maior capacidade de neutralizar nossos impulsos subconscientes com controle cognitivo, na essência nossas reações a comida e substâncias psicoativas são as mesmas que as dos nossos parentes mamíferos distantes. O mesmo não se aplica ao nosso sistema reprodutivo. Como a sua gata bem sabe, os seres humanos são, em termos relativos, muito diferentes nessa área. Na maioria dos outros mamíferos, a fêmea anuncia sua fertilidade com sinais claros: gestos e chamados sexuais distintivos, odores, intumescência, e assim por diante. Machos e fêmeas normalmente não se aproximam um do outro para fazer sexo fora desses períodos férteis. Por outro lado, fêmeas humanas ocultam a ovulação, de forma que não há indicativos claros do ciclo ovulatório de uma mulher. Com efeito, apesar de as mulheres poderem se treinar para detectar a própria ovulação, não há evidência de conhecimento instintivo da ovulação em seres humanos. Uma consequência disso é que a maior parte do sexo humano, até a relação sexual peniana-vaginal mais humana, é recreativa: ela não se restringe aos períodos férteis. Ela chega a ocorrer em situações nas quais a concepção é completamente impossível, como durante a gravidez ou depois da menopausa.
Mitologia
A Desgraça de Quetzalcoatl
A lenda de Quetzalcoatl, rei de Tula, é a mais controversa do arsenal mítico pré-colombiano. Mistura magistralmente confusa de história e mito, é uma dessas criações que, sendo antiquíssimas, parecem também saídas das páginas modernas de Mareei Schwob ou Jorge Luis Borges. Com seu enredo intrincado e seu jogo permanente de máscaras - Quetzalcoatl atua sob a forma de dois reis sucessivos (um deles utilizando uma máscara de verdade), o mesmo ocorrendo com seu rival Tezcatlipoca, que se utiliza dos disfarces mais variados para destronar o seu rival -, a saga da Serpente Emplumada já foi definida de quase todas as maneiras, desde mito ameríndio genuíno até uma engenhosa patranha piedosa inventada pelos frades espanhóis para combater a prática dos sacrifícios humanos.