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Pré, Proto-História (246mil a.e.c.)
Idade Antiga (4000 a.e.c. - 476 d.e.c.)
Idade Média (476 - 1453 d.e.c.)
Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
Idade Contemporânea (1789 - 1946 d.e.c.)
Era da Informação (1946 - Presente)
História | Civilização Etrusca
A mitologia dos etruscos
Os etruscos eram os habitantes aborígines do centro da Itália, e sua cultura foi o berço tia civilização romana. Com frequência isto é menosprezado, pois os romanos enfatizavam sua herança latina, sua origem troiana e raízes helênicas. Depois que os romanos saquearam a cidade etrusca de Veios em 396 a.e.c., os etruscos foram incorporados à república de Roma e su...
Atualizações
Mais AtualizaÇÕes
História | Civilização Romana
203 a.e.c. - Batalha das Grandes Planícies
As noticias do desastre causaram uma nova onda de pânico em Cartago, com alguns a pedirem o regresso de Hannibal e do seu exército e outros sugerindo mesmo a paz com Roma. Todavia, nesta altura, a maioria do senado púnico, convocado pelos sufetas, ainda se pronunciou a favor do prosseguimento da luta, e foram dadas ordens para que se enviassem a Sifax mensagens
História | Portugal
Os primórdios da ciência no Portugal quatrocentista
A origem e o desenvolvimento das ideias científicas que circulavam em Portugal no tempo dos Descobrimentos têm alimentado páginas muito interessantes de historiografia e revelado excelentes abordagens que não raramente resvalaram para a polêmica. O que não admira, porque esta discussão trava-se em um território com armadilhas, onde a anacronia se implanta com ar
História | Civilização Suméria
Amor e sexo na Suméria e Babilônia
Ao lado do Egito, a Mesopotâmia é o mais antigo país a conhecer e a utilizar a escrita, da qual nos deixou, entre 3000 a.e.c. e o início de nossa era, um monumental amontoado de peças: algo como meio milhão de tabuletas, desde os mais minuciosos cálculos de boticários até as criações mais desenfreadas do imaginário. Seria bastante surpreendente se, nessa gigant
Notícias
Mais notÍCIAS
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Cientistas israelenses descobrem como os ancestrais comiam há 400 mil anos
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Sala secreta de tumba de Tutancâmon abrigaria Nefertiti
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DNA de 4,5 mil anos atrás apoia teoria migratória na África
01/10/2015
Enigma da suposta tumba de Nefertiti será revelado antes do fim do ano
Destaques
  • De todas as crises internacionais da história, nenhuma foi alvo de um escrutínio mais meticuloso ou de um maior número de análises acadêmicas do que a Crise de Julho de 1914, que começou com o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando em Sarajevo, em 28 de junho.
  • O senso comum ocidental concebe o Comunismo pelas lentes das elites governantes que ao longo da história o repudiou. Criou-se conceitos estereotipados, estigmatizados e fora da realidade. Conheça o que de fato foi e é o comunismo, suas várias facetas, seus ideais, ícones e história. Toda a verdade sobre o comunismo.
  • A Federação Russa é reconhecida pelo direito internacional como o Estado sucessor da União Soviética. Continua a cumprir os compromissos internacionais da URSS e assumiu sua sede permanente no Conselho de Segurança da ONU, a participação em outras organizações internacionais, os direitos e obrigações.
Civilizações e sociedades
Guerras
Todas GUERRAS
149 - 146 a.e.c.
Terceira Guerra Púnica
218 - 202 a.e.c.
Segunda Guerra Púnica
553 - 525 a.e.c.
Expansão Persa
1200 - 500 a.e.c.
Guerras Babilônicas
334 - 323 a.e.c.
Campanha de Alexandre
490 - 490 a.e.c.
Primeira Guerra Persa
Batalhas
Todas BATALHAS
1040
a.e.c.
Guerras Bíblicas
Micmas
General: Saul General: -
Forças: Civilização Hebráica Forças: Civilização Filisteia
Contingente: - Contingente: -
480
a.e.c.
Segunda Guerra Persa
Batalha de Artemísio
General: Rei Xerxes General: Temítocles
Forças: Persas, Fenícios, Egípcios, Jônios e súditos do rei Forças: Atenienses e a liga helênica
Contingente: 1207 Trirremes Contingente: 380 Trirremes
Civilização
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Portugal | Ciências
Os primórdios da ciência no Portugal quatrocentista
A origem e o desenvolvimento das ideias científicas que circulavam em Portugal no tempo dos Descobrimentos têm alimentado páginas muito interessantes de historiografia e revelado excelentes abordagens que não raramente resvalaram para a polêmica. O que não admira, porque esta discussão trava-se em um território com armadilhas, onde a anacronia se implanta com armas e bagagens. Por este tempo a formação dos conceitos é demasiado frágil e a sua capacidade semântica permanece ainda pouco esclarecida. Em primeiro lugar a atitude científica ainda não existe, e a própria palavra ciência, existindo, não tinha o sentido que hoje lhe atribuímos. Depois, permanece como tentação, quantas vezes assumida pelos historiadores, a idéia de que a progressão no Atlântico e na costa africana resultou de um ou vários planos estratégicos, o mais célebre dos quais seria o plano das Índias atribuído ao Infante D. Henrique.
Civilização Romana | Família
Roma e o amor
Ao longo de toda a história romana, das origens da sua cidade até ao fim da dinastia júlio-claudiana, pareceu-nos que os Roma­nos tiveram em relação ao amor uma atitude ambígua: desconfiavam dele como de uma loucura, um desvario momentâneo, mas, ao mesmo tempo, estavam fascinados pela sua força, que lhes fazia pressentir o seu carácter divino. O amor está demasiado intimamente ligado ao drama e ao mistério da vida para que se possa pura e simplesmente negá-lo. Mas é também destruidor das cidades e das almas. Os homens temem menos as suas investidas, mas as mulheres podem tão facilmente deixar-se le­var por ele e pôr em perigo, no seu desvario, a pureza da sua linhagem! Se os homens se podem permitir encarar o amor com ligeireza, este mesmo ato é, para uma mulher, uma iniciação perturbadora que trans­forma todo o seu ser. Toda a moral e toda a prática do amor se explicam em Roma por esta dupla convicção.
Civilização Romana | Família
Casamentos arranjados, interesses e política na Roma republicana
Durante a República, são os homens que têm o protagonismo, são eles que, ostensivamente, têm nas mãos a vida da cidade. As combinações políticas, no Senado e nas assembleias, a escolha dos magistrados, a condução das guerras, a administração das províncias e os grandes processos, tudo isso é tratado na praça pública ou na cúria, em todo caso, fora da casa, e os velhos romanos ter-se-iam julgado desonrados se alguém os tivesse acusado seriamente de orientar a sua conduta pela opinião das suas mulheres. Ocasionalmente, na verdade, um orador podia dizer como graça: “Todos os homens, em toda a parte, governam as mulheres; nós, nós governamos todos os homens, mas, por nossa vez, obedecemos às mulheres”1. Todavia, isto era apenas um gracejo de letrado misógino, que parafraseava um dito tomado a Temístocles. O próprio Catão (porque é a ele que se atribui a honra desta tirada) gostava de contar que só se arrependera três vezes durante a sua vida, de uma ação que cometera: a primeira, quando fez por mar uma viagem que teria podido fazer por terra, a segunda, quando, durante um dia inteiro, negligenciou redigir um testamento e a terceira e última quando confiou um dia um segredo à sua mulher2. No entanto, Catão era o melhor dos maridos e o melhor dos pais. Depois de terminadas as suas tarefas, ajudava ao banho e ao enfaixar do seu filho, que a sua própria mulher alimentava e criava. Pensava que um marido que batesse na mulher ou um pai que maltratasse o filho cometia um verdadeiro sacrilégio3. Todavia, isso não o impedia de separar completamente a sua vida pública da sua vida familiar: o romano “ideal”, de que Catão queria ser a encarnação, devia ter duas faces, como o deus Jano. Uma face ficava voltada para o exterior: era a do homem, a face virada ao público; a outra, completamente diferente, devia ser conhecida apenas dos familiares. Este dualismo das existências era um dever. Seria “imoral” não lhe obedecer.
Civilização Romana | Família
Amores em liberdade: Concubinas e cortesãs romanas
Legalmente, cada romano tinha apenas uma esposa. Este princípio nunca foi posto em causa. Afirmado desde a origem, manteve-se através dos séculos e o diploma que se entregava aos soldados desmobilizados, uma vez terminado o seu serviço, autorizava-os a transformar em casamento legítimo as uniões (toleradas, mas não reconhecidas) que tivessem contraído durante a vida militar, na condição de se limitarem a uma só. No entanto, nem as leis nem os costumes se preocuparam em forçar, ou sequer em incitar, os maridos à fidelidade. Os amores passageiros, os que começavam e se desfaziam fora dos ritos, eram permitidos, desde que não atentassem contra a honra de uma mulher casada ou de uma “filha de família”. Um discurso de Catão dizia sem rodeios
Eventos
Fatos históricos
  • 1274 a.e.c. | Na primavera de 1274 a.e.c., Ramsés II, no comando de quatro divisões de cavaleiros e de soldados de infantaria, dirige-se da fronteira oriental do delta do Nilo para a costa de Canaã. No ano anterior, interveio militarmente em Amurru para retomar dos hititas os territórios dos quais se haviam apoderado. A segunda campanha tem por objetivo a tomada da fortaleza de Kadesh, situada nas margens do rio Oronte e que ocupa uma posição estratégica entre a Palestina e a Síria, entre o Mediterrâneo e o Eufrates. Um mês após sua partida, o faraó e suas quatro divisões chegam perto de Kadesh. Ramsés veste então seus trajes de guerra, os do deus Montu, seu protetor. Com o capacete, kheprech, cujas fitas flutuam ao vento, munido de seu arco e de sua aljava, avança a frente da primeira divisão dedicada ao deus Amon. As outras divisões, as de Rá, Ptah e Seth, estão longe, atrás dele. Ramsés e seus homens chegam perto do Oronte e prendem dois beduínos escondidos nesse local. Interrogados, os dois homens garantem que as divisões hititas estão longe ainda, ao norte, em terras de Alepo. Sem procurar verificar essas informações, Ramsés atravessa o rio por um vau com sua divisão e avança pela planície próxima de Kadesh para estabelecer seu acampamento. Sem dúvida pensa em sitiar a cidade a partir do dia seguinte. Mas batedores egípcios enviados para reconhecimento do terreno surpreendem dois espiões hititas, capturam-nos e os interrogam com brutalidade. Confessam que o rei hitita, Muwatalli, já está de prontidão com suas tropas e seus carros bem ao lado de Kadesh, a 3 ou 4 quilômetros do acampamento egípcio.

     

  • 400 d.e.c. | Ao que parece, Rudravarman foi o último rei de Funan; depois dele o reino se dissolveu e um grupo de khmer, que antes talvez fossem vassalos de Funan, fundou no século V um principado autônomo ao norte de Tonlé Sap, o grande lago alimentado pelo rio de mesmo nome que forma o coração do atual Camboja. O nome atual deriva do sânscrito Kambujadesha, o “País da descendência de Kambu

     

  • 200 d.e.c. | A presença humana no Camboja remonta a tempos distantes, mas as primeiras marcas de civilização organizada surgem no terceiro milênio a.e.c., quando já havia se desenvolvido uma cultura neolítica marcada por uma notável produção em pedra. A região mais significativa foi a de Samrong Sem, junto a um afluente do rio Tonlé Sap que produziu uma cerâmica refinada e que se manteve em atividade até 500 a.e.c., época que se caracteriza por obras em bronze de grande qualidade, em sua maioria encontradas em ligação com tumbas megalíticas. A civilização megalítica criou um culto às pedras que se desenvolveu e ampliou ao longo dos séculos graças a influências externas - fundamentalmente indianas - até ganhar importância fundamental na história khmer. Os monumentos funerários, certamente eram construídos para homenagear o morto e transferir sua energia e seu carisma para o sucessor. Um caminho entre o céu e a Terra, as pedras que apontavam para o alto eram símbolo de uma presença sobrenatural que controlava e fertilizava o terreno circundante, portanto, um símbolo tangível do invisível genius loci. Assim, o culto aos antepassados e aos poderes ctônicos se fundiam no menir, que mesmo tempo assumia funções cadastrais, de tomada de posse e de delimitação da terra. Nos séculos anteriores à era cristã, os khmer viviam em palafitas, caçavam, pescavam e praticavam uma agricultura provavelmente baseada no cultivo de arroz. A tecelagem e a criação de animais domésticos como porcos já eram conhecidas. As escavações revelaram objetos de pedra, osso e concha, além de peças de argila com decorações geométricas, que não eram trabalhadas em tornos e eram cozidas ao ar livre. Também surgiram armas, utensílios e jóias de bronze. Não se conhece a data em que foi introduzido o ferro, talvez importado do estado indiano de Orissa.

     

Textos
Todos textos
Mitologia Persa
O zoroatrismo
Zoroastro foi o primeiro a conceder ao próprio homem o livre-arbítrio, a responsabilidade por seus atos e pensamentos. Também foi pioneiro ao contemplar o julgamento individual baseado na ética pessoal. Como resultado desse juízo, pode-se chegar ao paraíso ou ao inferno. Segue-se a ressurreição do corpo e, finalmente, o Julgamento Final. Esses preceitos se tornariam comuns a muitas outras religiões, como o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. O zoroastrismo é uma das mais antigas religiões monoteístas. Foi fundado na Pérsia, atual Irã, por Zaratustra, ou Zoroastro, com diziam os gregos. Essa religião influenciou - direta ou indiretamente - outras crenças religiosas, entre elas o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. Em sua época áurea tornou-se religião de Estado de três grandes impérios iranianos dos séculos VI a.e.c., até VII d.e.c. Atualmente, há um pequeno número de seguidores que vivem no Irã e na índia.
Portugal
Os argonautas portugueses e a expansão marítima portuguesa
No discurso histórico, aquilo que designamos e explicamos como acontecido escapa-se pelas malhas da teia explicativa, esconde-se por trás de cada palavra, a da época, que não comporta exatamente os significados de hoje, e as de hoje, ainda que com o mesmo som, que somam novos conteúdos aos conteúdos de outrora. Para nos aproximarmos dos velhos conceitos temos que iluminar e vencer a resistência das palavras, vividas em tempos diferentes, e com palavras antigas e novas lançar de novo a teia que prenda as relações dos acontecimentos.
Portugal
Instituições administrativas e civis portuguesas em fins da idade média
A aclamação de D. João I nas cortes de Coimbra de 1385 em lugar de reduzir a autoridade da coroa, veio pelo contrário aumentar o seu prestígio. Assim, a interrupção da continuidade dinástica pela via legítima não impediu que por falecimento do monarca a coroa fosse transmitida ao filho varão primogênito, ou, na sua falta, ao mais próximo parente por linha colateral legítima. Foi aliás o que aconteceu por falecimento de D. João II, em que a transmissão do poder se realizou em benefício de seu cunhado e primo direito, o duque de Viseu D. Manuel, filho do infante D. Fernando e neto do rei D. Duarte.
Cidades
TODAS CIDADES
Núbia - Fundada em: 1518  a.e.c.
Qasr Ibrim
Dos três maciços de arenito que se podiam ver a sul da aldeia de Ibrim (o nome deriva, possivelmente, do clássico Primis), na margem oriental do Nilo, o do meio era o mais importante. No seu cimo, o forte de Qasr ibrim o castelo de Ibrim estava certamente assentado sobre ruínas faraônicas, como o sugerem vários monumentos reutilizados ou isoaldos, datando do Novo Império (o mais antigo é uma estela do ano 8 de Amenhotep I), e a estrutura de um templo de Taharqa (com uma pintura que representa o
Mesopotâmia - Fundada em: 6000  a.e.c.
Nínive
As explorações do passado e os esforços de historiadores e epigrafistas permitiram-nos um vislumbre de Nínive. Assim, conhecemos sua história relativamente bem para o curto espaço de tempo em que era a capital de um império mundial; ou seja, por menos de
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Governantes
GOVERNANTES
Rússia
Pedro III
Pyotr III Fyodorovich Romanov
1762 - 1762 d.e.c.
Ant: Izabel (1741-1762d.e.c.) - Suc: Catarina, a grande (1762-1796d.e.c.)
Sede de Governo: São Petersburgo
Pedro nasceu em Kiel, Schleswig-Holstein. Seus pais foram Carlos Frederico, Duque de Holstein-Gottorp (sobrinho de Carlos XI da Suécia e a grã-duquesa Ana Petrovna da Rússia, filha mais velha do czar Pedro, o Grande e da czarina Catarina I. Sua mãe morreu menos de duas semanas após seu nascimento. Em 1739, o pai de Pedro também morreu e ele tornou-se duque de Holstein-Gottorp, como Carlos Pedro Ulrico. Ele poderia, assim, ser considerado herdeiro dos tronos de Suécia e Rússia.Quando a irmã de Ana tornou-se czarina da Rússia, como Isabel I, mandou buscar seu sobrinho na Alemanha e proclamou-o seu herdeiro no Outono de 1742. Anteriormente, ainda em 1742, aos quatorze anos de idade, Pedro foi proclamado rei da Finlândia, durante a Guerra Russo-Sueca, quando tropas russas ocuparam aquele país. Esta proclamação baseava-se nos seus direitos de sucessão aos territórios ocupados pelo seu tio avô sem filhos, o falecido Carlos XII da Suécia, que também havia sido grão-duque da Finlândia. Ao mesmo tempo, ele foi escolhido pelo Parlamento Sueco como herdeiro do trono da Suécia. No entanto, o parlamento tomou conhecimento do fato de Pedro já ter sido proclamado herdeiro do trono russo e, quando seus enviados chegaram a São Petesburgo, em novembro, já era tarde demais. Foi relatado que, devido sua menoridade, foi lavrado um documento de renúncia aos direitos sucessórios em nome de Pedro (tais atos em nome de menores de idade tem sido considerados questionáveis e, provavelmente, inválidos). A czarina Isabel escolheu para esposa de Pedro a princesa Sofia Frederica Augusta von Anhalt-Zerbst, prima em segundo grau do herdeiro, filha do príncipe Cristiano Augusto de Anhalt-Zerbst e da princesa Joana Isabel de Holstein-Gottorp. A jovem princesa, ao converter-se à Igreja Ortodoxa Russa, recebeu o nome de Ekaterina Alexeievna (ou seja, Catarina). O matrimônio foi celebrado em 21 de agosto de 1745. O casamento não foi feliz, mas produziu um filho, o futuro czar Paulo I, e uma filha, a grã-duquesa Ana Petrovna (morta com menos de dois anos de idade). Mais tarde, Catarina alegou que Pedro não era o pai de Paulo e que, na verdade, seu casamento nunca havia sido consumado. Durante os dezesseis anos em que residiram em Oranienbaum, tanto Pedro quanto Catarina tiveram inúmeros amantes. Embora os boatos de ilegitimidade tenham sido amplamente divulgados por seus inimigos, Paulo parecia-se fisicamente com o pai, o que pode colocar essa história em dúvida. Especulou-se que essas intrigas seriam uma tentativa de lançar dúvidas sobre os reais direitos de Paulo ao trono, a fim de fortelecer as reivindicações de Catarina.
Rússia
Izabel
Yelizavéta (Yelisavét) Petróvna Romanova
Rússia
Ivan VI
Ivan VI Antonovich Romanov
Rússia
Ana Ivanova
Ana Ivanovna Romanova
Rússia
Pedro II
Pyotr II Alekseyevich Romanov
Rússia
Catarina I
Yekaterina I Alekseyevna
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Personalidades
PERSONALIDADES
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Mapas
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Palácio de Ninive, relevo - 650 a.e.c.
Banquete de Assurbanipal

O rei da antiga Síria, Assurbanipal viveu por volta de 668-627 a.e.c. Chefe militar famoso, era também um homem instruído que fundou uma das maiores bibliotecas do mundo antigo, com mais de 20000 tábuas cuneiformes

BAIDUN
Egyptian women had a wide range of rights and freedoms
Alfredo Roque Gameiro (1864–1935)
Vasco da gama a caminho das Índias
CRUZ-COELHO, M.H. O final da Idade Média. in: TEGARRINHA, José, História de Portugal. São Paulo/SP: Unesp, 2000. Cap. II, p. 21
Cortes de Évora de 1490
Runas
Odin, gravura viking
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Palavras-Chave: Idade média, cotidiano
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Palavras-Chave: Pré, Proto-História, América, Neolítico
- Vasco da Gama
Palavras-Chave: Vasco da Gama, India, expedições portuguesas
- O túmulo de Jesus
Palavras-Chave: Túmulo de Jesus, cristianismo