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Pré, Proto-História (246mil a.e.c.)
Idade Antiga (4000 a.e.c. - 476 d.e.c.)
Idade Média (476 - 1453 d.e.c.)
Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
Idade Contemporânea (1789 - 1946 d.e.c.)
Era da Informação (1946 - Presente)
História | Civilização Chinesa
A guerra na China antiga
Um código de honra que todos os chefes de valor tentavam respeitar determinava o comportamento que devia ser adotado frente aos próprios adversários, tanto durante a batalha quanto em caso de vitória. Graças a um princípio de clemência freqüentemente aplicado, quando os Zhou conquistaram Yin, a capital Shang, não arrasaram a cidade; em vez disso, confiaram seu g...
Atualizações
Mais AtualizaÇÕes
História | Civilização Chinesa
A vida cotidiana na China antiga
O estilo de vida dos soberanos e dos aristocratas chineses foi tema de inumeráveis narrativas históricas, obras literárias e pictóricas, ao passo que é muito pouco o que se sabe sobre os costumes das pessoas comuns. A vida na corte e no interior das moradias suntuosas da nobreza era rigidamente determinada por complexos códigos rituais que não apenas estabelecia
História | Civilização Chinesa
O universo religioso na China antiga
Os jesuítas que nos séculos passados visitaram o Império do Meio com a intenção de difundir o cristianismo transmitiram ao Ocidente a imagem de uma China habitada por povos pouco inclinados ao sentimento religioso e governados por sábios filósofos. Esse testemunho produziu um efeito distorcido, e não permite compreender as peculiaridades e a riqueza do sentiment
História | Alemanha
O liberalismo e suas consequências nos conflitos políticos e de grupos
A crítica ao liberalismo ocupa um lugar central na longa trajetória intelectual do jurista e teórico político alemão Carl Schmitt. Com uma produção volumosa e diversificada, estendendo-se por grande parte do século XX, Schmitt se conservou, a despeito das reviravoltas da sua biografia política e das mudanças de rumo no seu pensamento, um opositor intransigente d
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Cientistas identificam pontos de calor misteriosos no interior de Grande Pirâmide do Egito
Destaques
  • De todas as crises internacionais da história, nenhuma foi alvo de um escrutínio mais meticuloso ou de um maior número de análises acadêmicas do que a Crise de Julho de 1914, que começou com o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando em Sarajevo, em 28 de junho.
  • O senso comum ocidental concebe o Comunismo pelas lentes das elites governantes que ao longo da história o repudiou. Criou-se conceitos estereotipados, estigmatizados e fora da realidade. Conheça o que de fato foi e é o comunismo, suas várias facetas, seus ideais, ícones e história. Toda a verdade sobre o comunismo.
  • A Federação Russa é reconhecida pelo direito internacional como o Estado sucessor da União Soviética. Continua a cumprir os compromissos internacionais da URSS e assumiu sua sede permanente no Conselho de Segurança da ONU, a participação em outras organizações internacionais, os direitos e obrigações.
Civilizações e sociedades
Guerras
Todas GUERRAS
480 - 479 a.e.c.
Segunda Guerra Persa
1200 - 600 a.e.c.
Guerras Assírias
490 - 490 a.e.c.
Primeira Guerra Persa
1200 - 500 a.e.c.
Guerras Babilônicas
1479 - 1425 a.e.c.
Campanhas de Tuthmose III
390 - 451 d.e.c.
Expansão Romana
Batalhas
Todas BATALHAS
334
a.e.c.
Campanha de Alexandre
Batalha de Granico
General: Alexandre Magno General: Memnon
Forças: Macedônios e Confederação Grega Forças: Persas, mercenários e súditos reais
Contingente: 18100 Homens Contingente: Cavalaria 20 mil - Infantaria 20 mil
206
a.e.c.
Segunda Guerra Púnica
Batalha de Ilipa
General: Publius Cornelius Scipio Africanus General: Asdrúbal Gisgão - Magão Barca
Forças: Romanos e aliados hispânicos Forças: Cartagineses, líbios, númidas e aliados hispânicos
Contingente: 45.000 Infantes - 3.000 Cavaleiros Contingente: 50.000 Infantes - 4.500 Cavaleiros - 32 Elefantes
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Civilização Chinesa | Força Militar
A guerra na China antiga
A partir do século VI a.e.c. e durante o período dos Estados Combatentes, os soberanos que lutavam pelo controle do território chinês transformaram a ordem social e econômica de seus principados em função das necessidades bélicas. A nobreza guerreira já não era predominante na composição dos exércitos, cuja força estava principalmente nas imponentes legiões de infantaria. A guerra "cortês" de uma época, praticada pelos filhos das famílias nobres especializados em conduzir bigas velozes, se transformou em uma lembrança distante. As tropas militares que nos séculos VII e VI a.e.c. chegaram a 30 mil unidades se transformaram em exércitos poderosos a serviço de chefes sem escrúpulos que, de acordo com a oportunidade, decidiam que lado apoiar. Eram compostos por centenas de milhares de soldados de infantaria, cavaleiros e bigas. O carro de guerra, introduzido
Civilização Chinesa | Cotidiano
A luxuosidade da nobreza na China antiga
As crônicas e as obras literárias estão repletas de descrições dos privilégios e dos prazeres reservados aos nobres e aos ricos. O luxo e o fausto ostentados pelas cortes reais e imperiais eram lendários no mundo antigo e ainda hoje espantam os arqueólogos que esbarram nos preciosos vestígios do passado. Os muitos achados deste último século confirmaram narrativas que pareciam exageradas e fantásticas, fruto da imaginação que freqüentemente substitui a realidade quando as informações se tornam inacessíveis pela distância social entre os escritores e seus personagens. Grande parte das tumbas dos grandes soberanos e dos imperadores ainda não foi achada. Quando forem abertas suas moradas eternas, serão
Civilização Chinesa | Cotidiano
A música e as diversões na China antiga
Nos antigos textos chineses, a palavra "música" (yue) era escrita com um homógrafo de "gozo, prazer, diversão". "A música é gozo", declarava, com uma espécie de tautologia, Xunzi, um dos mais brilhantes pensadores do século III a.e.c.; é "o movimento do coração", afirmava o autor anônimo do Liji (Memorial dos ritos), texto canônico do pensamento confuciano antigo que contém o capítulo Yueji (Memorial da música). Essa música tinha um papel principal na tradição chinesa, fosse ela a música da natureza amada pelos taoístas, baseada não tanto nos sons criados artificialmente pelos homens, mas nas notas naturais que compõem a própria respiração da Terra e o sopro cósmico que tudo envolve, fosse a música da alma de que falavam os confucianos, uma melodia capaz de modificar o caráter dos homens, ajudando a disciplinar as emoções, a se cultivar, a aumentar a integridade e a força moral, permitindo-lhes ter uma relação de serenidade com seus semelhantes, com a natureza e com todo o universo.
Civilização Chinesa | Cotidiano
A vida cotidiana na China antiga
O estilo de vida dos soberanos e dos aristocratas chineses foi tema de inumeráveis narrativas históricas, obras literárias e pictóricas, ao passo que é muito pouco o que se sabe sobre os costumes das pessoas comuns. A vida na corte e no interior das moradias suntuosas da nobreza era rigidamente determinada por complexos códigos rituais que não apenas estabeleciam normas minuciosas para a realização de cerimônias públicas e privadas, mas também chegavam a determinar o comportamento correto entre os familiares, prescrevendo para cada membro da vasta parentela as atitudes apropriadas em cada circunstância. Tal rigidez e solenidade tinham como principal símbolo o esplendor da decoração.
Civilização Chinesa | Arquitetura
Arquitetura chinesa
São muito poucos os restos preservados das obras arquitetônicas chinesas antigas, sistematicamente construídas com materiais perecíveis. A opção,feita durante muito tempo, de fabricar os elementos estruturais em madeira, reservando aos materiais resistentes ao desgaste do tempo funções meramente de decoração, determinou o desaparecimento de todas as construções do período pré-imperial e a quase totalidade das construções do período imperial até os Tang. Não chegaram até nós sequer os suntuosos palácios reais, descritos em diversas obras literárias que louvaram sua grandiosidade, sua beleza e a suntuosidade de sua decoração. Afora alguns pagodes de pedra ou tijolo, construídos a partir dos séculos
Civilização Chinesa | Religião
Túmulos e enxovais funerários na China antiga
A grande riqueza dos enxovais funerários encontrados na China nas tumbas dos aristocratas ou dos soberanos de todas as épocas seguia o costume de homenagear o defunto com as honras devidas a seu estado e à convicção, arraigada desde tempos remotos, de que a vida não acabava com a morte. Durante os milênios que separam o Neolítico da dinastia Tang, ao longo de muitos séculos marcados por uma constante evolução da civilização, sucederam-se diversas concepções religiosas e filosóficas, determinando mudanças profundas tanto na composição dos enxovais funerários quanto no complexo repertório iconográfico que permitiu aos arqueólogos compreender as crenças relacionadas à vida não terrena das épocas às quais
Eventos
Fatos históricos
40000
a.e.c.
A China na pré-história
618
d.e.c.
A dinastia Tang
581
d.e.c.
O esplendor da dinastia Sui
1010
d.e.c.
A era de outro do império Khmer
Textos
Todos textos
Alemanha
O liberalismo e suas consequências nos conflitos políticos e de grupos
A crítica ao liberalismo ocupa um lugar central na longa trajetória intelectual do jurista e teórico político alemão Carl Schmitt. Com uma produção volumosa e diversificada, estendendo-se por grande parte do século XX, Schmitt se conservou, a despeito das reviravoltas da sua biografia política e das mudanças de rumo no seu pensamento, um opositor intransigente da tradição liberal. A polêmica contra as ideias e instituições liberais se manteve como uma constante na sua obra, mas foi, provavelmente, nos textos dos anos 1920 e do início da década de 1930 que essa atitude desempenhou um papel decisivo na elaboração do seu pensamento. Isso porque, nesse momento, mais do que em qualquer outra etapa do seu percurso, o liberalismo não é apenas um adversário contra o qual a sua reflexão jurídica e política se confronta; ele é, sob diversos aspectos, a referência a partir da qual Schmitt constrói, por uma espécie de negação simétrica, as suas próprias ideias. Nesse sentido, uma crítica ao pensamento liberal está indissoluvelmente ligada à formulação da sua teoria política. Mais explicitamente: o pensamento de Schmitt tende a se estruturar de uma forma tal que seria difícil delimitar inteiramente onde a polêmica se separa da elaboração teórica, onde o ido crítico da análise se distingue do aspecto construtivo.
Portugal
O nacionalismo místico de Fernando Pessoa
Fernando Pessoa (1888-1935), possivelmente um dos melhores poetas europeus do século XX, deixou para a posteridade centenas de páginas de “sociologia política”, um termo escolhido por ele para descrever algumas das suas obras sobre assuntos políticos. Tal como grande parte da produção literária de Fernando Pessoa, só uma pequena fracção foi editada durante o seu tempo de vida. O pouco que publicou antes de morrer consagrou-o, desde o inicio, como um apóstolo do “nacionalismo místico” e do autoritarismo, cuja extensão transcendeu a reduzida fronteira de Portugal, nesse tempo.
Estados Unidos
Liberdade e regulação em uma sociedade de mercado
O propósito deste trabalho é examinar criticamente as obras de Émile Durkheim e Karl Polanyi centrando-nos nas convergências que ambos manifestam ao perceber e, de certo modo, antecipar os limites do mercado para apoiar uma ordem social. Embora situados em diferentes contextos históricos e expressando tradições teóricas divergentes, os dois compartilham uma atitude crítica frente à suposta autossuficiência dos mercados autorregulados, pondo a nu os dilemas de uma sociedade de mercado. Com matizes, coincidem ao sugerir que liberdade não equivale a desregulação e que a afirmação da individualidade não deve ser confundida com ausência de regulação. Suas obras podem ser lidas como tentativas de fundamentar a necessidade de uma instância de coordenação, propondo uma conexão entre indivíduo, mercado e Estado que ainda hoje resulta fecunda para considerar esse complexo vínculo. Cada um, à sua maneira, articulou respostas alternativas frente aos riscos de um mercado desregulado, apelando para o amparo à sociedade como um recurso para rebater os efeitos de um mercado exacerbado.
Cidades
TODAS CIDADES
Médio Egito - Fundada em: 1971  a.e.c.
Herakleopolis
Herakleópolis desempenhou o seu mais imporante papel na história do Egito durante o 1º período intermediário, quando foi capital dos soberanos da 9ª-10ª dinastias (herakleópolitana). Ainda não foram encontrados templos deste período ou de outros anteriores, mas, a uns 300m a sudoeste do templo, encontraram-se túmulos de dignitários contemporâneos. A Sudoeste do templo de Harsaphes, em Kom el-Aqarib, havia outro templo construído por Ramsés II. Sidmant el-Gebel, cerca de 7km a oeste, era
Canaã - Fundada em: 2750  a.e.c.
Tiro
A fundação de Tiro está cercada de relatos lendários. Heródoto, entretanto, dá-nos uma noticia bastante esclarecedora: tendo visitado Tiro, ouviu dos sacerdotes de um santuário do Melkart (chamado Héracles pelo historiador grego) que o dito santuário remontava à época da fundação da cidade e que esta fora fundada havia dois mil e trezentos anos. Admitindo-se o ano 450, como data da visita do Heródoto a Tiro, temos que a fundação do Tiro se efetuou em 2750 a.e.c. A luz das descobertas recentes
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Governantes
GOVERNANTES
Rússia
Pedro III
Pyotr III Fyodorovich Romanov
1762 - 1762 d.e.c.
Ant: Izabel (1741-1762d.e.c.) - Suc: Catarina, a grande (1762-1796d.e.c.)
Sede de Governo: São Petersburgo
Pedro nasceu em Kiel, Schleswig-Holstein. Seus pais foram Carlos Frederico, Duque de Holstein-Gottorp (sobrinho de Carlos XI da Suécia e a grã-duquesa Ana Petrovna da Rússia, filha mais velha do czar Pedro, o Grande e da czarina Catarina I. Sua mãe morreu menos de duas semanas após seu nascimento. Em 1739, o pai de Pedro também morreu e ele tornou-se duque de Holstein-Gottorp, como Carlos Pedro Ulrico. Ele poderia, assim, ser considerado herdeiro dos tronos de Suécia e Rússia.Quando a irmã de Ana tornou-se czarina da Rússia, como Isabel I, mandou buscar seu sobrinho na Alemanha e proclamou-o seu herdeiro no Outono de 1742. Anteriormente, ainda em 1742, aos quatorze anos de idade, Pedro foi proclamado rei da Finlândia, durante a Guerra Russo-Sueca, quando tropas russas ocuparam aquele país. Esta proclamação baseava-se nos seus direitos de sucessão aos territórios ocupados pelo seu tio avô sem filhos, o falecido Carlos XII da Suécia, que também havia sido grão-duque da Finlândia. Ao mesmo tempo, ele foi escolhido pelo Parlamento Sueco como herdeiro do trono da Suécia. No entanto, o parlamento tomou conhecimento do fato de Pedro já ter sido proclamado herdeiro do trono russo e, quando seus enviados chegaram a São Petesburgo, em novembro, já era tarde demais. Foi relatado que, devido sua menoridade, foi lavrado um documento de renúncia aos direitos sucessórios em nome de Pedro (tais atos em nome de menores de idade tem sido considerados questionáveis e, provavelmente, inválidos). A czarina Isabel escolheu para esposa de Pedro a princesa Sofia Frederica Augusta von Anhalt-Zerbst, prima em segundo grau do herdeiro, filha do príncipe Cristiano Augusto de Anhalt-Zerbst e da princesa Joana Isabel de Holstein-Gottorp. A jovem princesa, ao converter-se à Igreja Ortodoxa Russa, recebeu o nome de Ekaterina Alexeievna (ou seja, Catarina). O matrimônio foi celebrado em 21 de agosto de 1745. O casamento não foi feliz, mas produziu um filho, o futuro czar Paulo I, e uma filha, a grã-duquesa Ana Petrovna (morta com menos de dois anos de idade). Mais tarde, Catarina alegou que Pedro não era o pai de Paulo e que, na verdade, seu casamento nunca havia sido consumado. Durante os dezesseis anos em que residiram em Oranienbaum, tanto Pedro quanto Catarina tiveram inúmeros amantes. Embora os boatos de ilegitimidade tenham sido amplamente divulgados por seus inimigos, Paulo parecia-se fisicamente com o pai, o que pode colocar essa história em dúvida. Especulou-se que essas intrigas seriam uma tentativa de lançar dúvidas sobre os reais direitos de Paulo ao trono, a fim de fortelecer as reivindicações de Catarina.
Rússia
Izabel
Yelizavéta (Yelisavét) Petróvna Romanova
Rússia
Ivan VI
Ivan VI Antonovich Romanov
Rússia
Ana Ivanova
Ana Ivanovna Romanova
Rússia
Pedro II
Pyotr II Alekseyevich Romanov
Rússia
Catarina I
Yekaterina I Alekseyevna
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gruta 285 de Dunhuang. [Wei Oc.]
A revolta contra o rei Prasenajit

Há aproximadamente 1.400 anos, no reino de Sâtva, na Índia, 500 homens se rebelaram contra a opressão do rei Prasenajit, mas fracassaram e foram assassinados. Suas façanhas épicas são o tema desta pintura de 538-539 que ainda hoje pode ser admirada em uma parede decorada com afrescos da gruta 285 de Dunhuang. [Wei Oc.]

Alfredo Roque Gameiro (1864–1935)
Partida de Vasco da Gama para as índias, 1497
Areópago em Atenas | Leo von Klenze 1846
Acrópolis e Areopago ateniense
Family Portrait Gillis van Tilbrgh | 1678
Família Medieval
1859 Emily Mary Osborn (English 1834-1908) Presentiments
Família inglesa do século XIX
Aniello Falcone (1607-1656) | Museo del Prado
Atletas Romanos
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