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Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
Idade Contemporânea (1789 - 1946 d.e.c.)
Era da Informação (1946 - Presente)
História | Civilização Chinesa
206 a.e.c. - A dinastia Han
A dinastia Han teve início em 206 a.e.c. Liu Bang não adotou o título imperial até 202 a.e.c., depois de derrotar Xiang Yu, o mais poderoso de seus antigos aliados. Pela primeira vez na história chinesa, um homem de origem humilde se sentava no trono destinado ao Filho do Céu. Ele será lembrado com o nome póstumo de Gaodi, Sublime Imperador, ou de Gaozu, Sublime...
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História | Civilização Chinesa
230 a.e.c. - A dinastia Qin
Em poucos anos, o reino de Qin conseguiu submeter todos os seus adversários: em 230 a.e.c. foi derrotado o principado de Han, em 225, o de Wei; da mesma forma, capitularam Chu em 223, Zhao e Yan em 222, Qi em 221. Nunca um território tão grande havia ficado sob um único soberano. O território compreendia os planaltos de Gansu e Qinghai, Guangdong e Guangxi ao su
História | Estados Unidos
Liberdade e regulação em uma sociedade de mercado
O propósito deste trabalho é examinar criticamente as obras de Émile Durkheim e Karl Polanyi centrando-nos nas convergências que ambos manifestam ao perceber e, de certo modo, antecipar os limites do mercado para apoiar uma ordem social. Embora situados em diferentes contextos históricos e expressando tradições teóricas divergentes, os dois compartilham uma atit
História | Civilização Chinesa
A religião e a filosofia na China antiga
As ideias religiosas e filosóficas dos chineses despertaram sempre grande curiosidade entre os europeus. Nos tempos modernos foram sobretudo os missionários jesuítas que chamaram a atenção dos intelectuais do Ocidente para a riqueza cultural da China. «Bouvet trouxe a primeira biblioteca chinesa para a corte de Luís XIV, e nos salões parisienses esteve na moda e
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Cientistas identificam pontos de calor misteriosos no interior de Grande Pirâmide do Egito
Destaques
  • De todas as crises internacionais da história, nenhuma foi alvo de um escrutínio mais meticuloso ou de um maior número de análises acadêmicas do que a Crise de Julho de 1914, que começou com o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando em Sarajevo, em 28 de junho.
  • O senso comum ocidental concebe o Comunismo pelas lentes das elites governantes que ao longo da história o repudiou. Criou-se conceitos estereotipados, estigmatizados e fora da realidade. Conheça o que de fato foi e é o comunismo, suas várias facetas, seus ideais, ícones e história. Toda a verdade sobre o comunismo.
  • A Federação Russa é reconhecida pelo direito internacional como o Estado sucessor da União Soviética. Continua a cumprir os compromissos internacionais da URSS e assumiu sua sede permanente no Conselho de Segurança da ONU, a participação em outras organizações internacionais, os direitos e obrigações.
Civilizações e sociedades
Guerras
Todas GUERRAS
390 - 451 d.e.c.
Expansão Romana
60 - 450 d.e.c.
Guerra civil romana
265 - 241 a.e.c.
Primeira Guerra Púnica
-  d.e.c.
Expansão turca
1200 - 500 a.e.c.
Guerras Babilônicas
390 - 476 d.e.c.
Invasões Bárbaras
Batalhas
Todas BATALHAS
479
a.e.c.
Segunda Guerra Persa
Batalha de Platéia
General: General Mardônio General: General Pausânias
Forças: Persas, Tebanos e súditos do Rei Forças: Espartanos, Atenienses e liga helênica
Contingente: 80.000 Contingente: 40.000
701
a.e.c.
Guerras Assírias
Sennakerib e o cerco de Laquis
General: Rei assírio Sennakerib General: Governador de Laquis
Forças: Civilização Assíria Forças: Civilização Hebráica
Contingente: 35.000 Contingente: 2.000
Civilização
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Civilização Chinesa | Sociedade
O legado cultural da China antiga
A História da China, desde milênios, não conhece solução de continuidade. Eis um fato importante a ser considerado quando se procura definir o legado da China antiga à Civilização. As velhas tradições, as grandes sínteses doutrinárias filosófico-religiosas que no passado deitaram raízes na alma chinesa, continuaram durante toda a História a influir na mentalidade das gerações que se sucederam no velho país do Extremo Oriente. Tal asserção pode ser ilustrada com o exemplo do Confucionismo que, durante milênios, tem sido o «código ortodoxo de toda a vida moral e espiritual e, apesar dos sistemas concorrentes, continua a ser o princípio diretivo da vida social. Desde a dinastia dos Han, a instrução pública baseia-se inteiramente
Civilização Chinesa | Religião
A religião e a filosofia na China antiga
As ideias religiosas e filosóficas dos chineses despertaram sempre grande curiosidade entre os europeus. Nos tempos modernos foram sobretudo os missionários jesuítas que chamaram a atenção dos intelectuais do Ocidente para a riqueza cultural da China. «Bouvet trouxe a primeira biblioteca chinesa para a corte de Luís XIV, e nos salões parisienses esteve na moda entusiasmar-se por Confúcio cujo racionalismo frio agradava aos homens do Século das Luzes».
Civilização Chinesa | Ciências
As ciências na China antiga
Huang-Fu Mi, no III século de nossa era, versa sobre um dos mais curiosos tratamentos da medicina chinesa: a acupuntura. «Os missionários falam com admiração da arte dos médicos chineses de curar enfermidades que são consideradas entre nós como incuráveis, e como as curam com meios muito simples. Entre suas próprias e antiquíssimas invenções está a acupuntura aplicada em grande número de enfermidades, e muitas vezes com êxito, que maravilha os europeus. Picam o corpo com grandes agulhas de metal e toda a arte do médico consiste em escolher o lugar e conhecer exatamente a direção e profundidade da picada. Os chineses chamam o homem microcosmos, Siaotienty. A saúde consiste, para eles, na harmonia ou equilíbrio entre
Civilização Chinesa | Sociedade
Estrutura social na China antiga
Acima de todos pairava o soberano, senhor de todo o Império: o Filho do Céu, representando o Soberano Senhor do Universo. Suas numerosíssimas atribuições eram exercidas por intermédio de diferentes categorias de funcionários, acima dos quais estavam os altos dignitários. Entre estes podemos distinguir os ministros sem pasta, que constituíam o conselho privado do Filho do Céu, e os ministros encarregados de ministérios, como o da instrução, da guerra, da justiça, etc. Abaixo do imperador seguia-se, na hierarquia feudal, que lembra a sociedade da Idade-Média européia, os Kung (duques), os Héu (marqueses), os Pé (condes), os Tse (viscondes) e, por fim, os Nan (barões). Entre essa nobreza feudal, ligada ao soberano pelos
Civilização Chinesa | Arquitetura
Arquitetura e cerâmica chinesa antiga
As escavações arqueológicas dão-nos uma ideia do que era a arquitetura chinesa vários séculos antes de nossa era. Assim, por exemplo, os trabalhos realizados em Ngan-Yang revelam-nos que os habitantes do local, na época da dinastia dos Chang, construíam “casas confortáveis sobre terraços e com colunas sustentando um teto de vigas. Essas casas eram ornamentadas com pinturas de cores vivas e trabalhos esculpidos em madeira ou pedra; as ruínas dos palácios revelam suas grandes dimensões. A partir do I século de nossa era, a Arquitetura chinesa sofre
a influência da chamada arte greco-búdica. As formas típicas desses edifícios são: o ting (nome que designa propriamente a coberta característica de certas construções chinesas),
Civilização Chinesa | Artes
A literatura chinesa antiga
A literatura chinesa é, por seu volume, a mais importante da Asia. Procuraremos, aqui, citar apenas algumas das mais famosas obras da Antiguidade. Comecemos com os antigos livros preservados graças à clarividência de Confúcio: o Y-King (livro das mutações), o Chu-King (anais dos imperadores), o She-King (livro dos poemas), o Li-King (Livro dos ritos), o Tchuen-Ts’iu (A primavera e o outono), e o Yo-King (livro da música). Foi Confúcio quem coligiu os elementos de que são compostas essas obras e lhes deu a forma definitiva transmitindo-as a seus discípulos. Examinemos, brevemente, o conteúdo desses antiquíssimos produtos da literatura chinesa.
Eventos
Fatos históricos
  • 220 d.e.c. | O período compreendido entre 220 e 589 foi caracterizado pela decadência das instituições centrais e pela fragmentação da unidade política, econômica e cultural do império. Essa fase histórica, comparada por alguns com a Idade Média européia, foi subdivida em três períodos: Três Reinos, Jin Ocidentais e a época das chamadas Dinastias do Norte e do Sul. São muitas as analogias com a situação criada no Ocidente com a queda do Império Romano, como a decadência da civilização, a permanência do ideal imperial e a perpetuação das cortes dos soberanos que se consideravam legítimos herdeiros da tradição, e a difusão de religiões estrangeiras universalistas — o cristianismo no Ocidente e o budismo na China — que ocuparam o vazio deixado por uma profunda crise de valores. Da mesma forma, os povos “bárbaros

     

  • 206 a.e.c. | A dinastia Han teve início em 206 a.e.c. Liu Bang não adotou o título imperial até 202 a.e.c., depois de derrotar Xiang Yu, o mais poderoso de seus antigos aliados. Pela primeira vez na história chinesa, um homem de origem humilde se sentava no trono destinado ao Filho do Céu. Ele será lembrado com o nome póstumo de Gaodi, Sublime Imperador, ou de Gaozu, Sublime Antepassado (206-195 a.e.c.). O novo soberano estabeleceu a capital em Chang'an, não distante de Xi'an, e na tentativa de estabilizar seu governo atribuiu territórios e títulos nobiliárquicos a aqueles que o tinham apoiado em sua luta contra Xiang Yu. Assim como tinha acontecido durante o período dos Zhou Orientais, os novos senhores deram a si mesmos o título de wang (rei). À exceção do primeiro-ministro, que continuava a ser nomeado diretamente pelo Imperador, os funcionários dos reinos eram eleitos localmente, e os reis, sete no total, preservaram o direito a exércitos particulares. Como no plano central foram mantidas quase intactas as instituições do período Qin, a criação dos reinos no seio do Império levou a uma espécie de sistema de governo duplo, que rapidamente demonstrou sua fragilidade e se transformou em fonte de conflitos constantes. Por um lado, a autoridade central desejava restabelecer o controle sobre todo o território do Império, enquanto, por outro, os senhores locais adotavam uma política desestabilizadora, com o objetivo de conseguir autonomia cada vez maior. Gaodi deu fim a essa situação substituindo o rei por príncipes de sangue imperial.

     

  • 230 a.e.c. | Em poucos anos, o reino de Qin conseguiu submeter todos os seus adversários: em 230 a.e.c. foi derrotado o principado de Han, em 225, o de Wei; da mesma forma, capitularam Chu em 223, Zhao e Yan em 222, Qi em 221. Nunca um território tão grande havia ficado sob um único soberano. O território compreendia os planaltos de Gansu e Qinghai, Guangdong e Guangxi ao sul e ainda um pouco mais; a leste chegava até o mar, e ao norte se estendia para além do rio Amarelo e da península de Liaodong. O rei Ying Zheng de Qin, consciente de ter inaugurado uma nova fase na história, adotou o título de Huangdi 'até então os títulos Huang e Di eram prerrogativa dos míticos soberanos fundadores da civilização; para os Shang, Di representava a divindade máxima) e, claramente desafiando a tradição, proclamou-se a si mesmo Primeiro Shij Augusto (Huang) Imperador (Di), fundador de uma nova dinastia que iria durar "dez mil gerações".

     

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Portugal
O nacionalismo místico de Fernando Pessoa
Fernando Pessoa (1888-1935), possivelmente um dos melhores poetas europeus do século XX, deixou para a posteridade centenas de páginas de “sociologia política”, um termo escolhido por ele para descrever algumas das suas obras sobre assuntos políticos. Tal como grande parte da produção literária de Fernando Pessoa, só uma pequena fracção foi editada durante o seu tempo de vida. O pouco que publicou antes de morrer consagrou-o, desde o inicio, como um apóstolo do “nacionalismo místico” e do autoritarismo, cuja extensão transcendeu a reduzida fronteira de Portugal, nesse tempo.
Estados Unidos
Liberdade e regulação em uma sociedade de mercado
O propósito deste trabalho é examinar criticamente as obras de Émile Durkheim e Karl Polanyi centrando-nos nas convergências que ambos manifestam ao perceber e, de certo modo, antecipar os limites do mercado para apoiar uma ordem social. Embora situados em diferentes contextos históricos e expressando tradições teóricas divergentes, os dois compartilham uma atitude crítica frente à suposta autossuficiência dos mercados autorregulados, pondo a nu os dilemas de uma sociedade de mercado. Com matizes, coincidem ao sugerir que liberdade não equivale a desregulação e que a afirmação da individualidade não deve ser confundida com ausência de regulação. Suas obras podem ser lidas como tentativas de fundamentar a necessidade de uma instância de coordenação, propondo uma conexão entre indivíduo, mercado e Estado que ainda hoje resulta fecunda para considerar esse complexo vínculo. Cada um, à sua maneira, articulou respostas alternativas frente aos riscos de um mercado desregulado, apelando para o amparo à sociedade como um recurso para rebater os efeitos de um mercado exacerbado.
Rússia
A guerra fria
No final da Segunda Guerra Mundial, as duas novas potências pareciam relativamente equiparadas, pois ambas eram potências industriais e tinham população equivalente, os Estados Unidos com 151 milhões e a União Soviética com 182 milhões. No entanto, os dados populacionais eram uma ilusão, pois a cifra soviética era resultado do ocultamento das baixas de guerra e pode ter sido de apenas 167 milhões. A indústria soviética, no entanto, era a terceira em 1940 atrás dos Estados Unidos e da Alemanha, e grande parte dela estava agora em ruínas. A devastação do país era sem precedentes, mesmo na Alemanha, e os Estados Unidos não tinham sofrido nenhum dano de guerra, exceto em Pearl Harbor e nas ilhas Aleutas. A guerra restaurou a prosperidade americana após a Depressão e foi um enorme estímulo para a tecnologia e indústria dos Estados Unidos, como demonstrou o rápido sucesso do projeto atómico. Nessa época, Stalin estava convencido de que, depois da guerra, as "contradições" entre os Estados Unidos e outras potências ocidentais aumentariam. Ele antecipava em especial uma recuperação e rearmamento rápido da Alemanha e do Japão. Poderia haver finalmente outra guerra entre as potências ocidentais. Certos membros da hierarquia soviética questionavam essa visão, indicando que a Inglaterra, apesar de todas as suas diferenças com os Estados Unidos, era fundamentalmente dependente do dinheiro e poder americano, e a
Cidades
TODAS CIDADES
Baixo Egito - Fundada em: 3120  a.e.c.
Mênfis
A cidade em si, ou o que resta dos seus palácios, templos e casas, pode ver-se na região cultivada a leste da necrópole, enterrada sob camadas de aluviões deixadas pelas inundações do Nilo e coberta de povoações modernas, de campos e de vegetação. Até agora apenas foram postas a descoberto, em Mit Rahina e Sakkara (a leste da pirâmide de Teti), pequenas partes. A localização da cidade, ou pelo menos, do seu centro, não deve ter-se mantido estável durante toda a história do Egito, pois por vezes
Baixo Egito - Fundada em: 1600  a.e.c.
Leontópolis
Alguns dos mais extensos morros feitos pelo homem no delta do Egito encontram-se na margem direita do braço de Damieta do Nilo, cerca de 10km a sudeste de Mit Ghmar, em Tell el-Muqdam. Este é o síto da antiga Leontópolis, cidade importante do 11º nomo do baixo Egito e sua capital durante o período ptolomaico. Há indícios de que Tell el-Muqdam tenha sido a capital de uma linhagem de faraós da 23ª dinastia e talvez seu local de sepultura, embora até agora se tenha apenas encontrado o túmulo da
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Governantes
GOVERNANTES
Rússia
Pedro III
Pyotr III Fyodorovich Romanov
1762 - 1762 d.e.c.
Ant: Izabel (1741-1762d.e.c.) - Suc: Catarina, a grande (1762-1796d.e.c.)
Sede de Governo: São Petersburgo
Pedro nasceu em Kiel, Schleswig-Holstein. Seus pais foram Carlos Frederico, Duque de Holstein-Gottorp (sobrinho de Carlos XI da Suécia e a grã-duquesa Ana Petrovna da Rússia, filha mais velha do czar Pedro, o Grande e da czarina Catarina I. Sua mãe morreu menos de duas semanas após seu nascimento. Em 1739, o pai de Pedro também morreu e ele tornou-se duque de Holstein-Gottorp, como Carlos Pedro Ulrico. Ele poderia, assim, ser considerado herdeiro dos tronos de Suécia e Rússia.Quando a irmã de Ana tornou-se czarina da Rússia, como Isabel I, mandou buscar seu sobrinho na Alemanha e proclamou-o seu herdeiro no Outono de 1742. Anteriormente, ainda em 1742, aos quatorze anos de idade, Pedro foi proclamado rei da Finlândia, durante a Guerra Russo-Sueca, quando tropas russas ocuparam aquele país. Esta proclamação baseava-se nos seus direitos de sucessão aos territórios ocupados pelo seu tio avô sem filhos, o falecido Carlos XII da Suécia, que também havia sido grão-duque da Finlândia. Ao mesmo tempo, ele foi escolhido pelo Parlamento Sueco como herdeiro do trono da Suécia. No entanto, o parlamento tomou conhecimento do fato de Pedro já ter sido proclamado herdeiro do trono russo e, quando seus enviados chegaram a São Petesburgo, em novembro, já era tarde demais. Foi relatado que, devido sua menoridade, foi lavrado um documento de renúncia aos direitos sucessórios em nome de Pedro (tais atos em nome de menores de idade tem sido considerados questionáveis e, provavelmente, inválidos). A czarina Isabel escolheu para esposa de Pedro a princesa Sofia Frederica Augusta von Anhalt-Zerbst, prima em segundo grau do herdeiro, filha do príncipe Cristiano Augusto de Anhalt-Zerbst e da princesa Joana Isabel de Holstein-Gottorp. A jovem princesa, ao converter-se à Igreja Ortodoxa Russa, recebeu o nome de Ekaterina Alexeievna (ou seja, Catarina). O matrimônio foi celebrado em 21 de agosto de 1745. O casamento não foi feliz, mas produziu um filho, o futuro czar Paulo I, e uma filha, a grã-duquesa Ana Petrovna (morta com menos de dois anos de idade). Mais tarde, Catarina alegou que Pedro não era o pai de Paulo e que, na verdade, seu casamento nunca havia sido consumado. Durante os dezesseis anos em que residiram em Oranienbaum, tanto Pedro quanto Catarina tiveram inúmeros amantes. Embora os boatos de ilegitimidade tenham sido amplamente divulgados por seus inimigos, Paulo parecia-se fisicamente com o pai, o que pode colocar essa história em dúvida. Especulou-se que essas intrigas seriam uma tentativa de lançar dúvidas sobre os reais direitos de Paulo ao trono, a fim de fortelecer as reivindicações de Catarina.
Rússia
Izabel
Yelizavéta (Yelisavét) Petróvna Romanova
Rússia
Ivan VI
Ivan VI Antonovich Romanov
Rússia
Ana Ivanova
Ana Ivanovna Romanova
Rússia
Pedro II
Pyotr II Alekseyevich Romanov
Rússia
Catarina I
Yekaterina I Alekseyevna
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Alfredo Roque Gameiro (1864–1935)
Partida de Vasco da Gama para as índias, 1497

The squadron of Vasco da Gama left Portugal in 1497, rounded the Cape and continued along the coast of East Africa, where a local pilot was brought on board who guided them across the Indian Ocean, reaching Calicut (the capital of the native kingdom ruled by Zamorins) in south-western India in May 1498. The second voyage to India was dispatched in 1500 under Pedro Álvares Cabral. While following the same south-westerly route as Gama across the Atlantic Ocean, Cabral made landfall on the Brazilian coast. This was probably an accidental discovery, but it has been speculated that the Portuguese secretly knew of Brazil's existence and that it lay on their side of the Tordesillas line.

Areópago em Atenas | Leo von Klenze 1846
Acrópolis e Areopago ateniense
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Palavras-Chave: Túmulo de Jesus, cristianismo