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Pré, Proto-História (246mil a.e.c.)
Idade Antiga (4000 a.e.c. - 476 d.e.c.)
Idade Média (476 - 1453 d.e.c.)
Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
Idade Contemporânea (1789 - 1946 d.e.c.)
Era da Informação (1946 - Presente)
História |
Atletismo romano
Os jogos romanos, na sua essência, são atos religiosos. Representam um ritual necessário para manter as desejadas boas relações entre a cidade e os deuses: este caráter primitivo nunca será esquecido e, já muito tarde, ainda era uso assistir em cabelo aos combates do anfiteatro ou as corridas do circo, como se assistia aos sacrifícios...
Atualizações
Mais AtualizaÇÕes
História | Civilização Asteca
A guerra asteca
A antiga milícia mexicana era diferente em vários aspectos fundamentais dos seus equivalentes europeus. Os astecas, como os seus contemporaneos na Mesoamerica, não fomentavam a guerra para conquistar e integrar território, ou converter os derrotados para sua própria religião. Sua motivação era derrotar os inimigos para poder cobrar impostos deles e capturar pris
História | Civilização Grega
A Guerra do Peloponeso: A grande peste de Atenas
NO INÍCIO DE MAIO DE 430 A.E.C., Arquidamo invadiu novamente a Ática para continuar a destruição iniciada no primeiro ano da guerra. Desta vez, os peloponesios devastaram a planície diante da cidade de Atenas e seguiram para as regiões costeiras da Ática a leste e a oeste. Não fazia mais sentido manter a Ática como refém, já que estava claro que os atenienses
História | França
A vida escolástica e a educação na França e Europa medieval
Este texto é consagrado aos aspectos da história da educação que revelam o progresso do sentimento da infância na mentalidade comum: como a escola e o colégio que, na Idade Média, eram reservados a um pequeno número de clérigos e misturavam as diferentes idades dentro de um espírito de liberdade de costumes, se tornaram no inicio dos tempos modernos um meio de
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Destaques
  • De todas as crises internacionais da história, nenhuma foi alvo de um escrutínio mais meticuloso ou de um maior número de análises acadêmicas do que a Crise de Julho de 1914, que começou com o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando em Sarajevo, em 28 de junho.
  • O senso comum ocidental concebe o Comunismo pelas lentes das elites governantes que ao longo da história o repudiou. Criou-se conceitos estereotipados, estigmatizados e fora da realidade. Conheça o que de fato foi e é o comunismo, suas várias facetas, seus ideais, ícones e história. Toda a verdade sobre o comunismo.
  • A Federação Russa é reconhecida pelo direito internacional como o Estado sucessor da União Soviética. Continua a cumprir os compromissos internacionais da URSS e assumiu sua sede permanente no Conselho de Segurança da ONU, a participação em outras organizações internacionais, os direitos e obrigações.
Civilizações e sociedades
Guerras
Todas GUERRAS
58 - 50 a.e.c.
Guerra das Gálias
3000 - 600 a.e.c.
Guerras Egípcias
265 - 241 a.e.c.
Primeira Guerra Púnica
605 - 562 a.e.c.
Campanhas de Nabucodonosor II
1200 - 500 a.e.c.
Guerras Babilônicas
334 - 323 a.e.c.
Campanha de Alexandre
Batalhas
Todas BATALHAS
254
a.e.c.
Primeira Guerra Púnica
Cercos na Sicília
General: Lucius Caecilius Metellus General: Asdrúbal - Amilcar
Forças: Romanos e aliados Forças: Cartagineses e aliados
Contingente: 110.000 Contingente: -
262
a.e.c.
Primeira Guerra Púnica
O cerco de Agrigento
General: Lúcio Postúmio Megelo e Quinto Mamilio Vitulo General: Hanão e Hannibal
Forças: Romanos e aliados sicilianos Forças: Cartagineses, Agrigentanos e aliados sicilianos
Contingente: 40.000 Contingente: 60 elefantes, 6000 cavaleiros e 50.000 infantes
Civilização
Todos Textos
França | Educação
A vida escolástica e a educação na França e Europa medieval
Este texto é consagrado aos aspectos da história da educação que revelam o progresso do sentimento da infância na mentalidade comum: como a escola e o colégio que, na Idade Média, eram reservados a um pequeno número de clérigos e misturavam as diferentes idades dentro de um espírito de liberdade de costumes, se tornaram no inicio dos tempos modernos um meio de isolar cada vez mais as crianças durante um período de formação tanto moral como intelectual, de adestrá-las, graças a uma disciplina mais autoritária, e, desse modo, separá-las da sociedade dos adultos. Essa evolução do século XV ao XVIII não se deu sem resistências. Os traços comuns da Idade Média persistiram por longo tempo, até mesmo no interior do colégio, e, a fortiori, na camada não escolarizada da população.
França | Família
História social das brincadeiras e jogos na França e na Europa a partir do séc. XIII
Graças ao diário do médico Heroard, podemos imaginar como era a vida de uma criança no inicio do século XVII, como eram suas brincadeiras, e a que etapas de seu desenvolvimento físico e mental cada uma delas correspondia. Embora essa criança fosse um Delfim da França, o futuro Luis XIII, seu caso permanece típico, pois na corte de Henrique IV as crianças reais, legitimas ou bastardas, recebiam o mesmo tratamento que todas as outras crianças nobres, não existindo ainda uma diferença absoluta entre os palácios reais e os castelos fidalgos. A não ser pelo fato de nunca ter ido ao colégio, frequentado já por uma parte da nobreza, o jovem Luis XIII foi educado como seus companheiros. Recebeu aulas de manejo de armas e de equitação do mesmo M. de Pluvinel, que, em sua academia, formava a juventude nobre nas artes da guerra. As ilustrações do manual de equitação de M. de Pluvinel, as belas gravuras de C. de Pos, mostram o jovem Luis XIII exercitando-se a cavalo. Na segunda metade do século XVII, isso já não acontecia mais: o culto monárquico separava mais cedo - na realidade, desde a primeira infância - o pequeno príncipe dos outros mortais, mesmo os de berço nobre.
França | Família
A evolução da vestimenta das crianças na França
A indiferença marcada que existiu até o século XIII - a não ser quando se tratava de Nossa Senhora menina - pelas características próprias da infância não aparece apenas no mundo das imagens: o traje da época comprova o quanto a infância era então pouco particularizada na vida real. Assim que a criança deixava os cueiros, ou seja, a faixa de tecido que era enrolada em torno de seu corpo, ela era vestida como os outros homens e mulheres de sua condição
Civilização Romana | Educação
A educação em Roma
Essa educação doméstica busca a formação da consciência moral. O adulto educado que ela quer criar é o homem capaz de renúncia de si próprio, de devotamento de sua pessoa à comunidade. São as virtudes do campesinato de todos os tempos e lugares, o que dirige a primitiva educação de Roma, que exalta em verso e prosa a austeridade, a vida simples, o amor ao trabalho como supremo bem do homem, e o horror ao luxo e à ociosidade. Ao contrário do que aconteceu cedo em Atenas, em Roma não há de início qualquer tipo de cuidado com a pura formação física e intelectual do cidadão ocioso, ocupado com pensar, governar e guerrear. A educação de uma comunidade dedicada ao trabalho com a terra foi durante séculos uma formação do homem para o trabalho e a vida, para a cidadania da comunidade igualada pelo trabalho.
Eventos
Fatos históricos
  • 1274 a.e.c. | Na primavera de 1274 a.e.c., Ramsés II, no comando de quatro divisões de cavaleiros e de soldados de infantaria, dirige-se da fronteira oriental do delta do Nilo para a costa de Canaã. No ano anterior, interveio militarmente em Amurru para retomar dos hititas os territórios dos quais se haviam apoderado. A segunda campanha tem por objetivo a tomada da fortaleza de Kadesh, situada nas margens do rio Oronte e que ocupa uma posição estratégica entre a Palestina e a Síria, entre o Mediterrâneo e o Eufrates. Um mês após sua partida, o faraó e suas quatro divisões chegam perto de Kadesh. Ramsés veste então seus trajes de guerra, os do deus Montu, seu protetor. Com o capacete, kheprech, cujas fitas flutuam ao vento, munido de seu arco e de sua aljava, avança a frente da primeira divisão dedicada ao deus Amon. As outras divisões, as de Rá, Ptah e Seth, estão longe, atrás dele. Ramsés e seus homens chegam perto do Oronte e prendem dois beduínos escondidos nesse local. Interrogados, os dois homens garantem que as divisões hititas estão longe ainda, ao norte, em terras de Alepo. Sem procurar verificar essas informações, Ramsés atravessa o rio por um vau com sua divisão e avança pela planície próxima de Kadesh para estabelecer seu acampamento. Sem dúvida pensa em sitiar a cidade a partir do dia seguinte. Mas batedores egípcios enviados para reconhecimento do terreno surpreendem dois espiões hititas, capturam-nos e os interrogam com brutalidade. Confessam que o rei hitita, Muwatalli, já está de prontidão com suas tropas e seus carros bem ao lado de Kadesh, a 3 ou 4 quilômetros do acampamento egípcio.

     

  • 400 d.e.c. | Ao que parece, Rudravarman foi o último rei de Funan; depois dele o reino se dissolveu e um grupo de khmer, que antes talvez fossem vassalos de Funan, fundou no século V um principado autônomo ao norte de Tonlé Sap, o grande lago alimentado pelo rio de mesmo nome que forma o coração do atual Camboja. O nome atual deriva do sânscrito Kambujadesha, o “País da descendência de Kambu

     

  • 200 d.e.c. | A presença humana no Camboja remonta a tempos distantes, mas as primeiras marcas de civilização organizada surgem no terceiro milênio a.e.c., quando já havia se desenvolvido uma cultura neolítica marcada por uma notável produção em pedra. A região mais significativa foi a de Samrong Sem, junto a um afluente do rio Tonlé Sap que produziu uma cerâmica refinada e que se manteve em atividade até 500 a.e.c., época que se caracteriza por obras em bronze de grande qualidade, em sua maioria encontradas em ligação com tumbas megalíticas. A civilização megalítica criou um culto às pedras que se desenvolveu e ampliou ao longo dos séculos graças a influências externas - fundamentalmente indianas - até ganhar importância fundamental na história khmer. Os monumentos funerários, certamente eram construídos para homenagear o morto e transferir sua energia e seu carisma para o sucessor. Um caminho entre o céu e a Terra, as pedras que apontavam para o alto eram símbolo de uma presença sobrenatural que controlava e fertilizava o terreno circundante, portanto, um símbolo tangível do invisível genius loci. Assim, o culto aos antepassados e aos poderes ctônicos se fundiam no menir, que mesmo tempo assumia funções cadastrais, de tomada de posse e de delimitação da terra. Nos séculos anteriores à era cristã, os khmer viviam em palafitas, caçavam, pescavam e praticavam uma agricultura provavelmente baseada no cultivo de arroz. A tecelagem e a criação de animais domésticos como porcos já eram conhecidas. As escavações revelaram objetos de pedra, osso e concha, além de peças de argila com decorações geométricas, que não eram trabalhadas em tornos e eram cozidas ao ar livre. Também surgiram armas, utensílios e jóias de bronze. Não se conhece a data em que foi introduzido o ferro, talvez importado do estado indiano de Orissa.

     

Textos
Todos textos
França
Infância, uma evolução do despudor medieval à moral moderna
Uma das leis não escritas de nossa moral contemporânea, a mais imperiosa e a mais respeitada de todas, exige que diante das crianças os adultos se abstenham de qualquer alusão, sobretudo jocosa, a assuntos sexuais. Esse sentimento era totalmente estranho à antiga sociedade. O leitor moderno do diário em que Heroard, o médico de Henrique IV, anotava os fatos corriqueiros da vida do jovem Luís Xlll ' fica confuso diante da liberdade com que se tratavam as crianças, da grosseria das brincadeiras e da indecência dos gestos cuja publicidade não chocava ninguém e que, ao contrário, pareciam perfeitamente naturais. Nenhum outro documento poderia dar-nos uma ideia mais nítida da total ausência do sentimento moderno da infância nos últimos anos do século XVI e início do XVII.
Civilização
A descoberta da infância
Até por volta do século XII, a arte medieval desconhecia a infância ou não tentava representá-la. É difícil crer que essa ausência se devesse à incompetência ou à falta de habilidade. É mais provável que não houvesse lugar para a infância nesse mundo. Uma miniatura otoniana do século XII nos dá uma idéia impressionante da deformação que o artista impunha então aos corpos das crianças, em um sentido que nos parece muito distante de nosso sentimento e de nossa visão. O tema é a cena do Evangelho em que Jesus pede que se deixe vir a ele as criancinhas[1], sendo o texto latino claro: parvuli. Ora, o miniaturista agrupou em torno de Jesus oito verdadeiros homens, sem nenhuma das características da infância: eles foram simplesmente reproduzidos em uma escala menor. Apenas seu tamanho os distingue dos adultos. Em uma miniatura francesa do fim do século XII as três crianças que São Nicolau ressuscita estão representadas numa escala mais reduzida que os adultos, sem nenhuma diferença de expressão ou de traços. O pintor não hesitava em dar à nudez das crianças, nos raríssimos casos em que era exposta, a musculatura do adulto: assim, no livro de salmos de São Luís de Leyde[2] datado do fim do século XII ou do início do XIII, Ismael, pouco depois de seu nascimento, tem os músculos abdominais e peitorais de um homem. Embora exibisse mais sentimento ao retratar a infância, o século XIII continuou fiel a esse procedimento. Na bíblia moraliza da de São Luís, as crianças são representadas com maior freqüência, mas nem sempre são caracterizadas por algo além de seu tamanho. Num episódio da vida de Jacó, Isaque está sentado entre suas duas mulheres, cercado por uns 15 homenzinhos que batem na cintura dos adultos: são seus filhos[3]. Quando Jó é recompensado por sua fé e fica novamente rico, o iluminista evoca sua fortuna colocando Jó entre um rebanho, à esquerda, e um grupo de crianças, à direita, igualmente numerosas: imagem tradicional da fecundidade inseparável da riqueza. Numa outra ilustração do livro de Jó, as crianças aparecem escalonadas por ordem de tamanho.
Civilização
O surgimento do conceito das idades da vida
Um homem do século XVI ou XVII ficaria espantado com as exigências de identidade civil a que nós nos submetemos com naturalidade. Assim que nossas crianças começam a falar, ensinamos-lhes seu nome, o nome de seus pais e sua idade. Ficamos muito orgulhosos quando Paulinho, ao ser perguntado sobre sua idade, responde corretamente que tem dois anos e meio. De fato, sentimos que é importante que Paulinho não erre: que seria dele se esquecesse sua idade? Na savana africana a idade é ainda uma noção bastante obscura, algo não tão importante a ponto de não poder ser esquecido. Mas em nossas civilizações técnicas, como poderíamos esquecer a data exata de nosso nascimento, se a cada viagem temos de escrevê-la na ficha de polícia do hotel, se a cada candidatura, a cada requerimento, a cada formulário a ser preenchido, e Deus sabe quantos há e quantos haverá no futuro, é sempre preciso recordá-la. Paulinho dará sua idade na escola e logo se tornará Paulo N, da turma x.
Cidades
TODAS CIDADES
Anatólia - Fundada em: 2000 a.e.c.
Hattusha
A área urbana era cercada por muros que atingiam uma altura de seis metros e uma espessura de oito, e cujo alicerce de pedra era recoberto por paredes de barro. Ao forte, onde há um despenhadeiro, Os muros constituíam um barranco protetor suplementar: ao sul, ao contrário, onde há um calmo graduar em direção, à planície, e portanto maior à exposição ao ataque inimigo, eles executam totalmente sua função defensiva. Por isto, os muros do lado sul foram construídos de maneira particularmente sólida
Mesopotâmia - Fundada em: 1894  a.e.c.
Babel
Babilônia não é uma das cidades mais antigas da Mesopotâmia. No quarto milênio, o Eufrates corria mais a leste e seu leito só aos poucos foi mudando na direção oeste. Por causa do elevado nível do lençol freático no sitio, são muito escassos os dados...
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Governantes
GOVERNANTES
Rússia
Pedro III
Pyotr III Fyodorovich Romanov
1762 - 1762 d.e.c.
Ant: Izabel (1741-1762d.e.c.) - Suc: Catarina, a grande (1762-1796d.e.c.)
Sede de Governo: São Petersburgo
Pedro nasceu em Kiel, Schleswig-Holstein. Seus pais foram Carlos Frederico, Duque de Holstein-Gottorp (sobrinho de Carlos XI da Suécia e a grã-duquesa Ana Petrovna da Rússia, filha mais velha do czar Pedro, o Grande e da czarina Catarina I. Sua mãe morreu menos de duas semanas após seu nascimento. Em 1739, o pai de Pedro também morreu e ele tornou-se duque de Holstein-Gottorp, como Carlos Pedro Ulrico. Ele poderia, assim, ser considerado herdeiro dos tronos de Suécia e Rússia.Quando a irmã de Ana tornou-se czarina da Rússia, como Isabel I, mandou buscar seu sobrinho na Alemanha e proclamou-o seu herdeiro no Outono de 1742. Anteriormente, ainda em 1742, aos quatorze anos de idade, Pedro foi proclamado rei da Finlândia, durante a Guerra Russo-Sueca, quando tropas russas ocuparam aquele país. Esta proclamação baseava-se nos seus direitos de sucessão aos territórios ocupados pelo seu tio avô sem filhos, o falecido Carlos XII da Suécia, que também havia sido grão-duque da Finlândia. Ao mesmo tempo, ele foi escolhido pelo Parlamento Sueco como herdeiro do trono da Suécia. No entanto, o parlamento tomou conhecimento do fato de Pedro já ter sido proclamado herdeiro do trono russo e, quando seus enviados chegaram a São Petesburgo, em novembro, já era tarde demais. Foi relatado que, devido sua menoridade, foi lavrado um documento de renúncia aos direitos sucessórios em nome de Pedro (tais atos em nome de menores de idade tem sido considerados questionáveis e, provavelmente, inválidos). A czarina Isabel escolheu para esposa de Pedro a princesa Sofia Frederica Augusta von Anhalt-Zerbst, prima em segundo grau do herdeiro, filha do príncipe Cristiano Augusto de Anhalt-Zerbst e da princesa Joana Isabel de Holstein-Gottorp. A jovem princesa, ao converter-se à Igreja Ortodoxa Russa, recebeu o nome de Ekaterina Alexeievna (ou seja, Catarina). O matrimônio foi celebrado em 21 de agosto de 1745. O casamento não foi feliz, mas produziu um filho, o futuro czar Paulo I, e uma filha, a grã-duquesa Ana Petrovna (morta com menos de dois anos de idade). Mais tarde, Catarina alegou que Pedro não era o pai de Paulo e que, na verdade, seu casamento nunca havia sido consumado. Durante os dezesseis anos em que residiram em Oranienbaum, tanto Pedro quanto Catarina tiveram inúmeros amantes. Embora os boatos de ilegitimidade tenham sido amplamente divulgados por seus inimigos, Paulo parecia-se fisicamente com o pai, o que pode colocar essa história em dúvida. Especulou-se que essas intrigas seriam uma tentativa de lançar dúvidas sobre os reais direitos de Paulo ao trono, a fim de fortelecer as reivindicações de Catarina.
Rússia
Izabel
Yelizavéta (Yelisavét) Petróvna Romanova
Rússia
Ivan VI
Ivan VI Antonovich Romanov
Rússia
Ana Ivanova
Ana Ivanovna Romanova
Rússia
Pedro II
Pyotr II Alekseyevich Romanov
Rússia
Catarina I
Yekaterina I Alekseyevna
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Personalidades
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Aniello Falcone (1607-1656) | Museo del Prado
Atletas Romanos

Esta obra pertenece a un conjunto dentro de la serie de la Historia de Roma para el palacio del Buen Retiro, dedicado a la descripción de las diversiones públicas romanas: atletas, gladiadores, cuadrigas, luchas de animales, naumaquias, etc. No en vano, una vez resueltas las dudas iniciales, el nuevo palacio se concibió como un retiro lúdico donde olvidar las preocupaciones que provocaba el gobierno de la monarquía. Probablemente se pretendió simplemente establecer una asociación entre los usos lúdicos del palacio del Retiro y las prácticas de la Antigüedad.

Keith Veronese | Archeology
The Mayans' Deadly Wooden
14th-century image of a university lecture | Laurentius de Voltolina
Vida escolar na Idade Média
The Massacre of the Innocents in a breviary, French, about 1320–25
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