Pré, Proto-História (246mil a.e.c.)
Idade Antiga (4000 a.e.c. - 476 d.e.c.)
Idade Média (476 - 1453 d.e.c.)
Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
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Século XX
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Primeira Guerra Mundial
Primeira Guerra Mundial - A frente balcânica: a Bulgária e a derrota da Sérvia
1915
Século XX
d.e.c.
Primeira Guerra Mundial
Primeira Guerra Mundial - A frente oriental: a conquista da Polônia e o comando pessoal do czar
TEXTOS
Primeira Guerra Mundial
Primeira Guerra Mundial - Angra do ANZAC, o dia a dia dos australianos em Galípoli

Em 25 de abril de 1915, 20 mil homens do ANZAC (Corpo de Exército Australiano e Neozelandês) desembarcaram na península de Galípoli. Em um corajoso, confuso e improvisado salto no escuro da guerra moderna, eles asseguraram o controle de uma cabeça de praia de dois quilômetros quadrados, nos primeiros nove dias de combates, ao custo de 8.700 baixas, das quais cerca de 2 mil somente no primeiro dia. Apesar de todo o empenho, durante os oitos meses seguintes, os membros do ANZAC e as outras forças aliadas que desembarcaram em outros pontos ao longo da costa da península permaneceram presos em seus minúsculos enclaves, até que a operação foi abandonada. Para o “escavador” (como os soldados australianos se referiam a si mesmos, mas somente a partir de 1916, quando a maior parte deles serviu nas trincheiras na França) comum, a experiência em Galípoli revelou os valores essenciais do que significava ser australiano: a bravura, a honestidade sem rodeios, o humor irreverente e, acima de tudo, a lealdade com os companheiros. Na era pós-guerra, a batalha logo assumiu um lugar central na memória nacional do conflito, enfeitada de tal maneira que muitas vezes mascarou a realidade infernal da vida cotidiana ali.

Brasil
O príncipe esquecido

Um personagem que foi importante como forte candidato no apagar das luzes do Império, hoje está quase totalmente esquecido, não fosse o notável livro de Mary Del Priore O príncipe maldito (ed. Objetiva, 2006). Era o belo jovem príncipe D. Pedro Augusto de Saxe Coburgo, neto de D. Pedro II e filho de sua segunda filha, d. Leopoldina, casada com o príncipe Augusto (Gusty) Saxe Coburgo. No entanto, o título de “príncipe maldito” parece impróprio, já que ele nada fez que provocasse maldição, nem maldades. Antes de nascerem os filhos de Isabel, ele era o preferido do imperador como seu sucessor. E muitos na corte desejavam que ele ocupasse o trono após a morte ou renúncia de D.Pedro II, enfermo e precocemente envelhecido. O empecilho estava em que a princesa Isabel era a herdeira oficial, de acordo com a Constituição.

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CIDADES
Médio Egito
Fundada em: 2255 a.e.c.
Beni Hassan
Beni Hassan, uns 23 km a sul de el-minya, na margem oriental do Nilo, é a necrópole provincial mais importante e releveladora do Médio Império, entre Asyut e Mênfis. Contém 39 grandes túmulos cavados na rocha, pertencendo, pelo menos, oito deles aos grandes senhores do nomo de Orix (16º nomo do Alto Egito) de finais da 11ª dinastia e princípios da 12ª. O texto biográfico do túmulo nº 2 do último detentor deste título, Amenemhat, está datado do ano 43, mês 2 da estação das cheias, dia 15 do
Alto Egito Meridional
Fundada em: 3020 a.e.c.
Elefantina
As principais zonas da cidade e os templos ficavam na extremidade sul da ilha de Elefantina, tendo sido habitadas quase continuamente desde o período dinástico primitivo. Até agora pouco se pode dizer da cidade, que está a ser alvo de um programa de escavações a longo prazo. A expedição encontrou um importante depósito de estatuetas votivas do dinástico primitivo, semelhantes às de Hierakômpolis, que demonstram, indiretamente, que já existia um templo nessa altura. De finais do Antigo Império
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CIVILIZAÇAO
Civilização Asteca | Religião
A eternidade da alma Asteca

Como os astecas concebiam o surgimento da vida? E o destino do homem após a morte?

Existem várias interpretações, segundo a escatologia asteca. Para Alfredo López Austin, a geografia do mundo asteca está dividida em três planos - subterrâneo, terreno e celestial -, todos ligados pela árvore cósmica de Tamoanchán, chamada Xochtlicacín (De Onde Brotam as Flores). O plano subterrâneo, onde estão fincadas as raízes da árvore, se chama Chicnauhmictlín (O Nono Lugar do Inframundo). O plano terrestre, ocupado pelo tronco da árvore, se chama, por sua vez, Tlalticpac (A Superfície da Terra), e se compõe de quatro planos. E, finalmente, onde estão esparramados os galhos mais altos, situa-se o Chicnauhtopin (Os Nove Lugares Celestiais).

No começo dos tempos, por dentro do tronco, fluíam as energias do céu e do inframundo, enroscadas, mas não misturadas. Com o pecado dos deuses, entretanto, rompeu-se o tronco e as duas seivas, superior e inferior ou "quente e fria”, segundo a terminologia mítica -, misturaram-se, dando origem ao caos mortífero da vida terrena.

Mas de onde se origina a vida do homem?

Seu ponto de partida se dá sob a forma simbólica de uma “semente” (ochlachtli) originária do nível mais inferior do inframundo. Essa semente - às vezes chamada de “coração” -, desprovida de qualquer pecado ou impureza, é colocada no Tlalocan, o paraíso do deus Tlaloc, onde aguarda o chamado da vida. Quando as duas forças, superior e inferior, se conjugam na semente, ela é trazida, então, à vida no Tlalticpac terreno, onde nasce sob a forma de uma criança.

Ao ingressar na Terra, contudo, a criança é envolvida pelas energias inferiores do inframundo, tais como a morte, o sexo e o pecado, o que a obriga a ser submetida, logo após o nascimento, a um ritual de purificação, semelhante ao do batismo cristão. Com o passar dos anos, dependendo da pessoa e dos seus esforços, pode acontecer de ela conseguir eliminar quase que totalmente estas “forças frias”, a ponto de se tornar algo semelhante a um iogue ou um santo cristão. (Esse processo de aquisição de forças divinas, adverte López Austin, ocasiona a perda da sexualidade, o que representa um bem, já que o sexo é visto no esoterismo asteca como um dos elos da cadeia nefasta que conduz à degeneração e à morte.)

Finalmente, quando o homem morre, o seu “coração” ou “semente” é recambiado de volta para o nível mais profundo do inframundo, sofrendo no caminho um demorado processo de "eliminação das impurezas”. (Esse processo estaria retratado na árdua viagem de quatro anos que os “mortos comuns” devem empreender antes de alcançar o último nível do inframundo).

Mas, e depois dessa purificação, o que acontece ao morto?

Na hipótese mais conhecida, o morto simplesmente desaparece após uma estadia de quatro anos no último nível do Mictlán. (O que não deixa de ser um contrassenso: se o destino é desaparecer para sempre, para que esta “prorrogação” da vida, trabalhosa e absolutamente inútil?)

Numa segunda hipótese, quase tão aflitiva quanto a primeira, o morto, transformado novamente em semente “limpa" e completamente despersonalizada, fica pronto para retornar ao Tlalticpac (a Terra), numa espécie de "reencarnação asteca”. (Matos Moctezuma compara a descida aos nove níveis do inframundo como uma gestação às avessas, na qual o morto retrocede à condição de semente, estando pronto para recomeçar o ciclo de uma nova vida terrena.) López Austin acrescenta que um dos termos aplicados ao inframundo -Ximoayan -, que deriva do verbo “polir”, pode ser uma indicação de que o inframundo é o local onde se procede à “purificação” da semente para uma posterior reutilização.

Finalmente, numa terceira e última hipótese, o morto deve executar algum tipo de trabalho retributivo no Além, celestial ou subterrâneo - conforme tenham predominado em seu coração as energias do “alto” ou de “baixo” antes de ir gozar (presume-se que para sempre) das delícias da Árvore Celestial.

Civilização Asteca | Religião
Os céus e os submundos astecas

Além da geografia horizontal, os astecas também possuíam uma vertical: um universo escalonado, composto por 22 níveis, divididos em 13 céus e 9 inframundos. A Terra, chamada de Tlalticpac ("Sobre a Terra"), era considerada o primeiro piso - ou a "capa" do inframundo.

Tlalticpac, o mundo terreno.
Diz a lenda que ele se originou de parte do monstro Cipactli, um crocodilo gigante que foi esquartejado pelos deuses. Parte dele se converteu na Terra e parte no céu, que foi erguido por quatro deuses ou gigantes e sustentado por pilares, a fim de não tornar a se juntar à Terra. Cipactli foi homenageado no calendário mágico (tonalpohualli) como o primeiro dos vinte signos do "zodíaco" asteca.
Mas que forma passou a possuir a Terra após essa gênese violenta? Jean Marcilly diz que, para os astecas, a Terra é um disco chato, cruzado pelos pontos cardeais, sendo o ponto de confluência de duas pirâmides, cujos vértices principais se tocam. A pirâmide de cima são os céus; a de baixo, os inframundos. A de cima recebe as horas do dia; a de baixo, as horas da noite.
Ao redor do Tlalticpac (Terra) está um rio chamado Chicunauhapín ("A Corrente dos Nove").

A REGIÃO CELESTE
Do topo para baixo, são estes os céus astecas, em grau de importância:

13° céu: Omeyocín. ("Região da Dualidade"). Morada do deus supremo Ometeotl, "O Senhor da Dualidade", que se compõe de duas divindades: Ometecuhtli (masculino) e Omecihuatl (feminina). Ambos são os criadores de todos os demais deuses e de tudo quanto há no universo;

12° céu: Teteocín ("Morada dos Deuses"). A região onde os deuses vivem e assumem as mais diversas aparências;

11° céu: Yayauhtlín ("Região Vermelha"). Região do Sol no crepúsculo;

10° Céu: Cozauhquitlín ("Região do Amarelo"). Região da divindade amarela (teotlcozauhca);

9° Céu: Iztlín ("Região Branca"). Região da divindade branca (teotliztaca);

8° Céu: Iztlacoliuhqui ("Região Onde se Chocam as Lâminas de Obsidiana"). Essa região celeste é assim chamada porque nela se dão as tempestades. Tezcatlipoca comparece ali, junto com Tlaloc, disfarçado de deus do frio (Iztlacoliuhqui);

7° céu: Ilhuicatl Xoxouhqui ("Aquele que Mostra seu Rosto Durante o Dia"). É o céu do deus nacional asteca Huitzilopochtli, cujas cores são o azul e o verde;

6° Céu: Yayauhco ("Região Celeste Verde e Negra"). O céu dominado por Tezcatlipoca (verde e negro são as suas cores características). É a região onde nasce a noite;

5° Céu: Ilhuicatl Mamoloaco ("Lugar Onde as Estrelas Fumegam"). É a região celeste por onde transitam os cometas e as estrelas errantes. Quando os cometas possuem "cauda" se chamam Citlalmim; quando possuem "cabeleira"se chamam Xihuitli;

4° Céu: Ilhuictlal Huitztlín ("Onde se Move Vénus"). Ali habita a maior das estrelas, conhecida entre nós como Vénus e chamada pelos astecas de Hey Citlalin ("A Estrela Maior e mais Brilhante"). Está associada ao deus Quetzalcoatl como estrela da manhã e da tarde. A deusa do sal (ou das águas salgadas) Huixtocihuatl também vive ali, juntamente com as aves;

3° Céu: llhuicatl Tonatiuh ("Onde se Move o Sol"). Habitado por Tonatiuh, o Quinto Sol asteca;

2° Céu: llhuicatl Citlaco ("Onde se Movem as Estrelas"). Nesse céu, as estrelas estão divididas em dois grupos: as Estrelas do Norte (Centzon Mimixcoa) e as Estrelas do Sul (Centzon Huitzinahua). Além delas, temos também a Via Láctea (Citlaltonac) e a constelação da Ursa Maior e de Escorpião. Também ali vivem, segundo algumas versões, as tzitzimime, "mulheres de mau agouro" feitas só de ossos e encarregadas de devorar a humanidade no final dos tempos;

1° Céu: llhuicatl Meztli ("Onde se Move a Lua"). O mais próximo do Tlalticpac (Terra), é o céu, como o próprio nome diz, onde estão situadas a Lua (Meztli) e as nuvens. Entre as divindades habitantes desse primeiro céu estão, além de Meztli (ou Tlazolteotl, em sua "versão lunar"), Tlaloc, deus da chuva, e Ehecatl, deus do vento.

Iinframundo asteca.
Chamado genericamente de Mictlín, era uma espécie de "campo de provas" sobrenatural para o qual as pessoas iam após morrer (o destino estava vinculado ao tipo de morte sofrida, e não à conduta: todos quantos sofressem uma morte considerada natural deviam percorrer as regiões do Mictlín). Com uma pedra de jade enfiada entre os dentes, que funcionava como uma espécie de "coração de troca", o morto estava pronto para enfrentar uma longa viagem de quatro anos que o levaria até o nível mais profundo do inframundo, onde encontraria o repouso e a desaparição final.

A região subterrânea
Da Terra em direção às profundezas, são estes os nove níveis do inframundo asteca:

Apanohuaia ("Onde Passa o Rio"): situado na superfície da Terra, era o local onde corria o rio Chicunauhapín ("A Corrente dos Nove"), espécie de Aqueronte asteca que os mortos deviam atravessar com a ajuda de um cão (o local também era chamado de Itzcuintlín, "Lugar do Cão"). Normalmente, sacrificava-se o cão que pertencera ao morto para servir de guia ao seu dono. Tinha de ser cinza ou vermelho, pois o branco se recusaria a entrar nas águas pútridas do rio, a fim de não se sujar, e o preto para não desbotar (ou porque, misturado à treva, se tornaria invisível);

Tepectli Monanamictlín ("Lugar Onde as Montanhas se Chocam"): consistia de duas montanhas flutuantes que estão sempre se chocando (aqui não há como deixar de evocar os Rochedos Flutuantes da Odisseia). Esses rochedos, na verdade, seriam uma espécie de portas ou batentes os quais era preciso atravessar para se ingressar no Micilín propriamente dito;

Iztepetl ("Montanha das Navalhas"): era uma montanha incrustada de navalhas de obsidiana que o morto devia escalar em direção às profundezas (a contradição é apenas aparente: o Mictlán é um mundo invertido, sendo preciso subir, portanto, para se chegar ao subterrâneo.);

Itzehecayín ("Lugar do Vento de Obsidiana"): aqui a sovada metáfora do "vento cortante como uma navalha" se torna a mais pura realidade: ao chegar ao topo do monte Iztepetl o morto se depara com um vento glacial, feito de lâminas geladas de obsidiana. Desviar-se delas é tarefa que o ocupará suficientemente até conseguir ingressar no inframundo seguinte;

Paniecatlacayín ("Lugar Onde os Corpos Flutuam como as Bandeiras"): ali, como o próprio nome diz, os corpos dos mortos flutuam pelos ares, carregados pelo vento. Quando estão próximos de abandonar o local, um novo pé de vento os atira de volta ao redemoinho. (Alguns dizem tratar-se de um lugar "embandeirado", interpretando ao pé da letra o nome do lugar.);

Temiminaloyín ("Lugar do Flechamento"): lugar onde todas as flechas perdidas nas batalhas terrenas são reutilizadas contra os mortos por um arqueiro misterioso. Escapar à obstinação do flechador sobrenatural é a tarefa do morto;

Teocoyolcualoya ("Onde as Feras Devoram os Corações"): nesse local há uma fera - um jaguar, um coiote, ou mesmo um crocodilo, dependendo do exegeta - que se dedica a comer o coração do morto que ali ingressa. Segundo a crença, seria esta a razão de o morto levar entre os dentes uma pedra de jade, que ofertaria à fera no lugar do coração;
Yzmictlín Apochcaloca ("Onde se Perde a Visão no Caminho da Névoa"): também chamado de Apanhuiayo ("Laguna das Águas Negras"), é o local onde o morto, despido de toda a matéria, mergulha numa laguna de nove correntes, ingressando num sono profundo. A essa altura, exausto e reduzido a quase nada, já não teme nem deseja mais coisa alguma;

Chicnauhmictlín ("O Nono Lugar do Inframundo"): assim como há no topo dos treze céus um casal celestial, também aqui, no último nível do inframundo, há um casal ínfero: Mictlantecuhtli e sua esposa Mictlancihuatl. Espécie de contrafação macabra do casal celestial, eles são os anfitriões da última morada. Aranhas sobem e descem pelos seus corpos descarnados, enquanto morcegos se aninham nos seus cabelos brancos e ressecados. Diante da perspectiva de vir a tornar-se hóspede perpétuo deste casal abominável, o morto reencontra finalmente a paz de espírito, aceitando com gratidão a ideia de sua extinção definitiva nas trevas do Mictlín.

 

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No lado diametralmente oposto do espectro de posições sobre a relação mente-cérebro, encontra-se o eliminativismo ou materialismo eliminativo. Uma das princi­pais teses do eliminativismo é a de que a folk psychology (psicologia popular) trabalha com categorizações falsas, terminologias herdadas de um passado remoto que pre­cisam ser eliminadas para um progresso da compreensão da relação cérebro-mente. As­sim como a teoria do phlogiston foi supera­ da cientificamente e tornada obsoleta pelas pesquisas empíricas em oxidação, também muitas classes de supostos estados mentais seriam apenas ilusões. Ainda que permane­çam em nosso vocabulário explicativo, esses entia non-gratia não possuiriam qualquer capacidade causal, nem sequer existiriam, tal como bruxas, almas, elán vital, etc. Entre as entidades mentais que essa linha de pen­samento pretende eliminar, encontram-se, por exemplo, atitudes preposicionais: rela­ções entre conteúdos proposicionais e uma determinada postura mental com implica­ções práticas (p. ex., acreditar, desejar, espe­rar) (P. M. Churchland, 1981; P. S. Churchland, 1986). Também foi proposto por eliminativistas (Dennett, 1992) que a no­ção de qualia (sensações e experiências co­mo estados subjetivos qualitativos) poderia ter um caráter ilusório e não ter a existência que lhes é atribuída na psicologia popular.
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A evolução é sempre associada ao tempo. Afinal, a evolução é um processo que ocorre ao longo do tempo, e são os extraordinariamente longos períodos de tempo em questão que despertam nossa imaginação. Dinossauros que existiram por cem milhões de anos ou hominídeos que evoluíram ao longo de sete milhões de anos, são essas as coisas que tornam a evolução diferente dos demais ramos da ciência ou da vida cotidiana. A pergunta sobre se haveria períodos de tempo geológico mais interessantes que outros ocorre com facilidade.