Pré, Proto-História (246mil a.e.c.)
Idade Antiga (4000 a.e.c. - 476 d.e.c.)
Idade Média (476 - 1453 d.e.c.)
Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
Idade Contemporânea (1789 - 1946 d.e.c.)
Era da Informação (1946 - Presente)
FATOS A.E.C.
FATOS D.E.C.
O casamento romano e os costumes no século de ouro
É impossível saber, como é natural, o que foi a realidade diária do casamento durante os primeiros tempos de Roma. Relatos dignos de fé apenas começam a lançar alguma luz sobre este domínio, como sobre outros, a partir do século III a.e.c. e. ainda assim, trata-se geralmente de testemunhos que se referem apenas a famílias da aristocracia. Nas diver­sas classes sociais, e quando não se seguiam as tradições patriarcais, a situação real devia apresentar diferenças consideráveis. Todavia, a partir da unificação da cidade, quando patrícios e plebeus passaram a gozar sensivelmente dos mesmos privilégios, as tradições dos primeiros pare­cem ter exercido uma espécie de atração sobre os costumes das famílias dos segundos. Por outro lado, segundo pensamos, as principais diferen­ças, a partir do século III, ocorrem mais em função da fortuna e da res­ponsabilidade política do que de qualquer outro fator. A cidade é go­vernada, nessa altura, por um regime estritamente oligárquico: há as fa­mílias cujos homens se sentam no Senado, assumindo, a intervalos regu­lares, as grandes magistraturas do Estado, e há a massa dos outros cida­dãos, que só vão às assembleias para legitimar as decisões preparadas pelos senadores e eleger os candidatos que lhes são propostos e que escolhem de acordo com o prestígio dos homens que se apresentam como seus garantes. No resto do tempo, são “clientes” destes grandes senho­res. Naturalmente, o casamento não tem a mesma importância para uns e para outros. Temos muito pouca informação sobre a maneira como estas uniões se realizavam na massa do povo, temos um pouco mais quando se trata das outras classes.
O casamento romano no período arcáico
Historiadores e poetas afirmam que o casamento foi, durante muitos séculos, uma das instituições mais sólidas e respeitadas da cidade roma­na. Rivalizam no elogio da pureza dos costumes antigos, do tempo em que uma mulher que tivesse ficado viúva não mais consentiria em voltar a casar, em que, por maioria de razão, nunca se levantava a questão do divórcio. Pelo contrário, lamentam o relaxamento progressivo de uma relação que, durante o Império, se tornara de uma extrema fragilidade, enquanto nos bons velhos tempos o seu respeito era considerado a garantia mais firme da grandeza romana e a marca mais incontroversa de uma saúde moral a toda prova. Hoje ainda, muitos historiadores fazem-se eco destas queixas, considerando que uma das razões profundas da decadência de Roma reside no abandono deste velho ideal por onde se orientaram anteriormente os severos camponeses do Lácio. Antes de nos interrogarmos por que razão o casamento romano per­deu a sua solidez ao longo do tempo, convém, decerto, examinar a pró­pria instituição. A instituição do casamento é uma daquelas a que os juristas romanos não só dispensaram maior cuidado, mas também a que se dedicaram a definir e fixar com a mais extraordinária minúcia as consequências legais. O conjunto dos textos que a ela se referem ocupa um lugar considerável nas compilações jurídicas, o que prova a impor­tância atribuída a um ato de que esperavam, em primeiro lugar, a sobre­vivência, mas também, e talvez mais ainda, a estabilidade do Estado.
GOVERNANTES
Civilização Assíria
Civilização Hitita
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Todos Governantes
FATOS HISTORICOS
1915
d.e.c.
Primeira Guerra Mundial
Século XX
Primeira Guerra Mundial - A frente balcânica: a Bulgária e a derrota da Sérvia
Com o arrefecimento da ofensiva de verão na frente oriental, Falkenhayn voltou suas atenções para a frente balcânica, onde a Bulgária, em 6 de setembro de 1915, tinha se aliado às Potências Centrais e em três dias iniciara hostilidades contra a Sérvia. Ao longo do primeiro ano da guerra, o rei Ferdinando I mantivera seu país neutro, mas os revezes dos Aliados na frente oriental e na península de Galípoli o convenceram a transformar em ação suas simpatias pelas Potências Centrais. Para a Bulgária, o principal objetivo de guerra continuava inalterado desde a segunda Guerra dos Bálcãs de dois anos antes: a aquisição da Macedônia, que (contra a vontade dos búlgaros) tinha ficado com a Sérvia no final da primeira Guerra dos Bálcãs. Se, por um lado, Conrad recebeu bem a retomada da guerra com a Sérvia – a guerra que ele sempre quis –, as circunstâncias faziam do conflito um osso duro de roer. A Bulgária se juntou à aliança via negociações bilaterais com a Alemanha, que resultaram em um tratado germano-búlgaro de amizade, bem como um tratado secreto dividindo os espólios nos Bálcãs depois da derrota sérvia. Embora a Áustria-Hungria tivesse sido incluída na minuta de um terceiro documento, uma convenção militar especificando as obrigações búlgaras no campo de batalha, não se podia negar que a ofensiva final nos Bálcãs, uma tradicional esfera de influência austro-húngara, seria iniciada pelos alemães, e o mapa, redesenhado de acordo com suas vontades.
1915
d.e.c.
Primeira Guerra Mundial
Século XX
Primeira Guerra Mundial - A frente oriental: a conquista da Polônia e o comando pessoal do czar
Por mais honrosa que pudesse ter sido, a decisão de Nicolau II de continuar lutando estava longe de ser racional, uma vez que seus exércitos enfrentavam uma escassez de munição tão acentuada que não poderiam seguir em combate por muito mais tempo. Devido ao colapso do comandoe-controle do grupo de exércitos de Ivanov na frente sudoeste, somente o 8° Exército russo de Brusilov e unidades sobreviventes do 2° Exército se posicionaram para bloquear a passagem de Mackensen; de resto, sua oposição consistiu de forças de reserva mal equipadas e recrutas inexperientes que os russos jogaram em seu caminho. A perda dos três exércitos de Alekseev em um cerco duplo teria deixado a Rússia sem condições de continuar na guerra. Alekseev avaliou a gravidade da situação e ordenou uma retirada enquanto suas tropas ainda tinham uma rota de fuga. Em 30 de julho, o 11° Exército alemão e o 4° Exército austrohúngaro tomaram Lublin, bloqueando uma importante via férrea entre Varsóvia e o leste, e forçando Alekseev a despachar as tropas em retirada, ao longo da rota norte através de Bialystok e Vilna. Em 4 de agosto, os russos abandonaram Varsóvia e, no dia seguinte, o 9° Exército alemão ocupou a cidade. Os exércitos de Alekseev completaram sua retirada da Polônia pouco antes que as pontas da pinça se fechassem em 15 de agosto, cortando a última estrada de ferro para a Rússia. Por fim, em 25 de agosto, quando a campanha começava a perder fôlego, o 11° Exército alemão e o 4° Exército austro-húngaro seguiram adiante desde Lublin para tomar Brest-Litovski. Hindenburg e Ludendorff não tiveram envolvimento direto na ofensiva de Tarnów-Gorlice ou na subsequente tentativa de cerco duplo ao saliente polonês, ambas coordenadas pessoalmente por Falkenhayn desde seu quartel-general em Pless.
TEXTOS
Civilização Asteca
Ollamaliztli, o jogo de bola asteca
O jogo de bola que Huemac e Tlaloc disputaram era uma das práticas rituais mais importantes da civilização asteca. Longe de praticarem apenas um desporto, os jogadores encenavam uma representação cósmica e mística, culminando eventualmente no sacrifício humano do perdedor. O significado simbólico do jogo variava de povo para povo. Entre os astecas, por exemplo, ele era visto como uma alegoria do eterno duelo entre Huitzilopochtli (o Sol) e as forças noturnas da destruição; já entre os maias quichés, o simbolismo estava centrado na luta entre a vida e a morte, temática central do Popol Vuh, o livro sagrado dos maias (as canchas seriam espécies de portais místicos que davam acesso ao Xibalba, o inframundo maia). Ao mesmo tempo, havia nessas partidas um aspecto profano indubi­tável, já que durante a sua realização a plateia divertia-se e empolgava-se como em qualquer jogo de futebol moderno, realizando apostas elevadíssimas que podiam incluir a esposa, os filhos e a própria liberdade do apostador. O epílogo sangrento também devia ser muito apreciado pela maioria da plateia, sequiosa de barbárie, tal como acontecia nos autos de fé medievais, nos enfor­camentos do velho oeste ou nas touradas que, ainda hoje, fazem o deleite da parcela menos esclarecida da humanidade.
Comunismo
Manifesto Comunista - Proletários e Comunistas
Qual a posição dos comunistas diante dos proletários em geral? Os comunistas não formam um partido a parte, oposto aos outros partidos operários. Não têm interesses que os separem do proletariado em geral. Não proclamam princípios particulares, segundo os quais pretenderiam modelar o movimento operário. Os comunistas só se distinguem dos outros partidos operários em dois pontos: 1. Nas diversas lutas nacionais dos proletários, destacam e fazem prevalecer os interesses comuns do proletariados, independentemente da nacionalidade; 2. Nas diferentes fases por que passa a luta entre proletários e burgueses, representam, sempre e em toda parte, os interesses do movimento em seu conjunto Praticamente, os comunistas constituem, pois, a fração mais resoluta dos partidos operários de cada país, a fração que impulsiona as demais; teoricamente têm sobre o resto do proletariado a vantagem de uma compreensão nítida das condições, da marcha e dos fins gerais do movimento proletário. O objetivo imediato dos comunistas é o mesmo que o de todos os demais partidos proletários: constituição dos proletários em classe, derrubada da supremacia burguesa, conquista do poder político pelo proletariado. As concepções teóricas dos comunistas não se baseiam, de modo algum, em idéias ou princípios inventados ou descobertos por tal ou qual reformador do mundo. São apenas a expressão geral das condições reais de uma luta de classes existente, de um movimento histórico que se desenvolve sob os nossos olhos. A abolição das relações de propriedade que têm existido até hoje não é uma característica peculiar e exclusiva do comunismo.
Todos História
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CIDADES
Baixo Egito
Fundada em: 3000 a.e.c.
Bubastis
Em meados do século V a.e.c., Heródoto descreveu este templo como situando-se numa ilha, com dois canais de água de lado e como estando a um nível muito mais baixo do que a cidade onde estava situado. A escavação confirmou a correção de ambas estas afirmações, embora os canais devam ser mais corretamente descritos como os dois braços de um lago sagrado. Neste templo foram encontrados blocos de várias épocas, inclusive alguns com os nomes de faraós da 4ª dinastia, que aqui foram reutilizados
Médio Egito
Fundada em: 2291 a.e.c.
El-Sheikh Said
Os túmulos dos homens que governaram o nomo de Hare (15º nomo do Alto Egito), durante a 6ª dinastia, foram cavados nas íngremes falésias,, cujo nome é o de um santo muçulmano enterrado nesta zona. A sua importância foi muito acentuada pela ausência de vestígios contemporâneos em el-Ashmunein, capital do nomo
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CIVILIZAÇÃO
Civilização Romana | Família
O casamento romano e os costumes no século de ouro
É impossível saber, como é natural, o que foi a realidade diária do casamento durante os primeiros tempos de Roma. Relatos dignos de fé apenas começam a lançar alguma luz sobre este domínio, como sobre outros, a partir do século III a.e.c. e. ainda assim, trata-se geralmente de testemunhos que se referem apenas a famílias da aristocracia. Nas diver­sas classes sociais, e quando não se seguiam as tradições patriarcais, a situação real devia apresentar diferenças consideráveis. Todavia, a partir da unificação da cidade, quando patrícios e plebeus passaram a gozar sensivelmente dos mesmos privilégios, as tradições dos primeiros pare­cem ter exercido uma espécie de atração sobre os costumes das famílias dos segundos. Por outro lado, segundo pensamos, as principais diferen­ças, a partir do século III, ocorrem mais em função da fortuna e da res­ponsabilidade política do que de qualquer outro fator. A cidade é go­vernada, nessa altura, por um regime estritamente oligárquico: há as fa­mílias cujos homens se sentam no Senado, assumindo, a intervalos regu­lares, as grandes magistraturas do Estado, e há a massa dos outros cida­dãos, que só vão às assembleias para legitimar as decisões preparadas pelos senadores e eleger os candidatos que lhes são propostos e que escolhem de acordo com o prestígio dos homens que se apresentam como seus garantes. No resto do tempo, são “clientes” destes grandes senho­res. Naturalmente, o casamento não tem a mesma importância para uns e para outros. Temos muito pouca informação sobre a maneira como estas uniões se realizavam na massa do povo, temos um pouco mais quando se trata das outras classes.
Civilização Romana | Família
O casamento romano no período arcáico
Historiadores e poetas afirmam que o casamento foi, durante muitos séculos, uma das instituições mais sólidas e respeitadas da cidade roma­na. Rivalizam no elogio da pureza dos costumes antigos, do tempo em que uma mulher que tivesse ficado viúva não mais consentiria em voltar a casar, em que, por maioria de razão, nunca se levantava a questão do divórcio. Pelo contrário, lamentam o relaxamento progressivo de uma relação que, durante o Império, se tornara de uma extrema fragilidade, enquanto nos bons velhos tempos o seu respeito era considerado a garantia mais firme da grandeza romana e a marca mais incontroversa de uma saúde moral a toda prova. Hoje ainda, muitos historiadores fazem-se eco destas queixas, considerando que uma das razões profundas da decadência de Roma reside no abandono deste velho ideal por onde se orientaram anteriormente os severos camponeses do Lácio. Antes de nos interrogarmos por que razão o casamento romano per­deu a sua solidez ao longo do tempo, convém, decerto, examinar a pró­pria instituição. A instituição do casamento é uma daquelas a que os juristas romanos não só dispensaram maior cuidado, mas também a que se dedicaram a definir e fixar com a mais extraordinária minúcia as consequências legais. O conjunto dos textos que a ela se referem ocupa um lugar considerável nas compilações jurídicas, o que prova a impor­tância atribuída a um ato de que esperavam, em primeiro lugar, a sobre­vivência, mas também, e talvez mais ainda, a estabilidade do Estado.
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GUERRAS
3000 - 600a.e.c.
Guerras Egípcias
1510 - 162a.e.c.
Guerras Bíblicas
1479 - 1425a.e.c.
Campanhas de Tuthmose III
1200 - 600a.e.c.
Guerras Assírias
1200 - 500a.e.c.
Guerras Babilônicas
605 - 562a.e.c.
Campanhas de Nabucodonosor II
553 - 525a.e.c.
Expansão Persa
490 - 490a.e.c.
Primeira Guerra Persa
480 - 479a.e.c.
Segunda Guerra Persa
459 - 404a.e.c.
Guerra do Peloponeso
334 - 323a.e.c.
Campanha de Alexandre
265 - 241a.e.c.
Primeira Guerra Púnica
218 - 202a.e.c.
Segunda Guerra Púnica
149 - 146a.e.c.
Terceira Guerra Púnica
58 - 50a.e.c.
Guerra das Gálias
390 - 451d.e.c.
Expansão Romana
60 - 450d.e.c.
Guerra civil romana
390 - 476d.e.c.
Invasões Bárbaras
BATALHAS
162
Guerras Bíblicas
Batalha de Bete-Zacarias
a.e.c.
General: General Lísias General: General Judas Macabeu
Forças: Forças: Hebreus
Contingente: Contingente: 40.000
333
Campanha de Alexandre
Batalha de Issus
a.e.c.
General: Alexandre Magno General: Dário III
Forças: Forças: Súditos do Rei e mercenários
Contingente: Contingente:
Todas batalhas
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O casamento romano e os costumes no século de ouro
É impossível saber, como é natural, o que foi a realidade diária do casamento durante os primeiros tempos de Roma. Relatos dignos de fé apenas começam a lançar alguma luz sobre este domínio, como sobre outros, a partir do século III a.e.c. e. ainda assim, trata-se geralmente de testemunhos que se referem apenas a famílias da aristocracia. Nas diver­sas classes sociais, e quando não se seguiam as tradições patriarcais, a situação real devia apresentar diferenças consideráveis. Todavia, a partir da unificação da cidade, quando patrícios e plebeus passaram a gozar sensivelmente dos mesmos privilégios, as tradições dos primeiros pare­cem ter exercido uma espécie de atração sobre os costumes das famílias dos segundos. Por outro lado, segundo pensamos, as principais diferen­ças, a partir do século III, ocorrem mais em função da fortuna e da res­ponsabilidade política do que de qualquer outro fator. A cidade é go­vernada, nessa altura, por um regime estritamente oligárquico: há as fa­mílias cujos homens se sentam no Senado, assumindo, a intervalos regu­lares, as grandes magistraturas do Estado, e há a massa dos outros cida­dãos, que só vão às assembleias para legitimar as decisões preparadas pelos senadores e eleger os candidatos que lhes são propostos e que escolhem de acordo com o prestígio dos homens que se apresentam como seus garantes. No resto do tempo, são “clientes” destes grandes senho­res. Naturalmente, o casamento não tem a mesma importância para uns e para outros. Temos muito pouca informação sobre a maneira como estas uniões se realizavam na massa do povo, temos um pouco mais quando se trata das outras classes.
Mitologia
Os oito presságios de Montezuma
Os dez anos que antecederam a chegada dos espanhóis ao México foram férteis de maus presságios, suficientes para ins­talar o pânico na alma de Montezuma, o último soberano inde­pendente dos astecas. Bernardino de Sahagún reproduziu no Códice Florentino os oito presságios: Primeiro presságio: “línguas de fogo” cortaram os céus de Tenochtitlán, vindas do oriente. Largas na base e estreitas na ponta, elas assemelhavam-se a um cometa. O espetáculo impressionante começava à meia-noite e se estendia até o amanhecer, quando as chamas desapareciam sem deixar rastro. As pessoas assustadas "se daban palmadas en los lábios”, ao mesmo tempo em que lançavam gritos de medo e apreensão. Em outras fontes se dão outras formas à língua de fogo, tais como uma mixpantli (“ban­deira de nuvens”), uma coluna de pedra, uma planta incandescida no alto de uma montanha, à maneira da "sarça ardente” bíblica, e até mesmo uma pirâmide de fogo - prodígios mais próprios do Apocalipse de São João que da mentalidade local indígena. Segundo presságio: o segundo presságio ocorreu sob a forma do incêndio do santuário de Huitzilopochtli, no Templo Maior. Em uma época em que os deuses eram tudo, qualquer incidente ocorrido em um templo virava necessariamente um presságio, normalmente funesto. Sahagún diz que "por sua própria conta” o santuário incendiou-se. Quando tentaram apagar o fogo, lan­çando-lhe água, em vez de se apagarem as flamas reavivaram-se ainda mais. “Del todo ardió”, diz o frade.
História
O casamento romano no período arcáico
Historiadores e poetas afirmam que o casamento foi, durante muitos séculos, uma das instituições mais sólidas e respeitadas da cidade roma­na. Rivalizam no elogio da pureza dos costumes antigos, do tempo em que uma mulher que tivesse ficado viúva não mais consentiria em voltar a casar, em que, por maioria de razão, nunca se levantava a questão do divórcio. Pelo contrário, lamentam o relaxamento progressivo de uma relação que, durante o Império, se tornara de uma extrema fragilidade, enquanto nos bons velhos tempos o seu respeito era considerado a garantia mais firme da grandeza romana e a marca mais incontroversa de uma saúde moral a toda prova. Hoje ainda, muitos historiadores fazem-se eco destas queixas, considerando que uma das razões profundas da decadência de Roma reside no abandono deste velho ideal por onde se orientaram anteriormente os severos camponeses do Lácio. Antes de nos interrogarmos por que razão o casamento romano per­deu a sua solidez ao longo do tempo, convém, decerto, examinar a pró­pria instituição. A instituição do casamento é uma daquelas a que os juristas romanos não só dispensaram maior cuidado, mas também a que se dedicaram a definir e fixar com a mais extraordinária minúcia as consequências legais. O conjunto dos textos que a ela se referem ocupa um lugar considerável nas compilações jurídicas, o que prova a impor­tância atribuída a um ato de que esperavam, em primeiro lugar, a sobre­vivência, mas também, e talvez mais ainda, a estabilidade do Estado.
Mitologia
A infância de Lancelot
Liberal e magnifico, o rei Artur distribuía benefícios e pre­sentes a todos os seus súditos. Seu poder e sua fama eram gran­des. No entanto, ele se via constantemente obrigado a combater seus vizinhos, os saxões. os pictos e os scots. Artur triunfava sem­pre, graças a seus cavaleiros, entre os quais alguns se sentavam em torno da Távola Redonda, em que havia um lugar vago, reser­vado para quem conseguisse reconquistar o Graal. Aqueles eram tempos de grandes aventuras. Onde havia pe­rigo, viam-se cavaleiros em suas montarias, desafiando os traidores, protegendo os fracos, recuperando os bons sentimentos dos maus. Certo dia, o rei Artur passeava por Camalot e ficou sabendo que um gigante estava devastando a Pequena Bretanha. Ninguém via o monstro, e dizia-se que ele se escondia em um rochedo cer­cado pelo mar. É o atual monte Saint-Michel, na França. Quando menos se esperava, o tal monstro chegava aterrorizando os habi­tantes da região, que acabaram indo se esconder nas florestas. O rei então chamou seu senescal.
Mitologia
O príncipe predestinado
Havia em tempos um rei do Egito que não tinha um filho e herdeiro. Então sua majestade (vida, força e saúde) pediu aos deuses do seu tempo que lhe dessem um. Os deuses resolveram conceder-lhe o que ele tanto desejava, e ele dormiu, nessa noite, com sua esposa, e esta ficou grávida. Quando a mulher cumpriu os meses do nascimento deu à luz um rapaz. Ao seu nascimento assistiram as [Sete] Hathores, que se reuniram em volta do pequeno príncipe para lhe preverem o futuro. Então as Hathores disseram: «Nasceu em um mau dia, mau, mau, mau. Morrerá por causa de um crocodilo! E se não for por um crocodilo, será por causa de uma serpente! E se não morrer por causa do crocodilo nem por causa da serpente, será com certeza por causa de um cão!»