Pré, Proto-História (246mil a.e.c.)
Idade Antiga (4000 a.e.c. - 476 d.e.c.)
Idade Média (476 - 1453 d.e.c.)
Idade Moderna (1453 - 1789 d.e.c.)
Idade Contemporânea (1789 - 1946 d.e.c.)
Era da Informação (1946 - Presente)
FATOS A.E.C.
FATOS D.E.C.
Cultos sagrados da fertilidade, sexo e amor em Roma - do falo a Vênus
Os Romanos, que gostavam de se dizer o mais “religioso” dos povos e que reconheciam e honravam divindades em número superior a qualquer outro [com exceção talvez dos hititas], não podiam deixar de ser sensíveis ao carácter sagrado deste instinto amoroso, capaz de transformar os seres, de arrancá-los a si mesmos e cujo poder, igualmente sentido pelos homens e por tudo o que vive, submete às suas leis toda a natureza. Não surpreende verificar que o amor tinha as suas divindades, os seus ritos, a sua magia. O culto que se prestava às primeiras, a observância religiosa de práticas cuja origem se perdia na noite dos tempos, tudo isso tinha por finalidade, umas vezes, desenvolver ao máximo ou exaltar as forças criadoras do ato de amor e, outras, controlar ou disciplinar o que nelas se descobria de anárquico e colocá-las ao serviço do bem da cidade.
Ollamaliztli, o jogo de bola asteca
O jogo de bola que Huemac e Tlaloc disputaram era uma das práticas rituais mais importantes da civilização asteca. Longe de praticarem apenas um desporto, os jogadores encenavam uma representação cósmica e mística, culminando eventualmente no sacrifício humano do perdedor. O significado simbólico do jogo variava de povo para povo. Entre os astecas, por exemplo, ele era visto como uma alegoria do eterno duelo entre Huitzilopochtli (o Sol) e as forças noturnas da destruição; já entre os maias quichés, o simbolismo estava centrado na luta entre a vida e a morte, temática central do Popol Vuh, o livro sagrado dos maias (as canchas seriam espécies de portais místicos que davam acesso ao Xibalba, o inframundo maia). Ao mesmo tempo, havia nessas partidas um aspecto profano indubi­tável, já que durante a sua realização a plateia divertia-se e empolgava-se como em qualquer jogo de futebol moderno, realizando apostas elevadíssimas que podiam incluir a esposa, os filhos e a própria liberdade do apostador. O epílogo sangrento também devia ser muito apreciado pela maioria da plateia, sequiosa de barbárie, tal como acontecia nos autos de fé medievais, nos enfor­camentos do velho oeste ou nas touradas que, ainda hoje, fazem o deleite da parcela menos esclarecida da humanidade.
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Civilização Egípcia
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FATOS HISTORICOS
1915
d.e.c.
Primeira Guerra Mundial
Século XX
Primeira Guerra Mundial - A frente balcânica: a Bulgária e a derrota da Sérvia
Com o arrefecimento da ofensiva de verão na frente oriental, Falkenhayn voltou suas atenções para a frente balcânica, onde a Bulgária, em 6 de setembro de 1915, tinha se aliado às Potências Centrais e em três dias iniciara hostilidades contra a Sérvia. Ao longo do primeiro ano da guerra, o rei Ferdinando I mantivera seu país neutro, mas os revezes dos Aliados na frente oriental e na península de Galípoli o convenceram a transformar em ação suas simpatias pelas Potências Centrais. Para a Bulgária, o principal objetivo de guerra continuava inalterado desde a segunda Guerra dos Bálcãs de dois anos antes: a aquisição da Macedônia, que (contra a vontade dos búlgaros) tinha ficado com a Sérvia no final da primeira Guerra dos Bálcãs. Se, por um lado, Conrad recebeu bem a retomada da guerra com a Sérvia – a guerra que ele sempre quis –, as circunstâncias faziam do conflito um osso duro de roer. A Bulgária se juntou à aliança via negociações bilaterais com a Alemanha, que resultaram em um tratado germano-búlgaro de amizade, bem como um tratado secreto dividindo os espólios nos Bálcãs depois da derrota sérvia. Embora a Áustria-Hungria tivesse sido incluída na minuta de um terceiro documento, uma convenção militar especificando as obrigações búlgaras no campo de batalha, não se podia negar que a ofensiva final nos Bálcãs, uma tradicional esfera de influência austro-húngara, seria iniciada pelos alemães, e o mapa, redesenhado de acordo com suas vontades.
1915
d.e.c.
Primeira Guerra Mundial
Século XX
Primeira Guerra Mundial - A frente oriental: a conquista da Polônia e o comando pessoal do czar
Por mais honrosa que pudesse ter sido, a decisão de Nicolau II de continuar lutando estava longe de ser racional, uma vez que seus exércitos enfrentavam uma escassez de munição tão acentuada que não poderiam seguir em combate por muito mais tempo. Devido ao colapso do comandoe-controle do grupo de exércitos de Ivanov na frente sudoeste, somente o 8° Exército russo de Brusilov e unidades sobreviventes do 2° Exército se posicionaram para bloquear a passagem de Mackensen; de resto, sua oposição consistiu de forças de reserva mal equipadas e recrutas inexperientes que os russos jogaram em seu caminho. A perda dos três exércitos de Alekseev em um cerco duplo teria deixado a Rússia sem condições de continuar na guerra. Alekseev avaliou a gravidade da situação e ordenou uma retirada enquanto suas tropas ainda tinham uma rota de fuga. Em 30 de julho, o 11° Exército alemão e o 4° Exército austrohúngaro tomaram Lublin, bloqueando uma importante via férrea entre Varsóvia e o leste, e forçando Alekseev a despachar as tropas em retirada, ao longo da rota norte através de Bialystok e Vilna. Em 4 de agosto, os russos abandonaram Varsóvia e, no dia seguinte, o 9° Exército alemão ocupou a cidade. Os exércitos de Alekseev completaram sua retirada da Polônia pouco antes que as pontas da pinça se fechassem em 15 de agosto, cortando a última estrada de ferro para a Rússia. Por fim, em 25 de agosto, quando a campanha começava a perder fôlego, o 11° Exército alemão e o 4° Exército austro-húngaro seguiram adiante desde Lublin para tomar Brest-Litovski. Hindenburg e Ludendorff não tiveram envolvimento direto na ofensiva de Tarnów-Gorlice ou na subsequente tentativa de cerco duplo ao saliente polonês, ambas coordenadas pessoalmente por Falkenhayn desde seu quartel-general em Pless.
TEXTOS
Civilização Asteca
Ollamaliztli, o jogo de bola asteca
O jogo de bola que Huemac e Tlaloc disputaram era uma das práticas rituais mais importantes da civilização asteca. Longe de praticarem apenas um desporto, os jogadores encenavam uma representação cósmica e mística, culminando eventualmente no sacrifício humano do perdedor. O significado simbólico do jogo variava de povo para povo. Entre os astecas, por exemplo, ele era visto como uma alegoria do eterno duelo entre Huitzilopochtli (o Sol) e as forças noturnas da destruição; já entre os maias quichés, o simbolismo estava centrado na luta entre a vida e a morte, temática central do Popol Vuh, o livro sagrado dos maias (as canchas seriam espécies de portais místicos que davam acesso ao Xibalba, o inframundo maia). Ao mesmo tempo, havia nessas partidas um aspecto profano indubi­tável, já que durante a sua realização a plateia divertia-se e empolgava-se como em qualquer jogo de futebol moderno, realizando apostas elevadíssimas que podiam incluir a esposa, os filhos e a própria liberdade do apostador. O epílogo sangrento também devia ser muito apreciado pela maioria da plateia, sequiosa de barbárie, tal como acontecia nos autos de fé medievais, nos enfor­camentos do velho oeste ou nas touradas que, ainda hoje, fazem o deleite da parcela menos esclarecida da humanidade.
Comunismo
Manifesto Comunista - Proletários e Comunistas
Qual a posição dos comunistas diante dos proletários em geral? Os comunistas não formam um partido a parte, oposto aos outros partidos operários. Não têm interesses que os separem do proletariado em geral. Não proclamam princípios particulares, segundo os quais pretenderiam modelar o movimento operário. Os comunistas só se distinguem dos outros partidos operários em dois pontos: 1. Nas diversas lutas nacionais dos proletários, destacam e fazem prevalecer os interesses comuns do proletariados, independentemente da nacionalidade; 2. Nas diferentes fases por que passa a luta entre proletários e burgueses, representam, sempre e em toda parte, os interesses do movimento em seu conjunto Praticamente, os comunistas constituem, pois, a fração mais resoluta dos partidos operários de cada país, a fração que impulsiona as demais; teoricamente têm sobre o resto do proletariado a vantagem de uma compreensão nítida das condições, da marcha e dos fins gerais do movimento proletário. O objetivo imediato dos comunistas é o mesmo que o de todos os demais partidos proletários: constituição dos proletários em classe, derrubada da supremacia burguesa, conquista do poder político pelo proletariado. As concepções teóricas dos comunistas não se baseiam, de modo algum, em idéias ou princípios inventados ou descobertos por tal ou qual reformador do mundo. São apenas a expressão geral das condições reais de uma luta de classes existente, de um movimento histórico que se desenvolve sob os nossos olhos. A abolição das relações de propriedade que têm existido até hoje não é uma característica peculiar e exclusiva do comunismo.
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CIDADES
Mesopotâmia
Fundada em: 5000 a.e.c.
Nippur
Os mais antigos níveis de ocupação apenas são conhecidos através de sondagens profundas e de cacos de cerâmica descartados que ficaram incrustados em comodas subseqüentes, mas eles provam que o lugar foi habitado desde o período Ubaid (5OOO a.e.c.). Não
África
Fundada em: 814 a.e.c.
Cartago
Os múltiplos contatos de ordem econômica que os cartagineses estabeleceram entre diversos povos da bacia mediterrânea resultaram em intercâmbio cultural intenso que contribuiu para a difusão da civilização. Vamos citar apenas alguns exemplos de como Cartago, através desses contatos, influiu no aumento do patrimônio cultural da Humanidade. Antes de mais nada, os cartagineses podem ser considerados como propagadores do alfabeto fenício ou, pelo menos, da idéia de um alfabeto consonântico. Assim é
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CIVILIZAÇÃO
Civilização Romana | Religião
Cultos sagrados da fertilidade, sexo e amor em Roma - do falo a Vênus
Os Romanos, que gostavam de se dizer o mais “religioso” dos povos e que reconheciam e honravam divindades em número superior a qualquer outro [com exceção talvez dos hititas], não podiam deixar de ser sensíveis ao carácter sagrado deste instinto amoroso, capaz de transformar os seres, de arrancá-los a si mesmos e cujo poder, igualmente sentido pelos homens e por tudo o que vive, submete às suas leis toda a natureza. Não surpreende verificar que o amor tinha as suas divindades, os seus ritos, a sua magia. O culto que se prestava às primeiras, a observância religiosa de práticas cuja origem se perdia na noite dos tempos, tudo isso tinha por finalidade, umas vezes, desenvolver ao máximo ou exaltar as forças criadoras do ato de amor e, outras, controlar ou disciplinar o que nelas se descobria de anárquico e colocá-las ao serviço do bem da cidade. A religião da época clássica, aquela que conhecemos melhor graças aos textos e a numerosos testemunhos de toda a espécie, não manteve muitas vezes senão vestígios, dificilmente detectáveis, destas crenças e destes ritos. Esta ou aquela prática de carácter mágico, nos tempos de Cícero ou de Augusto, já não eram mais do que sequelas folclóricas e não teríamos conservado delas nenhuma lembrança se os “antiquários” de então, ávidos de recolher as coisas estranhas do tempo antigo, não lhes tivessem consagrado algumas linhas nas suas obras, que infelizmente, apenas nos chegaram em estado fragmentário. Frequentemente, também, os polemistas cristãos, em busca de argumentos para "provar" a "imoralidade ou o absurdo" da religião ancestral, transmitiram-nos cuidadosamente detalhes cujo carácter arcaico, às vezes mesmo primitivo, tendia a lançar o descrédito sobre a fé dos seus adversários.
Civilização Romana | Cotidiano
As mulheres e a fundação de Roma
Se é verdade que as lendas de um povo ou de uma raça nos revelam os traços mais profundos e as aspirações da sua alma, as de Roma, pelo lugar que concedem às histórias de amor, sugerem que os duros conquis­tadores do mundo dissimulavam em si uma ternura mais exigente do que eles mesmos se permitiram confessar. A história da sua cidade começa com um romance de amor: a paixão súbita do deus Marte pela “vestal” Reia Sílvia. Mas, se formos mais atrás ainda, até ao tempo em que, sob as muralhas de Tróia, se decidiu a sorte do mundo futuro, foi ainda um romance de amor que determinou o desenrolar dos destinos e no fim do qual começa a fortuna de Roma. Este romance dos primeiros tempos é contado por um Hino Homérico. Na montanha Ida, na Frigia, Anquises guardava os seus rebanhos. Anquises era sobrinho de Laomedonte, que reinava em Tróia. Era belo. Neste tempo, os príncipes, e às vezes os deuses, não desdenhavam fazer-se pastores. Ora, a deusa Afrodite tinha visto Anquises e sentiu-se per­dida de amor por ele. Afrodite não podia resistir a uma paixão. Sem tardar, vai ao encontro do belo pastor e conta-lhe toda uma história que vai inventando. Ela é, diz-lhe, uma filha do rei da Frigia. O deus Hermes raptou-a e levou-a para a montanha. Está muito triste, porque ninguém vem em seu socorro! Anquises compadece-se; a conversa torna-se mais terna. Nessa mesma noite, o belo pastor e a deusa, sob o seu disfarce de mortal, unem-se um ao outro. Afrodite, satisfeita, não finge mais. Reve­ la a sua divindade e anuncia a Anquises que em breve lhe dará um filho, mas recomenda-lhe formalmente que não diga a ninguém que a mãe é a deusa do amor, porque, caso contrário, Zeus, irritado por se descobrirem os segredos dos deuses, fulminaria o indiscreto com o seu raio.
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GUERRAS
3000 - 600a.e.c.
Guerras Egípcias
1510 - 162a.e.c.
Guerras Bíblicas
1479 - 1425a.e.c.
Campanhas de Tuthmose III
1200 - 600a.e.c.
Guerras Assírias
1200 - 500a.e.c.
Guerras Babilônicas
605 - 562a.e.c.
Campanhas de Nabucodonosor II
553 - 525a.e.c.
Expansão Persa
490 - 490a.e.c.
Primeira Guerra Persa
480 - 479a.e.c.
Segunda Guerra Persa
459 - 404a.e.c.
Guerra do Peloponeso
334 - 323a.e.c.
Campanha de Alexandre
265 - 241a.e.c.
Primeira Guerra Púnica
218 - 202a.e.c.
Segunda Guerra Púnica
149 - 146a.e.c.
Terceira Guerra Púnica
58 - 50a.e.c.
Guerra das Gálias
390 - 451d.e.c.
Expansão Romana
60 - 450d.e.c.
Guerra civil romana
390 - 476d.e.c.
Invasões Bárbaras
BATALHAS
202
Segunda Guerra Púnica
Batalha de Zama
a.e.c.
General: Publius Cornelius Scipio Africanus - Masinissa - Lélio General: Hannibal Barca
Forças: Forças: Civilização Cartaginesa - Gauleses - Espanhóis - Númidas
Contingente: Contingente: 45.000
1040
Guerras Bíblicas
Micmas
a.e.c.
General: Saul General: -
Forças: Forças: Civilização Filisteia
Contingente: Contingente: -
Todas batalhas
Mapas
-
Duração: 1h3m Audio: Legenda:
Revolução russa - de Nicolau a Lenin
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Soldados Alemães
Soldados em treinamento
Soldados britânicos
Soldados Alemães
Assassinato de Francisco Ferdinand
Soldados britânicos
Drakkar Viking
Mercado Romano
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Mitologia
O príncipe predestinado
Havia em tempos um rei do Egito que não tinha um filho e herdeiro. Então sua majestade (vida, força e saúde) pediu aos deuses do seu tempo que lhe dessem um. Os deuses resolveram conceder-lhe o que ele tanto desejava, e ele dormiu, nessa noite, com sua esposa, e esta ficou grávida. Quando a mulher cumpriu os meses do nascimento deu à luz um rapaz. Ao seu nascimento assistiram as [Sete] Hathores, que se reuniram em volta do pequeno príncipe para lhe preverem o futuro. Então as Hathores disseram: «Nasceu em um mau dia, mau, mau, mau. Morrerá por causa de um crocodilo! E se não for por um crocodilo, será por causa de uma serpente! E se não morrer por causa do crocodilo nem por causa da serpente, será com certeza por causa de um cão!»
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O mago Merlin
Era uma vez, na Bretanha, uma moça que deu à luz um bebê tão peludo como nunca se tinha visto igual. Ela pediu às pessoas que ajudaram seu parto que o levassem imediatamente à igreja para ser batizado. - Que nome quer lhe dar? - O nome de seu avô materno - respondeu a moça. O bebê então recebeu o nome de Merlin. Ora, o pai de Merlin era um diabo, mas isso a mãe não tinha coragem de contar para ninguém. Um dia, embalando o menino nos braços, ela o beijou, apesar de sua feiúra, e disse: - Já que não posso contar quem é seu pai, meu querido, vou dizer que você é uma criança sem pai. Conforme a lei, vou ser condenada à morte, mesmo sem merecer. - Certamente você não vai morrer por causa do meu nascimento. Merlin tinha então só nove meses. Sua mãe ficou tão assustada ao ouvi-lo falar que o deixou cair. O menino começou a chorar, chamando a atenção de todos os vizinhos, que quiseram saber a causa daquele barulhão. Por acaso a mãe de Merlin esta­va querendo matá-lo? A quem lhe perguntava, a moça dizia: - Imagine que Merlin fala como adulto! Querendo ouvi-lo, algumas pessoas puseram-se a provocá-lo: - Ah, para sua mãe melhor seria que você nunca tivesse nascido. - Calem-se - gritou o bebê de repente, vermelho de raiva. - Deixem minha mãe em paz. Enquanto eu viver, ninguém ousa­rá fazer-lhe mal ou julgá-la, a não ser Deus.
História
Cultos sagrados da fertilidade, sexo e amor em Roma - do falo a Vênus
Os Romanos, que gostavam de se dizer o mais “religioso” dos povos e que reconheciam e honravam divindades em número superior a qualquer outro [com exceção talvez dos hititas], não podiam deixar de ser sensíveis ao carácter sagrado deste instinto amoroso, capaz de transformar os seres, de arrancá-los a si mesmos e cujo poder, igualmente sentido pelos homens e por tudo o que vive, submete às suas leis toda a natureza. Não surpreende verificar que o amor tinha as suas divindades, os seus ritos, a sua magia. O culto que se prestava às primeiras, a observância religiosa de práticas cuja origem se perdia na noite dos tempos, tudo isso tinha por finalidade, umas vezes, desenvolver ao máximo ou exaltar as forças criadoras do ato de amor e, outras, controlar ou disciplinar o que nelas se descobria de anárquico e colocá-las ao serviço do bem da cidade.
História
Ollamaliztli, o jogo de bola asteca
O jogo de bola que Huemac e Tlaloc disputaram era uma das práticas rituais mais importantes da civilização asteca. Longe de praticarem apenas um desporto, os jogadores encenavam uma representação cósmica e mística, culminando eventualmente no sacrifício humano do perdedor. O significado simbólico do jogo variava de povo para povo. Entre os astecas, por exemplo, ele era visto como uma alegoria do eterno duelo entre Huitzilopochtli (o Sol) e as forças noturnas da destruição; já entre os maias quichés, o simbolismo estava centrado na luta entre a vida e a morte, temática central do Popol Vuh, o livro sagrado dos maias (as canchas seriam espécies de portais místicos que davam acesso ao Xibalba, o inframundo maia). Ao mesmo tempo, havia nessas partidas um aspecto profano indubi­tável, já que durante a sua realização a plateia divertia-se e empolgava-se como em qualquer jogo de futebol moderno, realizando apostas elevadíssimas que podiam incluir a esposa, os filhos e a própria liberdade do apostador. O epílogo sangrento também devia ser muito apreciado pela maioria da plateia, sequiosa de barbárie, tal como acontecia nos autos de fé medievais, nos enfor­camentos do velho oeste ou nas touradas que, ainda hoje, fazem o deleite da parcela menos esclarecida da humanidade.
Mitologia
Verdade e Mentira
Parece que em alguma ocasião Verdade havia tomado uma faca emprestada a seu irmão e, quando chegou o momento de a restituir, descobriu que a havia perdido. Explicou o fato, com muitos pedidos de desculpas à Mentira, prometendo reparar tudo com outra faca. A substituição foi rejeitada por Mentira que com absurda fúria disse à Enéade que a faca desaparecida era única: «A lâmina era a montanha de Ial, o cabo era feito de madeira de Copto, a bainha era o túmulo do deus e as correias eram do gado de Kal.» Resolvido a exigir do irmão o que considerava uma justa retribuição, Mentira insistiu em um julgamento legal e fez Verdade comparecer perante um tribunal presidido pela assembleia dos nove deuses da Enéade. Os motivos que teve para tomar tão severa providência eram inspirados por um ódio profundo. A verdade é que Mentira esperava não apenas uma retribuição pelo prejuízo que tivera com a perda da faca, mas também ferir Verdade de uma maneira tão profunda que ele nunca mais criasse problemas no futuro.